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Mais uma vez regressei a Vouzela para conhecer um dos seus percursos marcados, desta vez o PR7 - Trilho das poldras. As poldras (também existe os termos alpondra e pondra) são um carreiro de pedras que está disposto num curso de água de modo a poder atravessá-lo sem molhar os pés.

Embora as referências percurso iniciou-se em Fataunços, junto à capela no largo de Stº António.

O grupo a apear-se do autocarro.

A partir daí fomos seguindo as marcações do percurso em direção ao largo de S. Carlos, o local referenciado como o ponto de início do percurso.

Entre muros.

Casa em ruínas.

O grupo no largo de S. Carlos.

O painel do percurso.

Seguimos então em direção a Bandavises.

As cores do outono ao longo do caminho.

Núcleo de Bandavises.

Uma varanda restaurada e florida.

Um espigueiro cheio de espigas de milho. Uma visão cada vez mais rara.

Pelo trilho rural.

Marcações.

Um amanita muscaria. Não comer!!!

Outro. Tão belos e tão perigosos.

Painel informativo junto ao moinho.

Um aspeto do moinho.

A travessia das poldras. Não houve nenhuma queda a registar, mas não faltava quem pedisse alguma animação. O local é de grande beleza e a travessia torna-se um pequeno divertimento, no entanto é bastante demorada.

Um belo cenário natural da ribeira de Ribamá.

O grupo ainda não tinha todo atravessado.

Uma das partes mais bonitas do percurso é o caminho logo a seguir às poldras, cheio de musgo verde, com lajes enormes.

Aqui chega-se ao local onde há uma bifurcação no caminho. Se optar pela alternativa 2, o percurso segue pela antiga linha do Vouga. Optámos pela alternativa 1.

Seguimos para a ponte Pedrinha.

Mais cogumelos.

Ponte pedrinha, à primeira vista não parece nada de especial.

Mas, ali em baixo, quase escondida pela ponte nova...

... existe uma ponte medieval, sobre a ribeira de Ribamá.

Um recanto escondido.

Continuámos pela estrada e cerca de 100m adiante virámos à esquerda para um caminho florestal.

A gilbardeira (Ruscus aculeatus L.)

Chegámos então ao açude das fidalgas.

O caminho continuava por ali, do outro lado do rio, mas não havia poldras. Soubemos mais tarde quando passámos no porto de turismo de Vouzela, que as comportas eram abertas quando chegava o inverno para que as poldras não ficassem cobertas pelas águas. Infelizmente ainda não tinham mandado lá ninguém para tratar disso. Tivemos de arranjar uma alternativa que passou por regressar até à estrada e seguir até encontrar novamente o trilho mais adiante.

Aqui o vento sopra com força!

Uma fonte quase coberta de vegetação.

Encontrámos umas estranhas estátuas com um forma antropomórfica, em jeito de alminhas, num cruzamento. Gostava de saber se isto tem algum significado especial.

Uma outra pedra tinha um aspeto de rosto.

O grupo na subida para o núcleo rural de Crescido.

As últimas uvas do ano.

Toca a subir.

Um aspeto do trilho.

Mais um pequeno trilho entre muros.

Chegada à zona da igreja de Fataunços, onde existe um largo com este pelourinho.

A igreja de Fataunços.

Pelas ruelas de Fataunço.

Ainda encontrámos algumas pessoas a apanharem a azeitona de forma tradicional.

Soube-me bem voltar às caminhadas com o grupo ANDAR.CC e, uma altura em que o tempo ameaçava chuva, tivemos muita sorte já que só surgiu perto do final.

 

A versão que realizamos, tal como referi anteriormente, foi a menor. Podem encontrar o trilho na conta Wikiloc do darasola.

Boas caminhadas

darasola

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