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Este trilho não estava nos planos, até porque o tempo é sempre limitado e o nosso objetivo principal era a subida à montanha do Pico e isso condicionava o tempo disponível para fazer outros percursos. Ainda assim, tivemos tempo de percorrer a ilha de carro e, levados por panfletos e guias turísticos, viemos parar à pequena aldeia de Cabrito, apenas com o intuito de contemplar a vista para a costa da Ilha de S. Jorge e o aspeto dos campos de lava desta zona. Chegados ao local ficamos agradavelmente surpreendidos com o cenário que encontrámos. A costa rochosa e agreste revela formas estranhas resultantes do arrefecimento da lava aquando da erupção que deu origem a esta área. Deslumbrados pelo aspeto lunar e encantados pela descoberta, fomos caminhando ao longo da costa, observando os curiosos relevos formados pela choque de duas forças da natureza: o vulcão e o mar. Ao longo da costa encontrámos pequenas baías naturais transformadas em piscinas naturais ou em acessos ao mar para as embarcações, mas são raras pois o mais comum é uma falésia caindo a pique sobre o mar, sobre as quais a força das ondas embate num constante vai e vem.

Caminhar sobre o basalto vulcânico é algo estranho: o piso é muito irregular e áspero. Contudo o negrume da rocha cria um contraste fantástico em relação às tradicionais marcações amarelas e vermelhas do PR. Fomos encontrando várias construções, algumas casas em ruínas e a curiosa ermida de S. Mateus, toda em rocha vulcânica negra.

O passeio foi curto mas foi suficiente para ter sido inesquecível e nos ter deixado com pena de não ter feito o trilho todo. Acabamos por voltar ao carro e terminar a tarde a jantar no Cella bar, com vista para o Faial.

Podem encontrar as informações sobre o trilho completo aqui.

Ficam as fotos.

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Casa de basalto em ruínas

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A vista para a costa da ilha vizinha de S. Jorge

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Passagem de um rochedo para outro

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O estranho aspeto do campos de lava, onde a vegetação surge por entre as rochas.

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As formas da rochas não deixam dúvidas que se trata mesmo de lava viscosa que arrefeceu e solidificou.

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Mariolas construídas por outros caminhantes.

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As marcações do PR destacando-se no negrume da rocha

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Mariolas e marcações

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Uma fenda

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Quase parece uma raiz fossilizada

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Calçada vulcânica

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A solitária Ermida de S. Mateus virada para o mar e de costas para a montanha.

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A montanha do Pico escondida por entre as nuvens.

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O vermelho das portadas e janelas sobressaindo na paisagem.

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Painel de sinalética do PR10PIC

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Fim de tarde no Cella Bar com vista para o mar.

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Terraço com vista para a Madalena e a ilha do Pico à direita.

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Sem dúvida, um edifício muito original.

Boas caminhadas

darasola

 

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