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O percurso dos três rios, em Albergaria-a-Velha, liga os rios Filveda, Caima e o Rio Pequeno (Ribeira da Felgueira) num trilho com locais de grande beleza. Desde que comecei a ver fotos partilhadas nas redes sociais, fiquei com grande vontade para conhecê-lo. Foi juntamente com o grupo ANDAR que descobri os seus recantos e encantos. Começámos o trilho na aldeia de Ribeira de Fráguas e foi feito no sentido contrário aos ponteiros do relógio para evitar começar com o maior desnível na proximidade da aldeia. Nessa manhã gélida, seguimos em direção ao parque dos moinhos, ao longo do curso do rio Filveda, que será a meu ver a zona com mais encanto. A travessia das ponte (algumas cobertas com gelo escorregadio), as pequenas cascatas, os açudes e os reflexo dos espelhos de água, bem como a densa vegetação embelezam essa parte do percurso pedestre. Encontrámos os vestígios industriais das antigas minas do Coval da Mó, passámos pela aldeia de Vilarinho de S. Roque, onde existe um centro de atividades radicais e ambientais localizado na antiga escola. A partir daí, o trilho seguiu por uma zona florestal de eucaliptos numa subida até ao alto da cumeada, para em seguida descer até ao vale do Rio Pequeno e em seguida o Caima. Cruzamos mais uma zona mineira (Minas do Palhal) e depois campos agrícolas até iniciarmos a caminhada até ao alto dos Barreiros de onde conseguimos observar o ponto de partida junto à igreja de Ribeira de Fráguas.

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Ponto de partida junto à igreja de Ribeira de Fráguas

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Painel informativo.

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Por carreiros entre muros.

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Sinalética exclusiva dos percursos pedestres de Albergaria-a-velha junto à erva coberta de geada.

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O primeiro encontro com o rio Filveda.

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Parque de merendas coberto de geada.

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Uma das travessias em pontes de madeira.

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Moinho de baixo.

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Um pequeno açude e queda de água.

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O verdadeiro escorrega do percurso.

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Moinhos da Quinta da Ribeira.

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A maior ponte no trilho.

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As águas límpidas do rio Filveda.

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Não percebi a razão dos fios que atravessavam o rio. Se alguém souber, deixe um comentário!

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Escada acima.

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Passagem pela zona das minas e dos vestígios que ainda permanecem.

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Pelo carreiro da antiga levada.

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 O Açude dos ingleses

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Chegada a Vilarinho de S. Roque.

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Paragem no largo da aldeia.

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Um pequeno desvio para observar o moinho do regatinho.

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Passagem junto à capela.

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O centro de atividades radicais e ambientais...

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... preparado para atividades de BTT.

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Iniciámos a passagem pela zona mais florestal e menos interessante do trilho.

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Passagem pela ponte do barro negro.

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Seguimos rio abaixo.

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zona de campos agrícolas.

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Mais um espelho de água.

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Na zona das minas do Palhal.

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A vista sobre a aldeia de Ribeira de Fráguas.

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Ficha técnica: 

Distância: 14,5 km

Tempo: sem registo

Tipo: circular

Dureza física: 2/5

Dificuldade técnica: 1/5

Beleza do Percurso: 4/5

Marcação: 5/5

Informações sobre o percurso: aqui

Outros sites de relevo:

Panfleto oficial: aqui

Trilho GPX: Wikiloc

Ponto positivos: a beleza das margens dos três rios, vestígios arqueológicos industriais.

Pontos negativos: a parte mais florestal do trilho no meio de eucaliptos.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Rota do míscaro - PR1 - Sátão

por darasola, em 31.08.17

Na companhia dos elementos do grupo ANDAR, desloquei-me a terras de Sátão para conhecer a Rota do Míscaro, o PR1 do concelho. O percurso pedestre liga vários pontos de interesse, entre os quais se destacam o Santuário de Nosso Senhor dos Caminhos, as margens do rio Vouga, bem como o Convento da Fraga e o Convento de Santa Eufémia. O percurso faz-se por caminhos florestais e campestres, sendo de lamentar que os quilómetros iniciais sejam pela berma de uma estrada local. O percurso ganharia muito se essa parte fosse eliminada e substituída por um trilho sempre junto ao rio. Seguindo rio acima, e contemplando as águas ainda límpidas e puras do Vouga, começamos a ver-se perfilar a meia encosta na serra da margem oposta o vulto do Convento da Fraga. O edifício está parcialmente em ruínas, mas pelo menos a igreja está recuperada e espero que o mesmo seja feito ao resto do edifício, pois o complexo é imponente e merece ser valorizado. O complexo está fechado, mas não é difícil imaginar como seria viver neste retiro espiritual, vendo o Vouga a correr. A partir do convento, invertemos o sentido da marcha e o trilho segue monte acima até alcançar o ponto mais alto do percurso no alto da Capela de S. Matias. O ponto de vista privilegiado permite admirar as belezas da paisagem em redor. O percurso pedestre segue então por uma descida algo íngreme até alcançar os campos rurais. Cruzamos uma zona de aveleiras, cujos frutos ainda se encontravam pela chão e chegámos então ao Convento de Stª Eufémia, onde demos por terminado o trilho. 

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Igreja do Santuário de Nosso Senhor dos Caminhos

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As colunas em redor da igreja.

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Outra perspetiva do santuário.

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Os sinais do outono em redor.

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Uma via sacra foi esculpida nos penedos próximos da igreja.

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Um trabalho de escultura notável.

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Painel informativo do percurso pedestre.

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O trilho segue inicialmente ao longo da estrada local - a parte menos interessante do trilho.

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A primeira vista sobre o ria Vouga.

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O Vouga ainda é um pequeno ribeiro com águas puras e límpidas. Bem diferente daquele que conheço da zona do Baixo-Vouga.

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Sempre pela beira da estrada ao longo de quase 3 km.

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Finalmente, abandonamos a estrada e seguimos pelo meio dos campos.

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Ponte sobre o rio Vouga - uma mistura entre antigo e moderno.

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O trilho continua paralelo ao rio, que tem o leito ladeado de árvores.

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Um pastor e o seu rebanho.

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Seguindo pela zona florestal.

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Um antigo moinho junto a um ribeiro afluente do Vouga.

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Finalmente começamos a ver o edifício do Convento da Fraga.

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O Vouga e uma ponte antiga.

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Depois de cruzarmos o rio, seguimos em direção ao convento.

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O promontório onde está situado o convento.

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O aspeto da igreja do Convento da Fraga. A igreja está em bom estado, infelizmente não foi possível ver o seu interior por estar fechada.

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São 3.2 km por trilhos florestais até à capela de S. Matias.

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O miradouro do alto da serra e um painel leitor de paisagem.

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A capela de S. Matias erigida sobre um penedo enorme, virada para oeste.

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Seguindo serra abaixo.

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Cruzamo-nos com sinalética de setas amarela. Seriam marcações do Caminho de Santiago do Caramulo ao Vale do Vouga?

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Avelãs no caminho.

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Por caminhos rurais.

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Avistamos então o Convento de Santa Eufémia.

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O percurso terminou aqui por questões práticas e o autocarro estava à nossa espera.

Ficha técnica: 

Distância: o percurso total tem 18 km, mas apenas fizemos cerca de 15 km

Tempo: 5h (+/- com paragens para fotos e almoço)

Tipo: circular

Dureza física: 2/5

Dificuldade técnica: 2/5

Beleza do Percurso: 3/5

Marcação: 5/5

Informações sobre o percurso: aqui

Outros sites de relevo:

Panfleto oficial: aqui

Trilho GPX: Wikiloc

Ponto positivos: edifícios dos conventos, rio Vouga

Pontos negativos: a parte feita no asfalto

 

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