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Nunca tinha caminhado em Vieira do Minho. Já que estava de passagem, nada como escolher um trilho entre a oferta local. A nossa escolha recaiu sobre o trilho da costa dos castanheiros pela sua curta distância e por permitir tomar contacto com a Serra da Cabreira. O mais complicado foi mesmo chegar lá pelos estradões de terra que servem de avesso. Depois de ultrapassada essa dificuldade, pudemos desfrutar da beleza da vegetação deste percurso. Ao longo de praticamente toda a extensão, caminhamos por entre uma densa vegetação verdejante. No entanto, sensivelmente a meio do mesmo, existe uma zona menos arborizada e onde foram cortadas árvores, retirando-lhe o interesse. De resto, pode-se dizer que não é um percurso com grandes vistas, dado que a vegetação não permite. Para qualquer botânico, o percurso deve ser um êxtase, tal a diversidade da flora. Refira-se que as marcações não são as ideais, visto que são pouco frequentes e deixam dúvidas e determinados cruzamentos. Não é um percurso com grandes pontos de destaque, mas é bastante agradável pelo contacto com a natureza.

Painel informativo do percurso, a informação é bastante llimitada em relação ao que é usual.

Ponto de partida e chegada: a casa florestal.

Aspeto do trilho.

Um pequeno curso de água.

As marcações do percurso são, infelizmente, poucas.

O percurso é feito praticamente sempre ao longo de caminhos florestais largos.

Desvio para o Talefe (seguir pela direita).

Vimos marcações de percursos para BTT.

Placa para o Talefe.

Passagem junto a uma represa.

Aspeto da vegetação das rochas.

Os liquens pendurados nas árvores.

Vista para as eólicas no alto da serra. Esta é a vista a partir do ponto mais alto do percurso.

Nas descida, a caminho do ponto de partida.

Serpenteando serra abaixo.

Voltamos a uma zona mais arborizada.

E sem dar por isso, estávamos no ponto de partida.

 

 

Ficha técnica: 

Distância: cerca de 7 km

Tempo: 2h +/-

Tipo: circular

Dureza física:

Dificuldade técnica:

Beleza do Percurso:

Marcação:

Informações sobre o percurso: aqui

Outros sites de relevo:

Panfleto oficial: aqui

Trilho GPX: aqui (um registo que não é meu, mas que corresponde aproximadamente ao que foi feito).

Ponto positivos: a vegetação e a tranquilidade ao longo do percurso

Pontos negativos: a falta de pontos de interesse assinaláveis

 

Boas caminhadas

darasola

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Tal como referido no post anterior, as Cies são um pequeno arquipélago ao largo de Vigo, que pertence ao Parque Nacional das Ilhas Atlânticas, que integra várias ilhas das Rias Bajas (Cies, Ons, Sálvora e Cortegada). São muitas vezes referenciadas como as Seychelles galegas e são constituídas por três ilhas – Monteagudo (ou Norte), O Farol e San Martiño. As 2 primeiras estão unidas por um longo areal, a praia de Rodas, considerada a melhor praia do mundo pelo diário inglês The Guardian (2007).

Os quatro percursos lineares ali existentes são os seguintes:

  1. Faro de Cies (3.5 km);
  2. Faro da Porta (2.6 km);
  3. Alto do príncipe (1.7 km);
  4. Faro do Peito (2.8 km).

Depois de ter percorrido os dois primeiros trilhos no dia anterior, restava-nos descobrir a ilha norte (Monteagudo).

Partida do parque de campismo e travessia da ligação entre as ilhas.

Vista para trás, para a ilha do farol e o parque de campismo.

Planta do arquipélago logo à saída do barco.

Placas informativas.

Aspeto do caminho inicial.

Pequeno desvio até ao areal da praia de Figueiras (ou dos alemães).

Aqui encontramos muito eucalipto.

Pequeno desvio em direção ao Alto do príncipe.

Deixamos o alto do príncipe para o regresse e seguimos em direção ao Faro do Peito.

Num desvio até uma das áreas de trabalho, descobrimos esta estranha construção que se parece com um forno, no qual está esculpida uma vieira em pedra, lembrando o caminho de Santiago.

Seguimos o trilho até ao observatório das aves.

Pelo caminho, encontrámos uma área com vestígios de edifícios, agora completamente em ruínas.

Binoculos e farol. Mais simples não podia ser...

O observatório para estar suspeso no vazio, felizmente é apenas uma ilusão devido à perspetiva.

Regressamos à bifurcação para seguir agora até ao farol.

O farol é mais um farolim que ilumina a ponta norte da ilha do Monteagudo.

Regressando.

Voltamos a bifurcação que nos levava ao alto do príncipe e seguimos até ao local referenciado, onde fomos premiados com esta vista fantástica para sul.

A cadeira da rainha, uma estranho formação rochosa que mais parece um trono feito à medida.

A vista sobre a ligação das ilhas, o lago, o parque de campismo e a praia de Rodas.

No regresso, voltamos pela praia

E claro que não resistimos a ficar por ali...

 

Ficha técnica: 

Distância: cerca de 10 km

Tempo: 2h30 +/-

Tipo: corresponde a dois percursos lineares

Dureza física:

Dificuldade técnica:

Beleza do Percurso:

Marcação: inexistentes, visto que não é um percurso marcado

Informações sobre o percurso: indisponível

Outros sites de relevo: http://ilhascies.com

Panfleto oficial: indisponível

Trilho GPX: aqui (um registo que não é meu, mas que corresponde aproximadamente ao que foi feito.

Ponto positivos: a beleza das paisagens e praia

Pontos negativos: n/a

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