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Este projeto nasceu da iniciativa de 7 municípios da zona centro (Vouzela, Oliveira de Frades, Sever do Vouga, Tondela, Albergaria-a-Velha, Águeda e Viseu) em dinamizar os caminhos de Santiago nessa zona do país.O traçado total desse trajeto denominado Caminho de Santiago do Caramulo ao Vale do Vouga (CSCVV) liga o Caminho do Interior ao Caminho Central e tem uma extensão total de cerca de 110 km.

Antes que os mais puristas façam entoar a sua voz de protesto, convém esclarecer que não sou daqueles que considera que há apenas "um" caminho de Santiago. Como muitas vezes se diz, o caminho de Santiago começa à porta da casa de cada um. Assim, porque não destacar os antigos caminhos históricos desses concelhos, que muitas vezes têm origem nas vias romanas ou caminhos de romarias ancestrais?

Feito o esclarecimento, convém dizer que esta caminhada foi integrada num evento ligado ao geocaching e que tinha como objetivo juntar a caça às geocaches à descoberta do trilho na parte correspondente ao território do concelho de Oliveira de Frades.

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Início no centro histórico de Oliveira de Frades

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Igreja paroquial de S. Pelágio.

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O percurso está todo marcado com as tradicionais setas amarelas.

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Edifício da antiga estação de comboio de Oliveira de Frades.

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Junto ao monumento da Srª do Bom Caminho, um altar que vem mesmo a calhar para abençoar o caminho de quem ali passa.

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Passando por caminhos florestais.

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Capela da N. Senhora da Ajuda, na aldeia de Vilarinho.

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Reflexos sobre o Caramulo.

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Cruzeiro de S. Martinho.

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Passagem pela aldeia de Pontefora.

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Na estrada romana de Pontefora-Ral

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Paisagens de primavera.

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Capela de S. Miguel na aldeia de Ral

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Uma casa senhorial imponente no meio do campo.

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Um dia de primavera perfeito!

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O pontão "romano" na entrada da aldeia de Entreáguas.

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A capela de S. Miguel à entrada da mesma aldeia.

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Passagem pelo carvalho centenário da Fontanheira, classificado como árvore de interesse público.

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O percurso encontra então a auto-estrada A25 e segue durante quase 1km ao longo da mesma.

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Abandonamos então o percurso do CSCVV para nos dirigirmos até à aldeia de Reigoso onde terminou esta caminhada.

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O percurso continua em direção a Santiago pelo concelho vizinho de Sever do Vouga, no entanto, à data deste artigo, desconheço se o caminho se encontra marcado a partir daí.

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Chegada à aldeia de Reigoso onde o transporte aguardava os caminhantes para os levar ao ponto de partida após um percurso bastante agradável com cerca de 13 km.

 

Ficha técnica: 

Distância: cerca de 13 km

Tempo: 3h30 (+/- com paragens para fotos e caches)

Tipo: linear

Dureza física: 2/5

Dificuldade técnica: 1/5

Beleza do Percurso: 3/5

Marcação: 5/5 (setas amarelas)

Informações sobre o percurso: aqui

Outros sites de relevo:

Panfleto oficial: n/a

Trilho GPX: n/a

Ponto positivos: paisagens rurais e florestais, património histórico

Pontos negativos: alguns aviários pelo percurso, a parte junto à A25

Autoria e outros dados (tags, etc)

Para quem nunca ouviu falar de Caldas de S. Jorge, fique sabendo que é uma pequena localidade do concelho de Santa Maria da Feira conhecida sobretudo pelas suas termas.

Foram delineados alguns pequenos percursos pedestres na zona e este, o percurso do rio Uíma, é um deles. Inicia-se no centro da localidade e acompanha as margens do Rio Uíma seguindo o trilho dos Caminhos de Santiago até ao Parque de Lazer da Várzea, regressando ao ponto de partida pela margem oposta. O percurso inicia-se na zona urbana, por entre parques urbanos muito bem cuidados, até entrar num zona florestal, sempre junto ao rio. Destaca-se uma zona de moinhos antigos em ruínas e a parte em comum com o caminho de Santiago/Fátima, onde as setas amarelas/azuis nos vão guiando. O percurso é relativamente pequeno (pouco mais de 6 km) e é uma boa proposta para quem quiser esticar as pernas num ambiente agradável.

Ficam as fotos:

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Início junto ao lago do parque das termas

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Painel informativo dos vários percursos na zona

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Sinalética dos dois percursos que se cruzam

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Ponte sobre o rio Uíma

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Arranjo urbanístico junto ao rio

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Passagem sob a estrada de acesso local. É de lamentar que algumas tampas de esgotos se encontrem salientes nesta parte do percurso. Acredito que seja uma necessidade, mas não deverá ser assim tão complicado disfarçá-las um pouco.

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A transição da zona mais urbana para uma zona rural

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Passagem na ponte de Santiago - uma placa indica que foi obra de um grupo de amigos que decidiu pôr mãos à obra para dar um contributo ao "Caminho de Santiago português".

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A ponte e sinalética do percurso

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A sinalética do caminho de Santiago

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Esta parte do trilho passa a ser essencialmente por caminhos florestais.

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Uma antiga quinta ao abandono com o seu imponente canastro/espigueiro

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Os poucos caminhantes do dia

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Ponte antiga sobre o rio Uíma

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Setas para todos os gostos : trilho, Santiago e Fátima.

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As setas azuis para Fátima

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Passamos por um conjunto de vários edifícios em ruínas de um assinalável complexo de moinhos

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Outro moinho quase engolido pelas silvas

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Chegada ao Parque da Várzea onde o caminho dá a volta para regressar à zona da partida

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O espelho de água estava coberto de folhas

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Marcações do trilho

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Um esquilo surpreendeu-nos durante o percurso

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Um lavadouro comunitário

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Uma estranhas figuras mórbidas acolheram-nos junto a uma casa

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Casario de uma quinta de turismo rural

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Mais uma ponte de madeira no percurso

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Chegada novamente à ponte de Santiago que cruza o rio Uíma. A partir daqui voltamos a calcorrear o mesmo trilho do início.

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Na chegada à zona urbana das termas das Caldas de S. Jorge

 

Ficha técnica: 

Distância: cerca de 6,5 km

Tempo: 1h30 (com muita calma)

Tipo: circular

Dureza física: 1/5 (pela subida inicial)

Dificuldade técnica: 1/5

Beleza do Percurso: 3/5

Marcação: n/a

Informações sobre o percurso: n/a

Outros sites de relevo: n/a

Panfleto oficial: n/a

Trilho GPX: wikiloc.pt

Ponto positivos: o rio uíma, o parque das termas, as zonas rurais e florestais

Pontos negativos: a tampas de esgotos salientes no percurso, o facto de ser provavelmente um percurso que deve alagar na altura das chuvas

 

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