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Para quem gosta de percorrer as antigas linhas de comboio abandonadas, fica a sugestão para conhecer a da antiga linha do Tâmega, que ligava a linha do Douro (em Livração - Marco de Canaveses) até Terras de Basto. Para já, é possível começar em Livração. Até é possível apanhar o comboio do Porto até aqui, e seguir a pé pelo troço. Chegados a Amarante, é possível continuar até ao limite do concelho pela Ecopista, mas esta já se encontra requalificada, com um tapete betuminoso. Há projetos para continuar até Celorico e Mondim de Basto, mas ainda não está pronta. O percurso tem cerca de 23 km e devem contar com o regresso ou então recorrer a um transporte até ao ponto de Partida.

Ficam as fotos do percurso.

Estação de Livração na linha do Douro.

Eis o final da linha do Tâmega, o quilómetro 0.

Antiga locomotiva a apodrecer no local.

O escute e olhe foram-se...

Antigo dormitório da CP?

Passados poucos metros, os carris e as travessas desaparecem e pode seguir-se pela terra batida.

Campos com vinhas.

A pista e as vinhas.

Uma levada em pedra.

Vista para o rio Tâmega.

A antiga estação de Vila Caiz, agora transformada em sede de uma associação local.

As famosas "retretes".

A linha e o rio.

A linha e o viaduto do IP4.

Chegamos então a uma das zonas mais divertida e arriscada do percurso: a da passagem sobre uma velha ponte de ferro.

É possível atravessar com relativa segurança, seguindo pela plataforma do lado direito.

Em cima da ponte, olhando para trás, com o Tâmega ao lado.

Ao lado, mais uma ponte / viaduto: o do IP4.

Olhando para baixo.

Uma pequena ilha no Tâmega.

Chegada ao parque de diversões aquáticas de Amarante.

Passagem sob o viaduto à entrade de Amarante.

A terra batida desaparece um pouco e dá lugar ao alcatrão.

A ovelha não queria acreditar no que se estava a aproximar...

Um porco vietnamita!!!

Antes de chegar à antiga estação de Amarante, surge mais uma ponte. Esta é muito mais curta e não impressiona tanto.

Ainda deu para espreitar a estrutura da ponte, por baixo do nível do piso.

Chegada à estação de Amarante.

O local está (obviamente) fechado e começa a revelar sinais de degradação.

Ali começa a parte da Ecopista que foi requalificada.

Eis o aspeto da pista, em piso alcatroado de cor amarela.

(Proibido o trânsito pela linha) :-D

Existem barreiras de madeira a delimitar em segurança a pista.

Chegada ao túnel de Gatão com 153m de comprimento.

A antiga estação de Gatão com os seus belos azulejos.

Igreja de Gatão.

Em cima da ponte de Stª Natália.

Chegada à estação de Chapa. A ecopista acaba cerca de 1 km mais à frente e a partir daí é hora de regressar.

Fica a sugestão para um agradável percurso.

Boas caminhadas

darasola

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Quando se pensa em caminhadas na área do Grande Porto, a verdade é que só nos vem à cabeça percurso essencialmente urbanos. No entanto, descobri que existiam marcações de PR na zona da Serra de Canelas. Apesar de ter procurado na net algum site com informações sobre o mesmo, nunca consegui nada. Apesar de saber que a Serra de Canelas era um retalho de trilhos e mais trilhos, decidi aventurar-me seguindo as marcações na esperança de conseguir encontrar o trilho certo.

Iniciei o percurso junto à Igreja de Matriz, cujo padroeiro é S. João Batista. É uma belo edifício com um coreto excecional. Mais informações aqui.

Na imponente árvores junto à igreja surgem as primeiras marcas do percurso.

Segue-se então por esta rua ladeada de árvores e, no seu final, encontramos um corte à direita...

... que nos conduz por esta rua até alcançarmos os trilhos florestais.

Pouco a pouco vão surgindo os trilhos.

As marcas continuam a guiar-nos adequadamente pelo caminho certo e levaram-me a uma descoberta. Nunca antes tinha visto uma levada "metida" num muro.

Um engenhosa construção que permite juntar duas utilidades num único espaço. Realmente engenhoso e único...

As zonas com casas começam a ficar finalmente para trás e o trilhos passa a ser unicamente florestal.

A vegetação é composta essencialmente por austrálias e eucaliptos.

As marcações escasseiam um pouco e surgem um pouco perdidas ao longo do trilho, deixando algumas dúvidas sobre onde seguir.

O percurso começa então a subir pela serra e alcançámos a zona das pedreiras abandonadas. Com um ligeiro desvio do percurso podemos ver este cancro na paisagem. À primeira vista até pode não parecer, mas a zona é agora utilizada para depósito de aterro de inertes (e sabe-se lá mais o quê) e tem um aspeto pouco saudável. É mesmo uma pena.

Chegamos então à zona do planalto da serra onde circulamos por estradões de terra batida. Aqui, as ruínas de um edfiício com as marcações, junto ao caminho.

Aspeto dos estradões largos por onde circulamos. Nas bermas, era frequente ver lixo abandonado.

Cá está um dos locais com lixo junto à estrada.

O trilho começa então a descer.

Marcação no chão de uma pequena calçada.

Chegámos então à pequena capela do Senhor do Calvário.

As mimosas, apesar de serem uma infestante, dão um belo colorido ao local.

Dali, junto à capela, a vista permite-nos ver o mar.

Continuamos então a descer e voltámos a um percurso essencialmente urbano. Marcação junto a um lavadouro público.

Monumento ao pedreiro de Canelas.

Continuação do percurso pela rua fora, ladeando os muros de uma antiga quinta...

... cujos portões deixavam crer numa era de imponência do passado.

Encontrámos outras ruelas que nos levaram a um dos pontos mais estranhos do percurso.

A rua pouco a pouco foi estreitando..

... até nos levar a um portão de uma casa. A única saída e a continuação do percurso é por uma viela estreitíssima.

Por aqui é impossível duas pessoas cruzarem-se.

No final da viela, as marcações não deixam dúvidas de que era mesmo por ali. Foi uma parte divertida do percurso pelas suas caraterísticas inusitadas, mas que não é recomendada a pessoas ... mais cheiinhas.

Regressámos então ao local onde estveramos antes, junto do muro com a levada. Foi só virar novamente à esquerda e seguir por onde tínhamos vindo.

Regressámos então ao ponto de partida junto à Igreja Matriz de Canelas.

Este pequeno trilho com cerca de 5 km serviu apenas para satisfazer a vontade de caminhar um pouco. As suas paisagens não deslumbram, nem encantam, mas para quem viver ali perto é sempre uma opção para desentorpecer as pernas. Como o trilho está muito mal marcado, gravei o percurso no GPS e disponibilizo-o na conta darasola do Wikiloc.

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