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No passado dia 20 de Janeiro, realizou-se mais um troço da futura via Algarviana, desta vez entre Vila do Bispo e o Cabo de S.Vicente. O ponto de partida foi a igreja de Vila do Bispo onde nos foi distribuido um mapa e uma descrição sumária do percurso.

O percurso atravessa a estrada nacional 268 pela ponte e passa junto do cemitério e do posto de transformação da EDP. Segue uns metros junto à EN 268 antes de virar para Sul ao longo de aproximadamente 6km.

Este monte do Cascalhar é um excelente ponto de referência do percurso.

Perto do Monte dos Amantes, o que ficou para trás...

Um pastor observava-nos tranquilamente.. O seu rebanho, nem por isso...

Quando ainda estamos em pleno inverno, a vegetação já era primaveril.

Um pouco mais adiante, junto à Alcaria do Melão, o percurso orienta-se para Oeste.

O percurso volta a cruzar a EN268.

Passagem debaixo da EN 268.

Depois seguimos durante alguns metros no caminho paralelo à estrada.

Até virar novamente para Oeste, para o lugar de Mesquita.

Mais sinais de uma vegetação primaveril. Um verdadeiro tapete de flores e de cores. Fantástico!

Este foi o local escolhido para o almoço improvisado. Seria o ideal para uma pequena sesta, infelizmente não houve tempo. Segundo o nosso guia, esta zona é um importante local de observação de migrações de aves.

Algum espécimen de vegetação endémica?

O percurso segue em direcção  SW, paralelo ao mar.

No horizonte, delineavam-se as sombras do gado a pastar.

No cruzamento junto a este conjunto de casas, vira-se à direita.

A placa devia estar aqui para ajudar, mas, deitada no chão, a ajuda não era grande.

Mais uma marca de flor de esteva. Finalmente descobri o seu significado. Corresponde às marcações deixadas por um grupo de caminhantes ingleses que já delineou a sua própria via algarviana. Agradeço as informações que me foram dadas por um dos seus membros. O site dessa Via Algarviana é o seguinte: http://algarveway.com/

Uma eira? No horizonte, o farol do cabo S. Vicente.

Sagres à vista.

Chegada à estrada que liga Sagres ao cabo S. Vicente.

Seguimos pela estrada até ao cabo S. Vicente.

Esta foto deveria ter bolinha vermelha no canto superior direito, mas não resisti a colocá-la aqui. Além disso, faz-me lembrar uma publicidade de um conhecido modelo de uma marca automóvel.

Com o farol à vista. Tá quase...

Flor de Esteva.

A vista para a costa Norte a partir do cabo de S. Vicente.

Chegada ao cabo (finalmente) e ao farol. Mais informações aqui: http://www.ippar.pt/sites_externos/sagres/Siteport/cabo.htm

http://pt.wikipedia.org/wiki/Cabo_de_S%C3%A3o_Vicente

http://www.algarve-web.com/algarve/svicentepor.htm

Não percebi bem qual foi a prova de ciclismo que se iniciou neste local, mas achei a estátua digna de ficar aqui... Fica mesmo junto ao forte do farol. O podómetro marcava 20 km embora os guias falassem em cerca de 17 km. Tenho de verificar se o podómetro está afinado :-)

Foi uma boa caminhada, simbólica por representar o final (ou o início) da via Algarviana.

EDITADO: o monumento acima representa a Ecovia que é um percurso ciclável desenhado ao longo da costa do Algarve, desde Sagres a Vila Real de Santo António.

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Trilho da Calcedónia - Gerês

por darasola, em 11.01.07

Este percurso foi um desejo amadurecido ao longo duns meses. Conheci a famosa fenda da Calcedónia por um colega de trabalho, no entanto nunca tinha ouvido falar dela (até parecia mal). Mas decidi que havia de conhecê-la assim que pudesse. O problema é que nunca podia .

Mas este verão, aproveitei as férias para tirar uns dias no Gerês e conhecer finalmente a Fenda da Calcedónia.

Sai do parque de campismo de Campo de Gerês e segui por estrada.

Cheguei ao marco da "Geira Romana" a antiga estrada que ligava Bracara Augusta à Galiza e continuei em direcção a Covide. No entanto, esta acabaria por ser uma opção errada pois, por esse lado, as marcações do percurso são pouco claras e ainda andámos um pouco perdidos. O mais fácil é virar à esquerda no cruzamento do marco.

Mais um marco da Geira Romana

A partir daqui começava a subida...

Estava tanto calor, e esta água estáva mesmo a pedi-las...  mas nao podia ser porque o percurso ainda estava no início...

A meio da subida, a vista sobre a zona de Covide é assim! Fan-tas-ti-ca!!!

O trilho quase não se vê com tanta vegetação, mas apesar de não parecer, nesta zona é fácil encontrar o caminho.

Mais uma perspectiva!

Quase chegados ao cimo!

Indicação junto à famosa fenda.

Cá está ela! A famosa fenda da Calcedónia.

É realmente uma coisa impressionante! Sentimo-nos pequenos perante a dimensão dos feitos da natureza. Espectacular!

Fotos tiradas do interior da fenda.

Chegados ao cimo do monte a vista domina o Gerês!

Já na descida, encontrámos rochas com aspectos curiosos...

Existe um bebedouro para os animais com um aspecto muito rústico na descida, quase a chegar à estrada. Soube muito bem aproveitá-lo para nos refrescarmos do calor torrido desse dia.

Já na descida pela estrada que nos levaria de volta ao cruzamento do marco da Geira romana do início do percurso. O percurso foi duro: aproximadamente 20 km, muito calor e um desnível muito acentuado no início que deu cabo das forças do pessoal. No entanto, toda a gente adorou! Um espéctaculo que recomendo.

Boas caminhadas

Darasola

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