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Este post não trata de nenhum percurso pedestre propriamente dito, mas serve antes para fazer referência a um tesouro do parque natural da Serra da Estrela: o Covão d'Ametade (ou da Ametade). É realmente um local especial de grande beleza. Fiquei no entanto chocado com a quantidade de lixo acumulado junto às zonas dos grelhadores. Lamentável! Este tesouro natural é a zona onde se encontra a nascente do rio Zêzere. Marca também o início da grande rota do Zêzere, um percurso com cerca de 370 km que segue o curso do rio até à Foz no rio Tejo, em Constância. Fiquei com água na boca...

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À entrada, encontra-se a placa do GR33 - a Grande Rota do Zêzere.

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O rio Zêzere leva com pouca água, mas a verdura à sua volta mantinha o seu encanto.

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Local de interesse geológico. Em todo o parque da Serra da Estrela pude constatar que as placas informativas estão em péssimo estado. Algumas sofreram os efeitos das condições naturais muito difíceis da serra, outras foram vítimas da estupidez humana.

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Felizmente, também encontrei sinalética nova relacionada com o GR33.

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Um belo postal da Serra da Estrela.

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O prado verdejante.

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A vista para o Cântaro Magro. Por aqui nasce o Zêzere que percorre cerca de 214 km até desaguar no rio Tejo.

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A barreira natural de granito do circo glaciário é impressionante.

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Um espaço tão belo quanto frágil.

Boas caminhadas

darasola

 

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Mais uma etapa do GR 28 de Arouca (ufa, que isto nunca mais acaba). Desta vez, a etapa iria começar no meio de nenhures, precisamente onde tínhamos terminado a etapa anterior, na estrada que liga Meitriz a Alvarenga. Esta etapa foi bastante monótona no que diz respeito ao percurso e à paisagem, pois grande parte é feita por estrada e estradões de ligação, com as intermináveis florestas de eucaliptos. Felizmente, a boa disposição do grupo era alta e as paisagens sobre o vale do Paiva, em especial sobre as curvas junto à aldeia de Janarde, serviram para uns disparos fotográficos. Ao chegarmos ao aglomerado urbano de Alvarenga, pudemos apreciar algumas casas e quintas muito interessantes. De destacar também o centro de Alvarenga junto ao pelourinho de Trancoso. Não houve tempo para parar para ficar a apreciar a especialidade gastronómica local: os conhecidos Bifes de Alvarenga, mas o regresso estava previsto. Cerca de 1 km depois de passar pela imponente quinta Guiomar, o percurso abandona finalmente a estrada nacional e começa a longa descida até voltar a alcançar o rio Paiva na praia do Vau. Infelizmente a travessia no local não existe, no entanto, fruto da obra dos passadiços do vale do Paiva, está agora a ser iniciada a construção de uma ponte nesse local que permitirá fazer a ligação das duas margens.

Ficam as fotos:

 

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Arouca é terra de rochas e de geoparque.

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As vistas sobre o rio Paiva e a aldeia de Janarde.

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É por aqui!

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Alcançámos Vilar de Servos.

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Felizmente parece que a atividade agrícola local está a prosperar.

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Um pórtico (felizmente sem portagem)

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Seguimos então durante algum tempo por estrada.

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Abandonamos então a estrada para cruzarmos uma parte florestal em direção a Casais.

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Vista sobre Casais.

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Vista sobre os campos de Casais.

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Um belo espécimen de raça arouquesa.

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Encontramos esta preciosidade, a capela da Quinta de S. João.

 

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Existem várias construções típicas do início do século passado.

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O guardião! Aqui ninguém passa!

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Outro guardião!

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Vista sobre os campos de Alvarenga.

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Chegada ao cruzeiro de Trancoso, o local que era sede do antigo concelho de Alvarenga, antes de ser extinto em finais do séc. XIX.

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O casario da zona central da Vila.

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O nome diz tudo...

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... e a foto também.

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Mais uma quinta fantástica.

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Outra perspectiva da mesma quinta.

 

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A antiga escola primária local que está a ser restaurada, provavelmente para alguma nova utilidade.

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Chegada à Quinta de Vila Guiomar.

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Portão principal da quinta.

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A entrada é espectacular.

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O percurso finalmente abandona a estrada e começa a descida até ao Paiva.

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Mais uma aldeia semi-abandonada.

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O caminho segue por entre carreiros.

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... até chegarmos ao lugar de Póvoa, onde tinha ficado um dos veículos para podermos regressar. O caminho ali segue por uma zona de estradões que andam a ser arranjados.

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Toda a zona está a ser alvo de trabalhos de terraplanagem. Vamos ver o que dali vai sair.

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Quase a chegarmos ao Paiva.

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A vista para a praia do Vau, onde se vê o novo passadiço do vale do Paiva (ainda em construção) e a cascata do Ribeiro da Estreitinha.

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Chegada ao rio e à zona do Vau. Do outro lado, a rampa de acesso para os barcos de rafting.

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A praia do Vau é um local fantástico de uma beleza única.

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Espero sinceramente que a afluência de visitantes criada pelos novos passadiços não venha destruir este tesouro.

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A próxima etapa começa na outra margem, visto que ainda não está pronta a ponte para a travessia.

 

Ficha técnica: 

Distância: cerca de 15 km

Tempo: 4h (+/-)

Tipo: linear

Dureza física: 3/5

Dificuldade técnica: 1/5

Beleza do Percurso: 2/5

Marcação: 4/5

Informações sobre o percurso: n/a

Outros sites de relevo: n/a

Panfleto oficial: n/a

Trilho GPX: Wikiloc darasola

Ponto positivos: Alvarenga e o seu casario, paisagens rurais e serranias, praia fluvial do rio Paiva, Rio Paiva

Pontos negativos: muita estrada e eucalipto, a falta de travessia pronta no Vau (Editado: com a constução dos passadiços do Paiva foi feita uma ponte suspensa para a travessia do rio).

 

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