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Rota da Levada de Canadelo [Amarante]

por darasola, em 30.08.13

Canadelo é uma pequena aldeia do concelho de Amarante, situada na Serra do Marão e desloquei-me lá para descobrir uma rota traçada que me levou a descobrir os seus encantos, em especial a pequena levada, que aproveita as águas de várias linhas de água para irrigação dos campos. Confesso que o percurso não é bem o que eu pensava que fosse, sendo que apenas uma parte final do trajeto se faz ao longo da levada. Grande parte do percurso faz-se simplesmente em caminhos florestais, não impedindo que as vistas e a paisagem sejam agradáveis. Chegados ao centro da aldeia, junto à igreja local, estacionamos o carros e começamos logo ali o percurso. O mesmo começa com uma subida até ao alto do lugar, onde abandonamos o casario para seguir pelos caminhos de acesso aos montes.

Caminho de saída da aldeia.

Inicia-se então a zona exclusivamente de caminhos florestais.

Vista do percurso pelas encostas da serra.

Umas alminhas perdidas no meio do monte.

A vista para o monte Farinha, mais conhecida por Senhora da Graça.

Grande parte do percurso é bastante exposta ao sol.

Felizmente, nesse dia, o vento poupou-nos ao intenso calor.

Passámos então por uma zona mais arborizada, com ruínas de construções, que pelo que percebi pertenciam a antigos fornos de cal.

A vegetação mais exótica permitiu-nos uma agradável pausa à sombra, junto de uma pequena linha de água que encontrámos num vale.

O tomilho florido!

Vista para trás, para a zona das ruínas dos fornos de cal e da vegetação em redor.

Mais adiante, um enorme tanque para abastecimento na luta contra os incêndios.

A vista para a vizinha aldeia de Campanhó, onde não chegamos a passar.

Chegamos então a uma das zonas mais bonitas do percurso, um bosque frondoso de árvores variadas, onde se destacavam castanheiros enormes.

Esta parte foi bastante agradável, mas acabou por saber a pouco.

Antes de chegar ao vale da encosta, o trilho leva-nos monte abaixo, em direção à linha de água que ali corre.

A progressão não foi nada fácil.

Castanheiro seculares!?

Encontrámos então o trilho de pé posto que nos levou a atravessar a linha de água, que se encontrava parcialmente seca.

Depois de cruzar um bosque de cedros, seguimos pela encosta em direção ao poste de alta tensão e a uma afloramento de rochas negras.

O "caminho de cabras" segue pela encosta exposta e com vistas sobre o vale do "Olo".

A encosta estava florida com a flor rouxa da urze.

Depois de descer a encosta, encontrámos finalmente a levada, toda ela construída em pedra.

Subimos o seu curso para descobrir a sua origem nesta pequena represa.

O percurso continua então sempre ao longo da levada.

Pelo caminho ainda deu para apanhar um ramo enorme de orégãos para usar na comida.

Seguindo o curso da levada...

... chegamos a outra linha de água que se junta à levada.

A poucos metros da aldeia de Canadelo, a levada começa a ladear campos agrícolas e em seguida encaminha-se para uma zona mais arborizada.

Libélula.

Um canal adjacente à levada.

As árvores morrem de pé!

Percurso final antes de chegar à aldeia.

Na chegada à aldeia, o canal leva a água até uma represa enorme.

A reserva de água.

O término da caminhada é num patamar superior ao do nosso estacionamento e podíamos apreciar a vista panorâmica sobre a aldeia.

Bastou-nos descer uma longa escadaria para alcançar o ponto de partida.

 

Ficha técnica: 

Distância: cerca de 14 km

Tempo: entre 3 e 4h +/-

Tipo: circular

Dureza física:

Dificuldade técnica:

Beleza do Percurso:

Marcação: inexistentes, visto que não é um percurso marcado

Informações sobre o percurso: indisponível

Panfleto oficial: indisponível

Trilho GPX: aqui (Wikiloc darasola)

 

Ponto positivos: a parte da levada e as vistas sobre o vale do Olo

Pontos negativos: muito estradão florestal sem grande interesse e com pouca vegetação

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