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Rota do míscaro - PR1 - Sátão

por darasola, em 31.08.17

Na companhia dos elementos do grupo ANDAR, desloquei-me a terras de Sátão para conhecer a Rota do Míscaro, o PR1 do concelho. O percurso pedestre liga vários pontos de interesse, entre os quais se destacam o Santuário de Nosso Senhor dos Caminhos, as margens do rio Vouga, bem como o Convento da Fraga e o Convento de Santa Eufémia. O percurso faz-se por caminhos florestais e campestres, sendo de lamentar que os quilómetros iniciais sejam pela berma de uma estrada local. O percurso ganharia muito se essa parte fosse eliminada e substituída por um trilho sempre junto ao rio. Seguindo rio acima, e contemplando as águas ainda límpidas e puras do Vouga, começamos a ver-se perfilar a meia encosta na serra da margem oposta o vulto do Convento da Fraga. O edifício está parcialmente em ruínas, mas pelo menos a igreja está recuperada e espero que o mesmo seja feito ao resto do edifício, pois o complexo é imponente e merece ser valorizado. O complexo está fechado, mas não é difícil imaginar como seria viver neste retiro espiritual, vendo o Vouga a correr. A partir do convento, invertemos o sentido da marcha e o trilho segue monte acima até alcançar o ponto mais alto do percurso no alto da Capela de S. Matias. O ponto de vista privilegiado permite admirar as belezas da paisagem em redor. O percurso pedestre segue então por uma descida algo íngreme até alcançar os campos rurais. Cruzamos uma zona de aveleiras, cujos frutos ainda se encontravam pela chão e chegámos então ao Convento de Stª Eufémia, onde demos por terminado o trilho. 

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Igreja do Santuário de Nosso Senhor dos Caminhos

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As colunas em redor da igreja.

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Outra perspetiva do santuário.

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Os sinais do outono em redor.

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Uma via sacra foi esculpida nos penedos próximos da igreja.

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Um trabalho de escultura notável.

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Painel informativo do percurso pedestre.

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O trilho segue inicialmente ao longo da estrada local - a parte menos interessante do trilho.

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A primeira vista sobre o ria Vouga.

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O Vouga ainda é um pequeno ribeiro com águas puras e límpidas. Bem diferente daquele que conheço da zona do Baixo-Vouga.

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Sempre pela beira da estrada ao longo de quase 3 km.

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Finalmente, abandonamos a estrada e seguimos pelo meio dos campos.

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Ponte sobre o rio Vouga - uma mistura entre antigo e moderno.

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O trilho continua paralelo ao rio, que tem o leito ladeado de árvores.

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Um pastor e o seu rebanho.

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Seguindo pela zona florestal.

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Um antigo moinho junto a um ribeiro afluente do Vouga.

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Finalmente começamos a ver o edifício do Convento da Fraga.

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O Vouga e uma ponte antiga.

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Depois de cruzarmos o rio, seguimos em direção ao convento.

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O promontório onde está situado o convento.

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O aspeto da igreja do Convento da Fraga. A igreja está em bom estado, infelizmente não foi possível ver o seu interior por estar fechada.

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São 3.2 km por trilhos florestais até à capela de S. Matias.

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O miradouro do alto da serra e um painel leitor de paisagem.

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A capela de S. Matias erigida sobre um penedo enorme, virada para oeste.

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Seguindo serra abaixo.

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Cruzamo-nos com sinalética de setas amarela. Seriam marcações do Caminho de Santiago do Caramulo ao Vale do Vouga?

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Avelãs no caminho.

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Por caminhos rurais.

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Avistamos então o Convento de Santa Eufémia.

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O percurso terminou aqui por questões práticas e o autocarro estava à nossa espera.

Ficha técnica: 

Distância: o percurso total tem 18 km, mas apenas fizemos cerca de 15 km

Tempo: 5h (+/- com paragens para fotos e almoço)

Tipo: circular

Dureza física: 2/5

Dificuldade técnica: 2/5

Beleza do Percurso: 3/5

Marcação: 5/5

Informações sobre o percurso: aqui

Outros sites de relevo:

Panfleto oficial: aqui

Trilho GPX: Wikiloc

Ponto positivos: edifícios dos conventos, rio Vouga

Pontos negativos: a parte feita no asfalto

 

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Buracas do Casmilo - Condeixa-a-nova

por darasola, em 27.11.16

As buracas de Casmilo são uma curiosa formação rochosa existente no concelho de Condeixa-a-Nova, em plena serra de Sicó. A paisagem cársica da zona é percorrida por correntes subterrâneas que deram origem canhões e grutas. Com o desmoronamento das suas paredes, ficaram várias cavidades nas paredes do monte, que criam uma paisagem muito curiosa e interessante. Acompanhei mais uma vez o grupo ANDAR, num percurso que nos levou a passar duas vezes pelo local das grutas. Foi o local escolhido para a paragem de almoço e nessa altura ainda tivemos oportunidade de observar um casal que se divertia a escalar as paredes das cavidades rochosas. Também descobrimos um campo de lapiás, um outra curiosidade geológica. Acabámos por realizar um percurso em oito, num distância total de pouco mais de 13 km, em que a visita às buracas é sem dúvida o ponto alto.

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Indicações junto à aldeia de Casmilo.

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Campo de lapiás.

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Caminhando pela paisagem calcária.

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Cabras a observar o grupo a passar.

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A vista para a serra em redor.

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Por aqui também passa uma grande rota.

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As buracas já se avistavam.

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Existem cavidades de cada lado do caminho.

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Parecem entradas de grutas, mas a verdade é que são pouco profundas e apenas criam pequenos abrigos.

 

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As cavidades na parede oposta.

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Dentro da cavidade.

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É possível ter uma ideia da dimensão das cavidades observando as pessoas no seu interior.

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Olha, pra mim!

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Os campos floridos de flores naturais.

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A vista até ao horizonte.

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Papoilas entre outras flores.

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Uma rampa para o pessoal das bicicletas.

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A placa indica que deverá haver um percurso mais "oficial", mas este que fizemos foi delineado no Google Earth.

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Uma zona curiosa pela passagem por entre a densa vegetação.

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Proteções para evitar quedas. 

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O regresso à zona das buracas para uma segunda passagem e paragem para almoço.

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Encontramos um casal a fazer escalada numa parede interior a uma das cavidades. É impressionante vê-lo a progredir em inclinação negativa, com a simples força dos braços.

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Conseguem vê-lo pendurado.

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E quando os braços falham, resta a segurança da corda.

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Continuamos por uma zona mais alta da serra.

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O dia estava fantástico para caminhar e isso refletia-se nas paisagens.

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Passagem pela aldeia de Chanca.

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Uma represa de água numa zona onde pouca água se vê à superfície.

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O numeroso grupo do ANDAR

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Vende-se... mais uma aldeia a morrer.

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Regresso ao ponte de partida.

 

Ficha técnica: 

Distância: cerca de 13.5 km

Tempo:  sem registo (paragens para fotos e almoço)

Tipo: circular em 8

Dureza física: 3/5

Dificuldade técnica: 2/5

Beleza do Percurso: 3/5

Marcação: n/a

Informações sobre o percurso: n/a

Outros sites de relevo: n/a

Panfleto oficial: n/a

Trilho GPX: n/a

Ponto positivos: as buracas de casmilo, as lapiás, 

Pontos negativos: n/a

 

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