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Corredor Ecológico de Valongo

por darasola, em 25.07.11

A minha última descoberta foi o chamada Corredor Ecológico de Valongo, um percurso misto que se inicia no centro da cidade e acaba na serra de Valongo, ligando o Parque Radical (junto às portagens da A4) à aldeia de Couce. Podem encontrar as informações disponibilizadas pela câmara clicando aqui.

 

Esta é a sinalização existente no início do percurso...

... junto ao Parque da Juventude.

Logo ao lado encontrei este painel que serve de ponto de encontro para realizar caminhadas todos os domingos às 9h. Uma boa forma (e barata) de incentivar a população à prática de caminhadas.

Existem marcas pintadas de verde no chão na parte urbana do percurso para indicar o caminho. A cor é o verde, uma vez que o corredor ecológico também é conhecido como o trilho verde (Existem um amarelo e um vermelho, de acordo com a dificuldade do terreno). Na foto em cima, uma seta no meio do passeio.

Também se encontra vários postes de sinalização do percurso, com alguns sinais de trânsito e uma pequena porção da carta militar do percurso indicando onde nos encontramos.

O corredor segue pelo passeio junto à estrada.

Nos cruzamentos, as marcas verdes no chão são uma grande ajuda. Uma técnica que desconhecia, mas que se revela adequada.

O percurso tenta fugir da confusão das ruas seguindo o curso do rio Simão, que atravessa o centro da cidade de Valongo.

O uso de passadiços de madeira torna o percurso mais interessante e agradável.

Quem imagina que em pleno centro de Valongo existe este pequeno moinho?

Uma das zonas mais movimentadas do percurso é a chegada junto da Junta de Freguesia de Valongo, onde existe este pequeno parque e onde se faz a travessia da movimentada EN 15.

Depois, continua nos mesmos moldes. Aqui, junto a uma loja de uma superfície comercial bem conhecida.

Em pleno centro de Valongo ainda há espaço para ovelhas...

... e campos de milho.

O percurso chega então ao Parque Municipal de Valongo, uma zona muito procurada por sinal nesse dia.

Uma pequena ponte para a travessia do rio Simão.

O corredor é usado como um percurso para as deslocações diárias, não apenas para "exercício".

Pouco a pouco começa a deixar o reboliço da cidade para trás...

... e adoptar características de trilho florestal. Nesta zona, um incêndio deve ter flagelado a paisagem. Como consequências, todas as árvores foram cortadas e os terrenos evidenciam sinais da erosão.

A partir daqui, é fundamental seguir as indicações dos postes de sinalização para não nos perdermos. (Na foto, o caminho é à esquerda, pela descida.)

Uma bonita paisagem da envolvência do vale do rio Simão.

Mais uma perspectiva.

Existem escadarias para vencer algumas zonas mais complicadas.

Caminha-se sempre com o rio (ribeiro?) como companhia.

Passagem por algumas zonas de vinha.

A chegada à pequena ponte suspensa, cuja travessia até acaba por ser um divertimento.

Outra perspectiva.

Mais escadas...

... e mais passadiços até chegar...

... à zona do Fojo.

Uma mina romana de extracção de ouro.

Logo adiante encontramos a estrada de acesso à aldeia de Couce e o ponto de encontro de dois outros percursos: o vermelho (logo ao lado) e o amarelo (do outro lado do rio).

Encontramo-nos então na zona da Azenha.

A estrada em calçada de acesso à aldeia é por onde seguimos pelo percurso.

Chega-se então à foz do rio Simão, onde desagua no rio Ferreira, que se encontra infelizmente bastante poluído.

Nesta bifurcação, abandonamos a estrada em calçada para seguir pelo trilho.

Este torna-se mais estreito.

E é possível encontrar algumas marcas da passagem do tempo, com o regos cavados pelas rodas dos carros de bois que muito devem ter trilhado este percurso.

A primeira imagem da aldeia de Couce.

Quase a chegar...

... à entrada da aldeia

Esta foi alvo de uma requalificação em 2007, no entanto os edifícios continuam a evidenciar sinais de abandono e ruína.

Acredito que sejam poucos os habitantes no local. Apenas encontrei um senhor já idoso.

O percurso desce em direcção ao rio Ferreira.

Esta é a ponte de Couce.

A sua construção não deixa dúvidas de que durante o inverno, as águas do rio Ferreira serão bem fortes. Neste dia, apenas se destacava a cor acastanhada de aspecto desagradável.

O percurso continua na margem oposta, tal como indicado pela sinalização.

Aqui as características são essencialmente de um trilho florestal largo e com piso algo solto.

É visível alguns escombros de depósitos de inertes, um sinal evidente de alguma actividade mineira no local.

O percurso segue pela esquerda descendo em direcção ao rio e realiza uma volta, pois regressaremos a este local pelo caminho do lado direito.

Continuamos ao longo do rio...

... passando por esta nascente, onde não devemos deixar de respeitar o pedido da placa. Não sei é se as águas neste local serão potáveis.

A partir daqui o percurso abandona o vale do rio, subido serra acima...

... por um trilho estreito...

... com um desnível que faz aumentar o batimento cardíaco e a respiração torna-se mais ofegante.

No fim da subida, conseguimos observar a zona da pedreira de extracção das famosas lousas de Valongo.

Começamos então a descer até à bifurcação vista na foto mais acima.

Regressámos então à zona da Ponte de Couce...

... e do rio Ferreira.

A nova passagem pela aldeia de Couce revela mais alguns detalhes da sua tipicidade rural...

... com as suas estreiras ruelas.

Acabei por sair da aldeia pela estrada de acesso à mesma e voltei a encontrar o trilho mais adiante na zona da Azenha. O percurso do Corredor de Valongo tem cerca de 9km, no entanto por ser linear, é necessário contar com o regresso, o que acaba por perfazer uma distância total de 16 ou 17km. Claro que podem sempre tentar arranjar um transporte que vos apanhe junto à aldeia de Couce, mas não é bem a mesma coisa.

Espero que apreciem descobrir este pequeno trilho com características "serranas" bem próximo do grande Porto. O trilho GPS usado pode ser encontrado aqui.

Boas caminhadas

darasola

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Os percursos do Bocage e do Rio Jardim foram umas das descobertas recentes. São dois pequenos percursos que facilmente podemos conjugar (tal como fiz), para percorrer a zona do projecto da BioRia. Juntei o PR3 (Percurso do Bocage) com o PR2 (Percurso do Rio Jardim), realizando assim um trilho com cerca de 6km no total, sem dificuldades, uma vez que o trajecto é todo plano.

Iniciei o percurso do Bocage junto à ponte velha do Esteiro de Canelas.

Ao longo do trajecto estão disponíveis vários painéis informativos explicando o tipo de fauna e de flora existentes.

Algumas fotos desses painéis.

 

A paisagem é composta por uma vegetação rasteira nas zonas passíveis de contacto com a água.

O caminho também passa por zona agrícolas.

Algumas cegonhas pousaram por ali. É frequente encontrá-las nesta zona.

Até que cheguei à zona da linha do Norte.

Mais informações sobre o percurso do Bocage.

Um T0 para algum casal de cegonhas que queira ali nidificar.

A partir daqui seguimos pelo trilho do Rio Jardim (PR2), cuja paisagem em nada difere do anterior visto que poderemos dizer que este último é um percurso "interior" à área coberta pelo primeiro (Ver Mapa).

Aqui, a cor verde da vegetação era particularmente intensa.

Aspecto da vegetação.

Neste trilho do Rio Jardim existe um torre de observação da fauna.

A vista lá do alto.

Aqui também estão rpesentes os painéis informativos.

O percurso volta para junto da linha de comboio, pois tem a forma de um "U", onde voltámos ao percurso do Bocage.

A placas de sinalética dos percursos.

Existe junto ao viaduto do comboio, um painel informativo do percurso do Bocage.

Regressámos ao ponto de partida, seguindo o  Esteiro de Canela, que fomos seguindo para voltar ao ponto inicial.

Este são os dois percursos. O percurso exterior é o do Bocage (PR3) e o mais pequeno, que se encontra no interior do 1º é o do Rio Jardim (PR2).

Para aceder à página oficial, cliquem nos respectivos links de cada uma na linha anterior.

Boas caminhadas

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