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Caminhada - Moinhos de Figueiredo [Arouca]

por darasola, em 20.04.10

Mais uma pequena caminhada pelo concelho de Arouca, para descobrir um pequeno recanto que não conhecia: os moinhos de Figueiredo.

O percurso saiu do centro da vila, junto ao museu municipal, para seguir até à zona dos moinhos, alguns dos quais tinham sido aberto expressamente para podermos observar o seu funcionamento.

Seguimos pela estrada da Feira quinzenal.

A maior parte do tempo seguimos por estrada, mas ainda passamos por algumas zonas de trilhos bem interessantes.

Passagem debaixo da variante.

Alguém conhece o Stargate?

Abastecimento de água para os caminhantes.

Caminhando lado a lado com a variante.

Gostei particularmente de um cão que surgiu num local particular a fazer pose (ver fotos), calculo que deva ser amigo do carteiro.

Um lagar de vinho em pedra numa casa quase em ruínas.

A visita a uma moinho em funcionamento.

Ei-lo a trabalhar.

A energia motriz: H2O.

Mais adiante, a organização tinha preparado uma mesa com broa quentinha para acompanhar com presunto, mel, azeitonas, vinho e bagaço com mel e as pessoas não se fizeram rogadas.

O percurso culminou com a chegada ao "prado dos moinhos", onde encontrámos uma série de moinhos (alguns em ruínas) numa zona particularmente bonita e que agradou bastante.

Uma pedra com um estranho corte retilíneo.

A partir daí o regresso iniciou-se de volta a Arouca, passando pela capela de Figueiredo e pela Igreja do Burgo, onde seguimos ao longo do GR28 até ao museu.

Vista para a Senhora da Mó.

Um muro de sustentação da estrada com uma levada incorporada.

Cruzeiro do S. Aleixo.

Espigueiro ou canastro.

Chegada ao Museu municipal.

Foto final de grupo.

Uma pequena caminhada de 7 km que serviu essencialmente para conviver e aproveitar as tréguas dadas pelo tempo instável.

Boas caminhadas

Darasola

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Amarante - PR2 - Rota de S. Bento

por darasola, em 15.04.10

 

A rota de S. Bento é um percurso de pequena rota (PR) com sensivelmente 12 km, cujo início é na praia fluvial do lugar de Rua, junto à ponte sobre o rio Ovelha, que está associada à história das invasões francesas.
O percurso segue inicialmente por entre casas, por caminhos de paralelos ou por pequenas estradas, sempre com o IP4 por perto e seguindo em direcção a Oeste, até que acabámos por passar por um túnel debaixo dessa via. Aí começa a subir em direcção ao lugar de Mosteiro. aí encontramos uma bifurcação onde surge a referencia do PR1 - Rota de Marancinho, que passa a cerca de 100m deste. Para os mais corajosos, podem sempre ligar um ao outro, realizando assim um percurso em "8". Depois deste cruzamento é sempre a subir por caminhos largos até chegar ao alto, onde encontramos o Marco geodésico do Picoto. A vegetação é essencialmente matos que nesta altura do ano começam a pintar-se de amarelo e violeta. As vistas a partir do alto do Picoto permitem 360º de paisagens deslumbrantes, com destaque para o Marão e o Monte de Sr.ª da Graça, lá ao longe... O percurso segue então em direcção a uma zona mais arborizada, até encontrarmos as ruínas da antiga estalagem. Umas ruínas interessantes às quais vale a pena dedicar algum tempo. Um pouco mais adiante, encontrei uma rocha enorme que indicava a proximidade da capela de S. Bento, padroeiro que dá o nome a este percurso. A pequena capela encontra-se lá no alto e permite umas belas vistas sobre o vale, onde se destacam para além do rio Ovelha, o rasto do IP4 e as actuais obras de construção da futura auto-estrada de Trás-os-montes. Continuando na mesma direcção por um estradão/corta-fogo, acabei por encontrar uma placa indicando que a partir daqui seriam 4 km sempre a descer até ao lugar de Rua. Pelo caminho ainda parei na "Fonte do Diabo", inscrição pintada numa pequena fonte de onde brota o sabor do Marão. Mais adiante encontrei um armazém de madeira junto a um cruzamento e virei até encontrar a antiga casa do guarda florestal. Estão em todo lado estas casas e o seu destino parece ser o mesmo: ser deixadas ao abandono e vandalizadas... Uma pena...
Mais abaixo volto a encontrar as zonas de campos e de vinhas, até chegar ao rio Ovelha. Voltei a passar debaixo do IP4 até voltar de novo ao lugar de Rua, um local bem rico do ponto de vista arquitectural, visto que alguns edifícios revelam construções imponentes e brasonadas, sinónimas de uma ruiqueza patrimonial que os locais e descendentes souebram preservar.
Este foi um percurso que me agradou muito, não pelas paisagens, mas também pelas vistas. Foi uma boa escolha.
Volto a referir a possibilidade de juntar os dois percursos num só, que aumenta a distância e a dificuldade, mas também o desafio.
Uma pequena nota ainda para o facto de ambos esses percursos terem uma marcação algo deficiente, falhando nalguns cruzamentos essenciais. Valeu o bom senso e a orientação. Apesar da orientação dada pelo GPS não tinha encontrado na net o trilho deste percurso, pelo que decidi disponibilizá-lo no aplicativo Wikiloc que encontram na barra lateral do blog.
Boas caminhadas
Darasola

 

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