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Rota da Penha - PR3 - Guimarães

por darasola, em 16.11.17

A Rota da Penha é um percurso pedestre especial, pois começa em pleno centro urbano da cidade e leva-nos a um verdadeiro paraíso bucólico no alto da Penha, onde podemos perder-nos no meio de penedo graníticos enormes.

O percurso começa nos jardins do largo República do Brasil, junto à Igreja de S. Gualter onde se encontra o painel de início do trilho. Passamos pelo edifício do teleférico de Guimarães (que pode ser uma alternativa para quem quiser evitar a dureza da subida, ou simplificar o regresso). À medida que as zonas residenciais vão ficando para trás, começamos a entrar na verdura depois de cruzar a EN 101-2. A partir daí, vamos passando por entre as enormes rochas graníticas cobertas de musgos, onde cada penedo parece esconder uma passagem secreta. Rapidamente chegamos ao alto da Penha e fomos zizagueando por entre o labirinto granítico e verde até ao miradouro de Pio IX de onde se pode observar a cidade berço. Passamos pela imponente igreja do Santuário da Penha com a sua praça ampla. Seguimos pelo Penedo dos Aviadores até à Capela e Miradouro de S. Cristóvão, e descemos até à Gruta da Sra do Carmo e S. Elias. Percorrido o alto da Pena, iniciamos a descida pelo mesmo caminho da vinda, até encontrarmos a bifurcação que nos levaria a passar pelo Mosteiro de Stª Marinha da Costa, agora transformado em Pousada. Um percurso muito agradável ligando a cidade à Penha.

Ficam as fotos:

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Largo República do Brasil

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Igreja de S. Gualter

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Painel informativo do percurso pedestre - PR3 - Guimarães

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Uma marcação original.

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Vista para o Castelo de Guimarães e o Paço dos Duques de Bragança.

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Uma curiosa passagem debaixo da estrada.

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O ponto de ligação e convergência até ao alto da Penha. Vindos de Guimarães, segue-se daqui até ao alto da Penha, regressando depois a este mesmo local para seguir na direção oposta à da vinda, para completar o trilho.

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Uma escadaria antiga.

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Entrada na área do alto da Penha e da monumental escadaria.

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A beleza bucólica e romântica da zona faz lembrar um pouco a Serra de Sintra.

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By Quechua

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Passagem entre penedos.

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Verde e mais verde.

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Perdemo-nos por caminhos...

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... onde os penedos têm nomes.

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Em direção ao miradouro de Pio IX.

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Por vezes é preciso baixar-nos.

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O ponto de chegada/partida do teleférico.

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O alto da Penha está sempre bem cuidado.

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Tão pequenos que somos.

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Vista para Guimarães.

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Estátua de Pio IX.

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A vista para o santuário

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O largo frente ao santuário.

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O teleférico e a cidade.

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Penedo dos aviadores.

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A fonte e a torre/capela de S. Cristovão.

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Descendo à gruta da capela de Sra do Carmo e S. Elias.

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A passagem.

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Já na descida no regresso a Guimarães.

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É uma beleza a cada curva.

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Numa captação de água.

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Igreja do Mosteiro de Santa Marinha da Costa...

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... a a Pousada.

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Um fontanário com um "upgrade" interessante.

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Antes de regressar ao centro, cruzámos o trilho da antiga linha de comboio que ligava Guimarães a Fafe.

 

Ficha técnica: 

Distância: 8,5 km

Tempo: 3h

Tipo: circular (com uma parte linear)

Dureza física: 2/5

Dificuldade técnica: 1/5

Beleza do Percurso: 4/5

Marcação: 3/5

Informações sobre o percurso: aqui

Outros sites de relevo: aqui

Panfleto oficial: aqui

Trilho GPX: Wikiloc

Ponto positivos: o património histórico de Guimarães e da Penha, a beleza da Penha

Pontos negativos: uma parte do percurso faz-se por ruas e zona urbanas sem interesse

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Esta é uma proposta para quem visita o Geopark Arouca, em especial a zona da Serra da Freita. A descoberta das Pedras parideiras é algo a não perder, por ser um fenómeno único no mundo. A zona foi intervencionada para oferecer melhores condições aos visitantes. Foi construído um passadiço de madeira em redor do afloramento principal. Também foi restaurada uma das casas da aldeia da Castanheira, um antigo palheiro, que foi reconvertido em centro interpretativo das pedras parideiras. Permite visionar um filme 3D sobre a geologia do concelho, em especial a zona da Freita, e tenta explicar a formação das pedras parideiras. Existe uma zona coberta junto a outro afloramento, que permite observar o fenómeno mesmo com mau tempo. A casa das Pedras Parideiras também tem uma pequena loja de produtos locais.

Depois de vermos o filme, atravessamos a estrada para chegar ao afloramento principal, que também é um dos pontos da Rota da Água e da Pedra, das Montanhas Mágicas.

A atividade propunha uma visita ao novo Radar Meteorológico da Freita, construído no Pico do Gralheiro, a cerca de 1100 m. Esta torre de 47 m e 13 pisos, serve a região norte do país permitido uma cobertura de uma zona que vai sensivelmente desde a Serra da Estrela até à Galiza. A caminhada até ao local é relativamente curta e simples e rapidamente chegamos à torre. A subida mais difícil foi mesmo a dos degraus todos que nos levaram até ao piso do miradouro (de notar que existe um elevador que permite a subida às pessoas com maiores dificuldades). Ali, uma sala redonda com vistas de 360º ofereceu-nos panorâmicas fantásticas sobre toda a zona, em particular sobre a queda de água da Frecha da Mizarela. Dali é possível ver a Serra da Estrela, a Ria de Aveiro e o grande Porto, isto se o tempo permitir, claro. Felizmente tivemos sorte com o dia, que estava fantástico.

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Afloramento coberto junto à Casa das Pedras Parideiras

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A sala de projeção do filme 3D no piso inferior

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O piso superior com a loja de produto locais

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Em direção ao afloramento principal

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Início do passadiço

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Painel da Rota da Água e da Pedra, das Montanhas Mágicas

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Uma linda vaca arouquesa

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A chegada à torre

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Já na sala do miradouro com as vistas em redor

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Esta é uma nova proposta turística para descobrir um pouco mais desta fantástica Serra da Freita.

Boas caminhadas

darasola

 

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