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O percurso dos sete vales suspensos não era totalmente desconhecido para mim, pois já há uns anos atrás tinha percorrido a zona das falésias de Lagoa e já na altura tinha gostado muito da paisagem. Na altura, percorri o litoral entre o Farol de Alfanzina até à capela da Sra da Rocha. O percurso pedrestre marcado que entretanto foi criado liga a praia de Vale Centianes à praia da Marinha, esta última é uma das mais belas praias do Algarve. O percurso segue a linha da costa do alto das falésias e vai cruzando linhas de água, que se despenham diretamente no mar, criando os "vales suspensos" que dão nome ao percurso.

O percurso tem menos de 6 km, mas deslumbra a cada ponto do sobe e desce que leva a cada vale. A vista para a vertigem azul é constante, a vegetação é tipicamente algarvia, com pinheiros e arbustos perfumados. O trilho está bem marcado e foram construídos mobiliário de apoio como bancos e zona de merendas.

Aparecem alguns pontos de interesse especial ao longo do trilho como o farol de Alfanzina, o algar de Benagil, o leixão do ladrão, a praia do Carvalho, a praia de Benagil e a praia da Marinha. 

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O início do trilho

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Painel informativo

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Os arbustos são a vegetação predominante na zona das falésias.

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Painel informativo sobre as arribas e a sua flora.

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Até existem uns bancos virados para o vale para descansar e apreciar a beleza da paisagem.

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Foram criadas estas estruturas em cada vale suspenso. Suponho que terá sido para a segurança, para que não se aceda a áreas de risco.

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Um dos vales suspensos.

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Seguindo junto à falésia sobre a imensidão azul.

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A vista para trás.

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Painel informativo sobre os algares e a sua formação.

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Chegada ao farol de Alfanzina, onde tinha começado a caminhada em 2007.

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A vista sobre uma pequena enseada, sem outro acesso a não ser por mar.

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Existe uma área de merendas junto ao percurso.

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Painel informativo sobre o cabo Carvoeiro.

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Vista para o Leixão dos ladrões.

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Painel informativo sobre o leixão.

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Mais uma zona de repouso.

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Uma vista impressionante para uma caverna natural na falésia, no topo da qual foi construída uma residência.

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Vista para a praia do Carvalho.

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A particularidade desta praia é o facto de ter sido escavado uma escadaria de acesso à praia por um túnel na rocha.

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A entrada do túnel de acesso à praia.

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Lá ao fundo, o areal da praia.

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A vista fantástica para a praia de Benagil.

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A entrada superior do algar de Benagil, um local único.

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Painel informativo sobre os tomilhais, que formam verdadeiros tapetes perfumados.

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Mais um algar rodeado por barreiras de segurança.

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Painel informativo sobre os matagais de zimbro.

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O zimbro.

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Vista para a praia da Marinha e as suas curiosas formações rochosas.

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As falésias foram esculpidas pela erosão.

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A praia com os seus leixões que parecem velas de navios.

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Painel sobre as geoformas da praia.

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A vista para o areal onde termina o percurso.

Ficha técnica: 

Distância: cerca de 5.7 km (o dobro se fizer ida e volta)

Tempo:  2h (+/- com paragens para fotos e almoço)

Tipo: linear

Dureza física: 2/5

Dificuldade técnica: 2/5

Beleza do Percurso: 5/5

Marcação: 5/5 (em caso de dúvidas basta seguir a linha da costa)

Informações sobre o percurso: n/a

Outros sites de relevo: n/a

Panfleto oficial: aqui

Trilho GPX: n/a

Ponto positivos: a beleza das falésias e praias algarvias

Pontos negativos: n/a

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Tal como referido no post anterior, as Cies são um pequeno arquipélago ao largo de Vigo, que pertence ao Parque Nacional das Ilhas Atlânticas, que integra várias ilhas das Rias Bajas (Cies, Ons, Sálvora e Cortegada). São muitas vezes referenciadas como as Seychelles galegas e são constituídas por três ilhas – Monteagudo (ou Norte), O Farol e San Martiño. As 2 primeiras estão unidas por um longo areal, a praia de Rodas, considerada a melhor praia do mundo pelo diário inglês The Guardian (2007).

Os quatro percursos lineares ali existentes são os seguintes:

  1. Faro de Cies (3.5 km);
  2. Faro da Porta (2.6 km);
  3. Alto do príncipe (1.7 km);
  4. Faro do Peito (2.8 km).

Depois de ter percorrido os dois primeiros trilhos no dia anterior, restava-nos descobrir a ilha norte (Monteagudo).

Partida do parque de campismo e travessia da ligação entre as ilhas.

Vista para trás, para a ilha do farol e o parque de campismo.

Planta do arquipélago logo à saída do barco.

Placas informativas.

Aspeto do caminho inicial.

Pequeno desvio até ao areal da praia de Figueiras (ou dos alemães).

Aqui encontramos muito eucalipto.

Pequeno desvio em direção ao Alto do príncipe.

Deixamos o alto do príncipe para o regresse e seguimos em direção ao Faro do Peito.

Num desvio até uma das áreas de trabalho, descobrimos esta estranha construção que se parece com um forno, no qual está esculpida uma vieira em pedra, lembrando o caminho de Santiago.

Seguimos o trilho até ao observatório das aves.

Pelo caminho, encontrámos uma área com vestígios de edifícios, agora completamente em ruínas.

Binoculos e farol. Mais simples não podia ser...

O observatório para estar suspeso no vazio, felizmente é apenas uma ilusão devido à perspetiva.

Regressamos à bifurcação para seguir agora até ao farol.

O farol é mais um farolim que ilumina a ponta norte da ilha do Monteagudo.

Regressando.

Voltamos a bifurcação que nos levava ao alto do príncipe e seguimos até ao local referenciado, onde fomos premiados com esta vista fantástica para sul.

A cadeira da rainha, uma estranho formação rochosa que mais parece um trono feito à medida.

A vista sobre a ligação das ilhas, o lago, o parque de campismo e a praia de Rodas.

No regresso, voltamos pela praia

E claro que não resistimos a ficar por ali...

 

Ficha técnica: 

Distância: cerca de 10 km

Tempo: 2h30 +/-

Tipo: corresponde a dois percursos lineares

Dureza física:

Dificuldade técnica:

Beleza do Percurso:

Marcação: inexistentes, visto que não é um percurso marcado

Informações sobre o percurso: indisponível

Outros sites de relevo: http://ilhascies.com

Panfleto oficial: indisponível

Trilho GPX: aqui (um registo que não é meu, mas que corresponde aproximadamente ao que foi feito.

Ponto positivos: a beleza das paisagens e praia

Pontos negativos: n/a

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