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Fenda da Calcedónia (Gerês) - o regresso

por darasola, em 30.08.11

Foi já há 4 anos que fui pela primeira vez à Calcedónia. Na altura foi a descoberta do percurso de Campo de Gerês, passando por Covide até ao alto do monte da Calcedónia. Foi um percurso longo e exigente, pelo que desta vez queria regressar ao local, mas com menos quilómetros percorridos. Decidi então iniciar o percurso junto à estrada que liga o Campo de Gerês às Termas do Gerês (sensivelmente nestas coordenadas N 41º 43.424 W 008º 11.340)

Existe um largo no local e um trilho que segue na direcção da Calcedónia, pelo que é muito fácil encontrar o caminho.

Cá está o trilho que serpenteia em direcção ao alto.

O maciço granítico da Calcedónia.

Com o zoom no máximo, consegui esta fotografia onde se vê alguém no alto do monte de granito.

Pelo caminho, passei por este bebedouro onde estavam vários bovinos, ou não estivesse um dia de calor em que se alcançou os 32º.

Pelo trilho, numa zona com muita pedra solta.

Lá ao fundo, conseguia ver o S. Bento da Porta Aberta.

Optámos por contornar o maciço pela esquerda (lado sul), o que viria a revelar-se um erro. Acabámos por encontrar uma pequena fenda (não a verdadeira fenda), mas que permitiu adoçar a boca para o que se preparava.

Outra perspectiva. Como a seguir a este local não conseguíamos acesso à entrada da verdadeira fenda, depois de várias tentativas frustradas, optámos por regressar ao percurso e contornar o maciço pela direita (vertente norte). Esta é a opção correcta, pelo que não recomendo a quem quiser fazer este percurso cair no mesmo erro que nós. Acabámos por cansar-nos desnecessariamente, o que condicionou o resto do trilho.

De regresso ao percurso marcado, encontrámos marcas pintadas e mariolas.

O trilho leva a uma espécie de gruta...

... encontrámos novas marcações. Estávamos no caminho certo!

Passámos junto à pedra "Moby Dick", que tem a curiosa forma de uma baleia.

Um esqueleto de uma árvore parecia estar a marcar o caminho.

O sol ia alto e quase nem dava para perceber que estávamos diante da entrada da fenda.

Cá está ela! Não parece, mas é mesmo por aqui.

Quando entrei, já outro grupo ia a subir.

De dentro da fenda, tirando uma foto para fora.

É sempre a subir, trepando pelas rochas que existem na fenda. Parecem ter sido colocadas especificamente para permitir a nossa passagem.

O sol entrando mesmo a pique pela fenda.

Mais um pequeno esforço...

Quase a alcançar a saída...

Cá está! Vista do lado de fora até é decepcionante ver que parece apenas ser mais uma cavidade, mas a verdade é que é por ali que saí.

Para chegar mesmo ao topo, ainda há mais dificuldades. Foi necessário trepar uns rochedos, que acabaram por deixar algumas marcas no corpo. Nem toda a gente conseguirá alcançá-lo e com mau tempo ou até apenas húmido, a subida pode tornar-se muito perigosa. Por isso, cautela!

Cá estou eu,  no topo da Calcedónia!

Deixo agora uma série de fotos de uma panorâmica de 360º: uma...

duas...

três...

quatro...

e cinco.

A verdade é que as fotos não fazem jus à beleza do local, pelo que recomendo que vejam com os vossos próprios olhos. Depois, foi necessário encontrar o caminho para descer (o que não é assim tão fácil) e encontrar o trilho novamente.

Depois, tudo foi simples e regressámos pelo mesmo trilho por onde começámos este percurso.

Algo me diz que voltarei outra vez à Calcedónia...

Boas caminhadas

darasola

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Passeio Geológico da Foz do Douro [Porto]

por darasola, em 18.08.11

Resolvi participar em mais uma acção do programa Ciência-Viva no Verão, que desta vez me levou ao Porto, à descoberta do Passeio Geológico da Foz do Douro. O ponto de encontro realizou-se no pequeno auditório situado perto da Foz, onde foi projectado um filme sobre as origens do planeta e sobre os processos de formação das rochas que o compõem, em especial as da zona das praias do Porto. Ainda foi possível observar lamelas de algumas das rochas dessa zona ao microscópio e observar à lupa diversos tipos de grãos de areia de diferentes áreas da orla marítima portuguesa. Em seguida, apanhámos o autocarro até ao Castelo do Queijo, onde começámos a observação in-loco, sempre com as explicações da simpática guia. Confesso que fiquei um pouco baralhado com tanta rocha e tanta explicação, mas aprendi muita coisa. Não vou reproduzir aqui o que me foi ensinado, com receio de cometer algum erro científico, uma vez que essa não é a minha área, mas recomendo a todos que, caso tenham a oportunidade, realizem esse passeio explicativo da geologia da orla costeira do Porto.

A caminhada não teve, obviamente, nenhuma dificuldade especial, visto que o trajecto é extremamente fácil, com uma distância de cerca de 2,5 km. O único cuidado a ter foi colocar protector solar, uma vez que o calor se fazia sentir e por isso as praias estavam cheias, com pessoas que olhavam para nós com ar de quem perguntava que raio estávamos nós a fazer a olhar para as pedras. Só prova que há formas diferentes de apreciar a praia.

Ficam as fotos e o link para o site oficial onde podem encontrar informações sobre os contactos.

 

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