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Depois de ter ficado encantado com os Açores quando descobri S. Miguel, a vontade de regressar ao este fantástico arquipélago foi imediata. O objetivo era conhecer outras ilhas e foi assim que aterrámos no Faial. A caminhada "must-do" da ilha é o trilho da caldeira que circunda pela cumeada a cratera do vulcão ao longo de 8 km. O ponto de partida é local de muita afluência de turistas de autocarro, mas aparentemente (e felizmente) regressam quase todos pelo asfalto. Assim, o trilho fica livre para podermos apreciar a sua beleza. Pena foi o nevoeiro ter feito das suas. Surgiu tão rapidamente e tão denso que mais de metade do percurso foi feito com uma visibilidade muito reduzida. Foi pena, mas mesmo assim valeu pela parte inicial em que pudemos apreciar tanto a beleza do fundo da cratera (um zona protegida de acesso restrito) como as vistas para o mar.

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A estrada de acesso à cratera leva-nos a um largo sem saída (para automóveis) onde encontramos 3 painéis informativos dos percurso que ali passam.

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O que nos interessava era o PR4 FAI

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Existe um pequeno túnel escavado na parede da cratera...

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... que nos leva a uma miradouro sobre o interior da caldeira.

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Pena que o fundo estivesse completamente oculto no denso nevoeiro.

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Voltamos então ao largo do estacionamento para iniciarmos o trilho...

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... por uma pequena escadaria.

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Por um lado ou pelo outro, o destino vem dar sempre ao mesmo local.

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Vista para o ponto de partida, onde se consegue ver os carros e a pequena capela onde viríamos a terminar o percurso umas horas depois.

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Um dos poucos momentos em que conseguimos vislumbrar o fundo da caldeira.

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Marco geodésico com marcação do PR.

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Mais uma espreitadela ao fundo da caldeira.

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No sentido em que seguimos, o percurso tem uma desnível bastante acentuada.

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O desnível serviu para aquecer pois estava uma ventania enorme.

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A minha esperança era que o vento fizesse desaparecer o nevoeiro e permitisse apreciar em pleno a beleza do percurso. Bem me enganou!

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Sobe, sobe...

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O trilho não chega sequer a ter um caminho definido tendo apenas algumas estacas marcadas a servir de orientação.

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Marco de cimento com marcação. O trilho é bastante irregular.

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Chegado ao alto das antenas, podemos seguir pela estrada ou pelo trilho que segue em paralelo alguns metros abaixo.

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Os outros percurso que são comuns a este local: o GR1 do Faial (Costa a costa) e o dos 10 vulcões (PR6 FAI)

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Nalgumas zonas existem proteções de segurança devido ao declive das paredes da caldeira. Como não conseguíamos ver nada, nem tínhamos bem a noção do risco.

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Morango silvestre, uma constante ao longo do percurso.

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Este marco no chão assinala a vista para a ilha da Graciosa. Escusado será dizer que não vimos rigorosamente nada.

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O denso nevoeiro e o forte forte obrigaram a tirar os impermeáveis para proteger da humidade.

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Chegada ao ponto de partida com a pequena capela a servir de marco.

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Aspeto da capela, que pouco mais é do que um pequeno altar com uma figura pintada em azulejos.

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Para quem quiser saber as distâncias quando se está no meio do Atlântico.

Boas caminhadas

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