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Caminho de S. Tiago - PR1 - Sever do Vouga

por darasola, em 23.09.09

Desta vez resolvi aceitar o convite do grupo ANDAR, para festejar o seu 3º aniversário com a caminhada do percurso de S. Tiago em Sever do Vouga. Foi uma óptima forma de percorrer um trilho que ainda não conhecia e travar conhecimento com a malta animada deste grupo de pedestrianistas, a quem espero poder juntar-me a partir de agora com maior frequência.

O percurso inicia-se no parque do Arestal, uma zona muito agradável, onde impera a verdura. Existem várias infra-estruturas que tornam o local apetecível para passar uma boa tarde.

Nesse parque existe também a capela de S. Tiago, e anualmente se realizava nesse local uma feira do gado. Não sei se ainda se realiza, mas deverá ser interessante presenciar tal evento.

Este parque situa-se no limite dos concelhos de Sever do Vouga e Vale de Cambra e junto ao cruzamento da estrada situa-se o painel informativo do PR1 - Caminho de S. Tiago.

Na parte inicial do percurso seguimos para Sudoeste, por um caminho florestal que se inicia do lado esquerdo da Rua do Arestal. Nessa zona existem dois percursos que coincidem, o PR1 e o PR1.1. Este último é uma rota mais pequena com cerca de 3,2 km muito mais acessível.

O grupo ia animado mas com algum frio.

Um aspecto do caminho inicial.

Mais adiante, a rota bifurca para noroeste e passámos junto ao ponto de água do Arestal. É bom ver a preocupação das entidades locais na preservação e conservação da floresta. ìamos então em direcção à aldeia de Rio Bom.

Caminhar na época do fim do verão / início do Outono tem sempre vantagens, aqui e ali, a natureza presenteava-nos com uvas, castanhas, figos, maçãs... Um regalo para os olhos e para o paladar.

A aldeia de Rio Bom à vista.

Antes de chegar à aldeia, surge um corte à direita que sobre em direcção ao parque do Arestal. Por aí segue o PR 1.1 que utiliza um dos antigos caminhos da romaria à Capela de S. Tiago.

Um pormenor pitoresco numa casa da aldeia.

À saída da aldeia surge um cruzamento, com esta estranha figura a observar-nos. Seguimos por estrada até virarmos novamente para um caminho de terra do lado esquerdo da estrada.

Um pormenor de uma marcação.

O caminho continua a descer progressivamente. Adiante surge uma outra alminha no percurso. Para além da carga simbólica e religiosa que lhes é atribuída, são óptimos pontos de referência.

Chegaríamos então à EN. 328...

... que atravessaríamos neste cruzamento em direcção a Dornelas. Por essa altura, o céu estava muito carregado e temia que o regresso se fizesse debaixo de um dilúvio.

Mais um sinal da estação: castanheiros cobertos de ouriços.

Na passagem junto à Igreja de Dornelas, reparei no curioso coreto que existe por lá.

A descida por um pequeno carreiro com umas escada rudimentar provocou um pequeno engarrafamento.

Foi mesmo junto à estrada que parámos para um pequeno lanche.

Dali podíamos ver um pequeno moinho que aproveita o curso de água ali existente do rio Fílveda.

Passagem junto ao parque de merendas de Além do Rio. Acho que devíamos ter parado aqui para lanchar, mas com fome, come-se onde calha.

Por entre as ruelas da aldeia...

... passámos junto à capela da Srª das Necessidades.

Um pouco ao lado, encontrei este monumento em memória dos combatentes do ultramar.

O grupo voltou então a atravessar a EN 328, para a partir daqui iniciar uma longa subida até ao ponto de partida.

O percurso segue, alternando por entre caminhos florestais e caminhos agrícolas.

À chegada à aldeia de Zebreiros, o céu tinha ficado limpo e tivemos direito a este panorama sobre a Ria de Aveiro. Fantástico!

Passagem pelo meio dos campos, antes de chegar à aldeia de Zibreiros, onde voltaríamos a encontrar um pequeno troço em alcatrão.

Mais acima, uma nova perspectiva sobre a Ria de Aveiro. Imagine que até era possível ver a silhueta lá ao longe do farol da Barra de Aveiro. Espectacular!

Depois de passar esta represa no Vale Grou sobre o curso do rio Fílveda, o caminho voltaria a bifurcar para sudeste.

Uma mina de água no percurso, perto da zona da nascente do rio Fílveda.

Mais à frente, chegámos ao final da subida e seguimos por uma longa recta, passando diante de uma zona onde existem uns aviários, e mais à frente voltaríamos a juntarmo-nos ao percurso do PR 1.1.

No final, depois de uma agradável convívio fez-se a foto da praxe com os elementos do grupo ANDAR.

O percurso tem no total cerca de 10 km, caracterizando-se por ser inicialmente sempre a descer para depois voltar a subir até ao ponto de partida. Podem encontrar os panfletos informativos aqui e aqui.

O mapa do percurso.

o gráfico de altimetria.

Boas caminhadas

Darasola

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