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Fafe - Barragem da Queimadela - PR4

por darasola, em 28.03.12

Fafe é conhecida entre os caminheiros como uma terra de bons trilhos a descobrir. Apesar de ter ido a Fafe mais do que uma vez, nunca tinha feito nenhum trilho local. como já ouvira falar bastante da Barragem da Queimadela, decidi aproveitar para conhecer a caminhar. Escolhi o PR4, um pequeno percurso de cerca de 3 km, mas o GPS marcou 4 km. Podem encontrar o panfleto da caminhada neste link.

O triho é chamado de trilho verde da marginal por ser um percurso circular à volta da barragem da Queimadela, um fantástico espelho de água.

O dia estava fantástico e desta forma o lago da albufeira era um verdadeiro espelho na água.

Iniciei o percurso junto ao paredão da barragem.

A vista a jusante da barragem.

O paredão e a água a escorrer.

Por aqui surge marcas de dois percursos: o PR4 e o PR11(Trilho dos apanha-pedrinhas)

O trilho surge logo a seguir ao paredão da barragem.

Vista sobre o paredão.

O dia era de inverno, mas só a vegetação nos revelava esse facto. Apesar de algum frio matinal, o sol brindou-nos com um belo dia.

Aqui os dois percurso separam-se. O PR4 segue pelo lado direito e o PR11 pelo lado esquerdo.

O reflexo na água parece uma pintura impressionista.

Pouco depois, o trilho abandona um pouco as margens da barragem e segue por um antigo caminho até um pequeno lugar, onde apenas existem algumas casas.

Belos espigueiros e a respetiva eira.

Sinais do passado.

Gostei da perpendicularidade das linhas das pedras da casa.

O caminho bifurca à direita e abandona este local.

Mais um espigueiro, mas desta vez, um renovado.

O trilho passa a ser relativamente estreito e adquire outro encanto.

Leva-nos à aldeia recuperada do Pontido.

A aldeia do Pontido é uma aldeia turística recuperada, onde tudo foi reconstruído com bom gosto.

Por ali corre o rio Vizela ainda com água límpidas e despoluídas.

Passar pelas ruelas da aldeia é mesmo muito agradável.

Placas informativas sobre o pisão e os seus moinhos.

É possível observar um moinho em funcionamento.

Trilho da saída da aldeia.

O trilho desce ligeiramente numa zona onde o piso é um pouco irregular.

Surge então uma escadaria improvisada para aceder a um patamar mais abaixo onde voltamos a encontrar as margens da barragem.

É possível apreciar uma bela queda de água formada pelo rio Vizela. De verão, o local deve ser propício a banhos.

A partir daqui segui por um passadiço de madeira bastante largo até ao parque de merendas.

Chegada ao parque de merendas.

Ainda e sempre a vista para a barragem.

A água é límpida a ponto de se ver as folhas no fundo.

Mais um ribeiro que vem desaguar à barragem.

É só subir as escadas para abandonar o parque de merendas e chegar à zona do parque de campismo.

Placard informativo com o esquema da barragem.

Por ali também passa o PR1 local. Facilmente se conclui que é uma zona de visita obrigatória deste concelho.

Chegada ao ponto de partida.

Tudo acaba onde começou.

 

Avaliação:

Marcações: Bom

Paisagem: Muito Bom

Dificuldade: Fácil

 

Boas caminhadas

darasola

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Mais uma vez regressei a Vouzela para conhecer um dos seus percursos marcados, desta vez o PR7 - Trilho das poldras. As poldras (também existe os termos alpondra e pondra) são um carreiro de pedras que está disposto num curso de água de modo a poder atravessá-lo sem molhar os pés.

Embora as referências percurso iniciou-se em Fataunços, junto à capela no largo de Stº António.

O grupo a apear-se do autocarro.

A partir daí fomos seguindo as marcações do percurso em direção ao largo de S. Carlos, o local referenciado como o ponto de início do percurso.

Entre muros.

Casa em ruínas.

O grupo no largo de S. Carlos.

O painel do percurso.

Seguimos então em direção a Bandavises.

As cores do outono ao longo do caminho.

Núcleo de Bandavises.

Uma varanda restaurada e florida.

Um espigueiro cheio de espigas de milho. Uma visão cada vez mais rara.

Pelo trilho rural.

Marcações.

Um amanita muscaria. Não comer!!!

Outro. Tão belos e tão perigosos.

Painel informativo junto ao moinho.

Um aspeto do moinho.

A travessia das poldras. Não houve nenhuma queda a registar, mas não faltava quem pedisse alguma animação. O local é de grande beleza e a travessia torna-se um pequeno divertimento, no entanto é bastante demorada.

Um belo cenário natural da ribeira de Ribamá.

O grupo ainda não tinha todo atravessado.

Uma das partes mais bonitas do percurso é o caminho logo a seguir às poldras, cheio de musgo verde, com lajes enormes.

Aqui chega-se ao local onde há uma bifurcação no caminho. Se optar pela alternativa 2, o percurso segue pela antiga linha do Vouga. Optámos pela alternativa 1.

Seguimos para a ponte Pedrinha.

Mais cogumelos.

Ponte pedrinha, à primeira vista não parece nada de especial.

Mas, ali em baixo, quase escondida pela ponte nova...

... existe uma ponte medieval, sobre a ribeira de Ribamá.

Um recanto escondido.

Continuámos pela estrada e cerca de 100m adiante virámos à esquerda para um caminho florestal.

A gilbardeira (Ruscus aculeatus L.)

Chegámos então ao açude das fidalgas.

O caminho continuava por ali, do outro lado do rio, mas não havia poldras. Soubemos mais tarde quando passámos no porto de turismo de Vouzela, que as comportas eram abertas quando chegava o inverno para que as poldras não ficassem cobertas pelas águas. Infelizmente ainda não tinham mandado lá ninguém para tratar disso. Tivemos de arranjar uma alternativa que passou por regressar até à estrada e seguir até encontrar novamente o trilho mais adiante.

Aqui o vento sopra com força!

Uma fonte quase coberta de vegetação.

Encontrámos umas estranhas estátuas com um forma antropomórfica, em jeito de alminhas, num cruzamento. Gostava de saber se isto tem algum significado especial.

Uma outra pedra tinha um aspeto de rosto.

O grupo na subida para o núcleo rural de Crescido.

As últimas uvas do ano.

Toca a subir.

Um aspeto do trilho.

Mais um pequeno trilho entre muros.

Chegada à zona da igreja de Fataunços, onde existe um largo com este pelourinho.

A igreja de Fataunços.

Pelas ruelas de Fataunço.

Ainda encontrámos algumas pessoas a apanharem a azeitona de forma tradicional.

Soube-me bem voltar às caminhadas com o grupo ANDAR.CC e, uma altura em que o tempo ameaçava chuva, tivemos muita sorte já que só surgiu perto do final.

 

A versão que realizamos, tal como referi anteriormente, foi a menor. Podem encontrar o trilho na conta Wikiloc do darasola.

Boas caminhadas

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