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O regresso ao Algarve foi aproveitado para conhecer o Percurso Pedestre inaugurado há uns meses em Salir. Para quem não sabe, Salir é uma aldeia do concelho de Loulé, situada em pleno barrocal algarvio, com as suas típicas paisagens mediterrânicas. É uma terra que prezo muito e por isso aproveitei para regressar lá e conhecer um trilho que nunca tinha percorrido.

O percurso é circular e coincide, na sua parte inicial, com o trajeto da Via Algarviana (GR13) e vai descendo por caminhos agrícolas até encontrar um vale extenso de orientação Este / Oeste. Seguem-se as paisagens típicas do barrocal algarvio com a vegetação que lhe é característica.

As frutícolas em flor, a primavera estava em força.

Painel informativo que marca o início do percurso.

A azul, o trajeto do mesmo.

Local do início do percurso, mesmo junto a uma pastelaria e a um mini-mercado local.

Descendo por entre os campos de amendoeiras (já poucas havia em flor), com o maciço da Rocha da Pena em pano de fundo.

Travessia da Ribeira de moinhos, a partir de onde se inicia a zona agrícola.

Na zona, é possível encontrar várias noras para as culturas de regadio.

Painel informativo sobre o funcionamento das mesma.

Chegada ao lugar de Fonte Figueira.

A respetiva fonte.

Aí o percurso bifurca à esquerda (sudeste) em direção ao lugar de "Deserto" - um curioso nome.

Um rebanho a pastar por ali.

Encontrei este amontoado de placas de madeira que parecem ser daquelas usadas na sinalização dos percursos.

A partir daqui o trilhos quase que desaparece, mas basta seguir na mesma direção...

... para que volte a aparecer.

Esta zona do percurso é bastante agradável e leva-nos a caminhar por entre a minha árvore algarvia preferida: a alfarrobeira.

Vista para a aldeia de Salir.

O piso é particularmente duro e é fundamental um bom calçado.

Chegámos ao local assinalado no mapa como miradouro.

Esta é a vista a partir do local.

No percurso, mais um campo de amendoeiras.

Painel informativo.

Inclui a referenciação dos vários locais observáveis.

O trilho e um vigilante ancestral.

Já quase a chegar ao lugar de Covões.

Neste local, acabei por ser atacado por dois cães, um deles ainda conseguiu morder-me a mão, mas consegui meter-lhe medo a acabaram por me deixar em paz. Esta situação tem vindo a acontecer com cada vez mais frequência, o que acaba por ser um verdadeiro problema para quem caminha sozinho ou em grupos pequenos. Alguém tem uma sugestão para impedir ou defender-se desses ataques?

Depois de passar o lugar, o trilho começa a descer, primeiro por uma pequena estrada...

... que rapidamente abandonamos para voltar a uma caminho de terra.

Mais uma fonte que se encontra no percurso.

O caminho torna-se um pequeno trilho estreito...

... até chegar a este estradão.

Seguindo alguns metros pelo mesmo, acabámos por virar à direita...

... por um trilho que quase não existe, tal é a vegetação do local.

Felizmente, as marcações são bem visíveis e é facil seguir o caminho.

Cheguei então a um pequeno parque de merendas.

A partir daí, o trilho encaminha-se novamente para Fonte Figueira e lá reencontramos o trilho inicial por onde seguimos para regressar ao ponto de partida.

O percurso tem aproximadamente 6,3 km e é circular, estando referenciado com a duração prevista de 2h. É uma excelente alternativa para quem não tiver vontade de ir para a praia ou para ocupar um dia de férias, quando o tempo não permite fazer praia.

Para mais informações, é favor contactar via e-mail.

Boas caminhadas

darasola

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