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Trilhos do Monte Castro - Penafiel

por darasola, em 23.04.14

Jornada dupla pelas terras penafidelenses para (re)descobrir a zona florestal entre Penafiel e Vila Boa de Quires, por trilhos essencialmente florestais sem grandes motivos de interesses. Fica apenas o registo sem grandes fotos, pois a paisagem foi alvo de incêndios no verão passado e encontrava-se completamente desarborizada.

Uma panoramica sobre a zona dos trilhos.

O registo do 1º trilho.

 

Registo do 2º trilho.

 

Ficha técnica: 

Distância: cerca de 19 km no total

Tempo: 6 (+/-)

Tipo: circular

Dureza física:

Dificuldade técnica:

Beleza do Percurso:

Marcação: n/a

Informações sobre o percurso: n/a

Outros sites de relevo: n/a

Panfleto oficial: n/a

Trilho GPX: n/a

Ponto positivos: O afastamento do reboliço da civilização

Pontos negativos: a falta de interesse dos percursos e a falta de vegetação

Autoria e outros dados (tags, etc)

Depois da e da etapas, seguiu-se mais uma parte desta grande rota que atravessa o concelho de Arouca. Esta etapa ligou o Candal, local onde tínhamos terminado anteriormente, até Silveiras, uma pequena aldeia perdida nas encostas da Serra da Arada. A altimetria é algo complicada nesta zona com uma descida fácil, mas longa num estradão de terra batida até Covêlo de Paivô, a que se segue uma subida longa e complicada (pelo menos no caminho antigo depois de abandonar a estrada de acesso à aldeia) até alcançarmos novamente a cumeada. Depois de atravessar a estrada de ligação a Regoufe, voltamos a descer e subir até chegar ao final da etapa. O dia esteve fantástico e até gostava de ter continuado o percurso até Meitriz, no entanto devido à heterogeneidade de andamento do grupo, optamos por ficar em Silveiras.

Vista geral da aldeia de Candal.

Vista para a vizinha aldeia de Póvoa das Leiras.

Cruzamento de caminhos: GR28 e PR2 (Rota das Bétulas - S. Pedro do Sul).

Uma aldeã junto a um espigueiro (ou canastro como se diz por aqui).

Uma construção pouco comum na zona.

Início do estradão de terra batida que nos leva até ao rio Paivô.

Vista para a aldeia que abandonámos.

Ao longe, surgem as ruínas do complexo mineiro de Regoufe.

Para quem não conhece, vale a pena visitar este complexo de mineração de Volfrâmio, que teve o seu auge durante a 2ª guerra mundial.

A montanha e os seus vales impressionam pela sua grandiosidade.

Lá no fundo corre a ribeira do Paivô.

A natureza na sua plenitude.

Covelo de Paivô no horizonte.

No seu vale escarpado, a ribeira de Paivô forma imponente quedas de água.

Uma passagem em poldras junto à aldeia. O GR28 não passa por lá, mas não deixa de ser interessante ver as travessias usadas antigamente.

A aldeia de Covelo de Paivô.

A cor das águas do rio impressionam pela sua cor azul turquesa.

Os rápidos junto à ponte.

A vistas sobre a referida ponte.

Campos de cultivo e gado bovino.

Pelas ruelas da aldeia.

Abandonamos as ruelas, para passar a calçadas...

... e a escadarias.

Mais um canastro.

Passagem junto a mais uma escola primária abandonada.

O percurso segue então pelo antigo caminho que ligava a Silveiras.

O grupo iniciando a subida.

As vistas olhando para trás, para o vale do Paivô.

O caminho segue por uma zona com muito mato, sendo que facilmente somos engolidos debaixo de uma cúpula de giestas.

Vista sobre as antigas minas das Cavadas.

Depois de atravessar a estrada local, encontramos um novo estradão descendente.

O percurso leva-nos a um local que proporciona uma belíssima vista sobre a aldeia de Silveiras.

Mais um plano geral.

Já a chegar à entrada da aldeia.

Caminhos cobertos de vinha.

O casario antigo está a ruir, pois já são poucas as pessoas que vivem nesta aldeia.

Chegada à capela de Silveiras onde demos por terminada esta etapa.

O interior da capela.

A próxima investida vai levar-nos pelo PR5, a famosa rota das tormentas, pelo que se esperam algumas dificuldades.

 

Ficha técnica: 

Distância: cerca de 11,5 km

Tempo: 5h30 (+/-)

Tipo: linear

Dureza física:

Dificuldade técnica:

Beleza do Percurso:

Marcação:

Informações sobre o percurso: n/a

Outros sites de relevo: n/a

Panfleto oficial: n/a

Trilho GPX: Wikiloc darasola

Ponto positivos: Serra da Freita e serra da Arada, aldeias tradicionais (Candal, Covelo de Paivô, Silveiras), paisagens rurais e serranias.

Pontos negativos: Dificuldades do trilho entre Covelo de Paivô e a cumeada devido à vegetação.

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