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Considerado um dos locais a não perder para quem visita os Picos da Europa, o planalto dos lagos La Ercina e Enol (ou lagos de Covadonga, como também são conhecidos) possui uma paisagem muito agradável, com a particularidade de estarmos lado a lado com milhares de ... vacas! O acesso ao planalto é proibido ao trânsito em veículo próprio e limitado a autocarros que serpenteiam serra acima, passando a milímetros dos muros da estreita estrada de acesso e desviando-se de vacas que por ali decidiram pastar. Ali não há dúvidas, o gado bovino é rei! Ao longo da subida as vistas são fabulosas e os precipícios assustadores. Depois da viagem entre Cangas de Ónis e o planalto, somos "largados" perto do centro de acolhimento aos visitantes onde podemos visitar gratuitamente uma exposição interativa sobre a fauna, flora, geografia e geologia dos Picos. Noutro edifício mais adiante podemos observar uma maqueta em tamanho gigante daquele que é o 1º parque nacional espanhol, com uma apresentação em vídeo sobre os aspetos essenciais. Pode-se dizer que os espanhóis sabem receber os turistas! Quanto à caminhada propriamente dita, o percurso leva-nos de seguida às antigas minas de Buferrera, onde pudemos observar os aspetos geológicos relevantes bem como os métodos de trabalho da altura. Depois, chegamos ao lago Ercina, o primeiros dos dois lagos de montanha que caraterizam este planalto. Pelo caminho observamos ainda o miradouro do Príncipe das Asturias, de onde víamos o Polje de Colmeya, um fenómeno semelhante ao que temos na Serra de Aire e Candeeiros. Depois de fotografar as vaquinhas e o 1º lago, seguimos o percurso até ao miradouro de entrelagos, de onde tínhamos uma bela vistas sobre os dois lagos. O PR na sua versão mais curta segue então em direção ao lago Enol, no entanto optámos pela versão mais longa e acabámos por circundar o monte de calcário que os separa. A caminhada é muito agradável e levou-nos à descoberta de vários refúgios de pastores que ali permanecem durante o verão junto das cabeças de gado que ali pastam livremente. Seguindo para Vega de Enol, o PR conduziu-nos a um bosques fantástico, onde a vegetação se mistura com as formações rochosas, criando cenários curiosos onde não se percebia muito bem onde acabava a rocha e começava o tronco das árvores. Após a travessia de outra zona descampada de pastagens, alcançamos finalmente as margens do lago Enol. Contornamo-lo e regressámos então ao estacionamento dos autocarros onde esperamos pouco tempo até apanharmos o veículo que nos levaria ao Santuário de Covadonga, um local carregado de histórias e lendas, ligado ao rei Pelaio (o 1º rei de Espanha) que deu início à reconquista cristã da Península Ibérica. A Cueva santa com a sua capelinha, os túmulos e a queda de água (que infelizmente estava praticamente seca na altura), bem como a catedral de mármore vermelho valem sem dúvida uma paragem obrigatória na descida do planalto.

Informação no local de paragem dos autocarros.

Informação do percurso

Informação do percurso

Acesso ao centro de receção aos visitantes

Centro de visitantes Pedro Pidal.

O interior do centro de visitantes.

Aspeto geral do centro de visitantes.

Mirador del Principe de Asturias.

Informação sobre o Polje de Comeya.

Vista para o Polje de Comeya

As dimensões do prado são impressionantes: ali funcionou em tempos uma antiga mina.

Seguimos para o lago Ercina.

 

Arboretum e o edifício da maqueta dos Picos.

A maqueta dos Picos.

Acesso às minas de Buferrara.

É mesmo por aqui.

Dentro da mina. É impressionante as condições em que tinham de trabalhar.

À saída do túnel.

O percurso segue por ali.

Monumento existente no local.

Vista geral.

Vista global da zona das minas, que contrata com a paisagem circundante.

Chegando ao lago La Ercina.

É hora de banho.

Uma bela libélula azul fluorescente.

A subida para o miradouro de entrelagos.

A vista para o outro lado/lago: o Enol.

Optámos então por regressar para contornar o maciço que se vê na direita da fotografia.

Uma fonte de água fresquíssima.

Gado caprino em liberdade.

Sinalética do percurso.

Um dos abrigos de pastores que encontrámos no percurso. Não deve ter ouvido falar das arribas que desabam em Portugal...

Outra construção. De reparar no pormenor do telhado, cujas telhas estava cobertas de pedras que deviam servir para que a telha não levantasse com as rajadas de vento no inverno.

Continuação do percurso.

Seguimos em direção a Vega de Enol.

Fenómeno de erosão da rocha.

O bosque por onde passámos é fabuloso. Na foto, nem dá para perceber onde acaba a rocha e onde começa o tronco da árvore.

Vista geral do local onde se destaca o verde da vegetação do bosque.

Painel informativo.

Aspeto do trilho no meio da vegetação.

Encontrámos então este estradão que seguimos pela direita em direção ao lago Enol.

Uma curiosa construção: entre uma capela e um bebedouro / manjedouro que se destacava no meio do planalto onde pastavam centenas de animais.

As vacas estavam pacatamente a pastar, mas em algumas zona encontrámos touros que impressionavam pelo seu tamanho. Apesar de ser um mito, não se recomenda o uso da roupa vermelha.

Paisagem deslumbrante.

A vista para o lago.

Sistema para impedir a fuga do gado.

Lago Enol.

Seguimos então pela sua margem...

... passando por mais algumas construções típicas.

Flores locais.

Um touro a refrescar os ânimos.

O trilho junto ao lago.

O regresso ao ponto de partida, onde os autocarros iam chegando e partindo com visitantes satisfeitos.

 

Distância: cerca de 6 km (4km para a versão mais curta)

Tempo: 2h30 (+/-) (1h30 para a versão mais curta)

Tipo: circular

Dureza física:

Dificuldade técnica:

Beleza do Percurso:

Marcação

Informações sobre o percurso: (não disponível)

Panfleto oficial. (não disponível)

Mapa:

A rota descrita é a violeta (a tracejado azul e violeta nalgumas zonas)

 

Ponto positivos: estruturas de acolhimento ao turista, paisagens, o gado em liberdade (mas cuidado), a pureza dos lagos

Pontos negativos: ...

Nota: É proibido tomar banho nos lagos (mas as vaquinhas podem)

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