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Castelo de Paiva - PR1 - Ilha dos amores

por darasola, em 17.09.12

Apesar de conhecer bem a zona, nunca tinha percorrido o único PR marcado de Castelo de Paiva. Sabia mais ou menos por onde passava, mas a oportunidade nunca surgira, até esta vez.

O percurso começa junto ao cais recreativo no rio Douro.

No local, existe um painel informativo do PR1 - Ilha dos amores.

O percurso leva-nos por uma antiga ruela em paralelos, que é o único acesso ao próprio cais.

Um belo azulejo que recorda que o Douro e o vinho estão interligados.

Vista para a ponte de Escamarão sobre o rio Paiva, cuja foz é mesmo ali ao lado.

A 1ª placa do PR.

A parte inicial do percurso é essencialmente a subir.

Estas alminhas marcam um ponto em que o percurso passa duas vezes fazendo um círculo.

Uma nódoa no percurso, mas um ponto de referência.

Passando por calçadas...

Atravessando a EN 222.

Autorretrato.

Um marco de referência.

Passagem pela capela de Stº António.

Na entrada do adro da igreja de Fornos, encontramos este original cruzeiro.

Igreja de São Pelágio de Fornos.

O percurso desce por uma pequena escadaria entre a igreja e o cemitério.

O trilho segue por estrada.

Ladeando a estrada, surge uma conduta de água no próprio muro.

O líquido precioso a correr.

Um tanque com água potável.

Ao longo do percurso, encontramos sinais da grandeza de antiga propriedades rurais.

Uma borboleta.

Castelo de Paiva é conhecida como sendo uma terra de bom vinho verde e a paisagem parece comprová-lo.

A vista sobre a igreja de Fornos por onde passámos.

Uma represa...

... com uma fonte de água fresca. (A garrafa de cerveja estava vazia).

Abandonamos então o caminho rural, para seguir por este pequeno carreiro.

As marcações falham em várias zonas do PR, nomeadamente nesta onde se pode encontrar marcas apagadas, tal como comprovado na foto.

Depois de passar junto ao que parece ser as ruínas de um edifício da cooperativa agrícola local, chegamos novamente à estrada nacional, junto à placa de Moimenta.

A grande confusão começa aqui, pois tudo sugere que se deve continuar do outro lado da estrada, no entanto a placa não deixa dúvidas de que se trata de uma propriedade privada. Aventurei-me à mesma, em busca de outras marcações até encontrar um indivíduo, que me perguntou o que andava ali a fazer. Explicada a situação, o mesmo informou-me que o percurso já não passa por ali. O traçado foi cortado nesta zona, mas a verdade é que a entidade que criou o percurso nunca atualizou as marcações.

Voltei à estrada e depois de estudar o mapa da zona, calculei que deveria reencontrar o PR se seguisse estrada abaixo e virasse depois à esquerda no 1º caminho que aparecesse. Foi o que fiz.

Seguimos então em direção ao que parece ser uma propriedade em ruínas, que entretanto foi parcialmente ocupada.

As marcações acabaram por voltar a aparecer, mas mais abaixo outra surpresa.

Esta curiosa placa, cuja resistência ao tempo me deixa sérias dúvidas, informava que o PR tinha sido novamente cortado e que deveria seguir à direita.

O percurso leva-nos então por um caminho rural...

... até regressar ao local das alminhas onde tinhamos passado no início do PR, fazendo um percurso circular até esta zona.

As alminhas que tinha visto no início.

Devemos então seguir este caminho, apesar de as marcações indicarem o caminho errado.

Aspeto do caminho a seguir.

Passagem do viaduto sobre a via rápida local.

Dali, já se conseguia avistar o Douro e a Ilha dos Amores.

Vista sobre a via rápida.

A vista para o Douro a jusante.

Entrámos então numa zona pertencente a uma grande propriedade (Quinta das Eirinhas?).

Seguimos ao longo de caminhos com muro antigos, num trilho cada vez mais a descer.

E encontramos um casa majestosa da Quinta do Castelo.

A entrada da quinta.

O percurso segue debaixo de uma bela ramada (nome dado a pérgulas que sustentam vinhas).

O vinho e o rio.

O percurso alcança então a zona do ponto de partida...

... com a chegada à zona do cais fluvial da praia do Castelo.

Nessa tarde quente, era possível ver muita gente a aproveitar a frescura do rio.

Alguns mais aventureiros até se arriscava a nada até à ilha do Castelo ou ilha dos amores, que dá nome a este percurso.

Confesso que fiquei algo desiludido com este PR, embora soubesse de antemão que o principal ponto de interesse era o ponto de partida e de chegada. Ao longo do mesmo, passou-se por outros locais com algum interesse de cariz essencialmente religioso. É uma pena ver que a entidade que o marcou, não tratou da sua atualização. É muito difícil arranjar o panfleto do percurso e acabei por encontrá-lo no site da Junta de Freguesia local, depois de ter contactado, em vão, as entidades de turismo locais, que nunca chegaram a responder-me. Acho que vale a pena conhecer a zona da ilha do Castelo e a foz do Rio Paiva, mas quanto ao percurso... só se tiverem muita vontade de caminhar.

 

Ficha técnica:

Distância: 7 km

Tempo: 2h (+/-)

Tipo: circular (em oito)

Dureza física:

Dificuldade técnica:

Beleza do Percurso:

Marcação

Informações sobre o percurso aqui.

Panfleto oficial clicando aqui. (Não está atualizado)

 

Ponto positivos: local de partida/chegada (Ilha do Castelo / Foz do rio Paiva), paisagem rural típica da zona.

Pontos negativos: Falta de zonas de interesse, falta de atualização das marcações do PR, demasiado alcatrão, poucos trilhos

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