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Quem diria que entre Fiães e Corga do Lobão está a crescer um agradável percurso sobre passadiços de madeira, ao longo das margens do rio Uíma? O primeiro troço já existe ha alguns anos, mas desenvolvia-se unicamente a  sul da EN. 326 e já tinha tido oportunidade de o conhecer em 2012. No entanto descobri recentemente que foram construídas mais zonas de passadiços nesta zona e acrescentadas outras a norte da mesma estrada nacional que assim divide o percurso. Estes passadiços dão-nos a conhecer uma área essencialmente pantanosa e bastante arborizada, com uma grande beleza natural. É possível encontrar pequenas represas e canais, onde a água flui em abundância ao longo do ano. Também foi edificada uma torre de observação de aves para os amantes de birdwatching. Do lado norte, ainda estavam em construção áreas de apoio aos visitantes, possivelmente zonas para merendar. Atrevo-me a dizer que este local tem imenso potencial, cabendo às entidades locais desenvolvê-lo e zelar pela sua proteção, podendo tornar-se numa atração ao nível de outros locais do género, como por exemplo as lagoas de Bertiandos.

Ficam as fotos.

Início pelos passadiços a sul da estrada, logo junto ao estacionamento criado para os visitantes.

As zonas pantanosas.

Nesta zona ainda não foi concluído o passadiço, pelo que se segue por um caminho de terra junto aos campos rurais.

Todos estes passadiços correspondem à 1ª fase deste projeto, já existindo há alguns anos.

Uma pequena queda de água.

Estes passadiços já correspondem à parte mais recente.

Curvas a perder de vista.

Chegada à zona da torre observação de aves.

Todo esta zona, inclusive a torre, está construída sobre as águas e terras alagadas.

Continuação para além da torre.

Campos alagados.

Chegada ao estacionamento na ponta sul. Regressei sobre os meus passos até voltar ao ponto de partida.

Passagem pela EN 326, que divide os percursos a meio.

Aspeto da zona nova, a norte da EN 326.

Estes pisos de segurança servirão provavelmente para colocar mobiliário urbano de apoio aos visitantes (parque infantil, parque de merendas ou parque de manutenção?)

Estruturas de abrigo.

Pontos de observação de fauna.

Ponte de madeira construída sobre a ribeira.

O percurso a norte da EN 326 leva-nos até à zona da ponte da Tabuaça.

Regresso ao ponto inicial, junto ao estacionamento na EN 326.

Esta zona é ótima para quem for de perto, permitindo fazer a sua caminhada diária num local bem agradável. Vale também uma visita para descobrir os encantos deste percurso com cerca de 4 km no total.

 

Ficha técnica: 

Distância: cerca de 4 km

Tempo: 45 min (+/-)

Tipo: linear

Dureza física:

Dificuldade técnica:

Beleza do Percurso:

Marcação: não se aplica

Informações sobre o percurso: não disponível

Outros sites de relevo: não se aplica

Panfleto oficial: não se aplica

Trilho GPX: Wikiloc darasola

Ponto positivos: beleza do percurso, tranquilidade ao ouvir a água

Pontos negativos: ainda se encontra algum lixo pelo percurso e o facto de não estar ainda concluído (embora não seja bem um facto negativo)

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Passeio - Parque Oriental do Porto

por darasola, em 26.03.14

 

 

Para quem quiser caminhar / passear na cidade do Porto, para além do muito conhecido Parque da Cidade entre a Av. da Boavista e a circunvalação, existe um outro parque menos conhecido: o Parque Oriental da Cidade do Porto. Situado, como o nome indica, na parte oriental da cidade, junto às margens do Rio Tinto, o projeto prevê uma área de 53 ha, no entanto apenas possui para já uma área de 10 ha. A sua visita permite encontrar semelhança com o outro parque da cidade no que diz respeito à arquitectura e isso é normal uma vez que o o projeto é do mesmo arquitecto paisagista que projetou o Parque da Cidade: Sidónio Pardal, bem como muitos outros (Parque do Rio Ul em S. João da Madeira, Parque de Ovar, Parque da Cidade da Póvoa de Varzim, etc.). Pelos seus caminhos é possível fazer um pequeno circuito suficiente para manter a forma e aclarar as ideias e lutar contra o stress.

Ficam as fotos:

 

Boas caminhadas

darasola

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