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O local sofreu um grande fogo florestal danificando a vegetação em redor, no entanto salvaram-se os moinhos.

Fonte: http://www.farodevigo.es/galicia/2013/08/29/emblematica-ruta-molinos-o-folon/867887.html

 

Descobri os Moinhos de Folón e Picón e a beleza do seu percurso há uns meses, consultando vários blogs de caminhadas na internet (ver links ao lado) e fiquei imediatamente encantado com a beleza do local. A vontade de realizar esse percurso aumentou ainda mais quando passei perto durante a ida a Santiago pelo Caminho da Costa. Por isso, assim que foi possível voltei ao local para descobrir este percurso. Posso dizer que é lindíssimo e por isso vai levar 5 estrelas na classificação de beleza/interesse. A disposição dos moinhos todos junto, os vales onde se encontram e as vistas para o rio Minho e a sua foz onde se destaca o monte de Stª Tecla tornam este PR um "must do". A sua dificuldade é baixa (exceto a parte das subidas) e encontra-se muito bem marcado. Confesso que a chegada ao local de partida me deixou algo desiludido porque a zona é toda desprovida de árvores e sem encanto, no entanto a beleza dos vale começa a revelar-se pouco depois de percorrido o 1º quilómetro. Deixo aqui as fotos do percurso:

Painéis informativos junto ao local de partida (tantos!).

Os moinhos do Fólon são os que aparecem no primeiro vale ao longo do curso de água com esse nome. Depois de atingido o cume e iniciando-se a descida, surgem os moinhos do Picón.

Explicação do funcionamento dos moinhos em rodízio.

O primeiro moinhos serve também como posto de informação turística, no entanto encontrava-se fechado.

A água corria por todo o lado.

Sinalética.

Início do trilho.

O vale inicial parece ter sido cortado recentemente, daí este aspeto desnudado.

Passagem do ribeiro Folón sobre uma pequena ponte de madeira.

As marcações para virar são algo estranhas, mas dá para perceber.

Eis que surgem os moinhos em carreira.

Para os alcançar, mais uma pequena ponte.

Os moinhos encontram-se em ótimo estado de conservação.

Como seria a época em que laboravam no máximo da sua capacidade? O local deveria ser cheio de vida!

Mais acima, outro grupo de moinhos!

Perspetiva geral sobre o 2º conjunto de moinhos.

Observando a beleza do local!

Passagem por uma pequena ponte de poldras.

O interior de um moinho que se encontra em reparação.

Acima do 2º conjunto de moinhos, existe uma espécie de miradouro, com vista para o rio Minho e o monte de Stª Tecla.

Aspeto do miradouro.

Os últimos moinhos do lado do Folón.

A vista do alto sobre a zona da foz do rio Minho.

O trilho segue pela cumeada...

... até começarmos a descer e a encontrar os moinhos do Picón.

Moinhos do Picón.

Embora deste lado não se encontrem conjuntos numerosos de moinhos, o arvoredo confere-lhe outro encanto.

Pouco depois, alcançamos estrada, passando diante de uma quinta de eventos e logo ao fundo desta pequena reta, viramos à direita para retomar o trilho.

Sinalética.

 

Ficha técnica: 

Distância: 4 km

Tempo: 1h 30 +/- (no meu caso acabou por ser bastante mais para tirar fotografias)

Tipo: circular

Dureza física:

Dificuldade técnica:

Beleza do Percurso:

Marcação:

Informações sobre o percurso:

Panfleto oficial: indisponível

Trilho GPX: aqui

 

Ponto positivos: paisagens e património molinológico

Pontos negativos: nada a assinalar

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Caminhada - Moinhos de Figueiredo [Arouca]

por darasola, em 20.04.10

Mais uma pequena caminhada pelo concelho de Arouca, para descobrir um pequeno recanto que não conhecia: os moinhos de Figueiredo.

O percurso saiu do centro da vila, junto ao museu municipal, para seguir até à zona dos moinhos, alguns dos quais tinham sido aberto expressamente para podermos observar o seu funcionamento.

Seguimos pela estrada da Feira quinzenal.

A maior parte do tempo seguimos por estrada, mas ainda passamos por algumas zonas de trilhos bem interessantes.

Passagem debaixo da variante.

Alguém conhece o Stargate?

Abastecimento de água para os caminhantes.

Caminhando lado a lado com a variante.

Gostei particularmente de um cão que surgiu num local particular a fazer pose (ver fotos), calculo que deva ser amigo do carteiro.

Um lagar de vinho em pedra numa casa quase em ruínas.

A visita a uma moinho em funcionamento.

Ei-lo a trabalhar.

A energia motriz: H2O.

Mais adiante, a organização tinha preparado uma mesa com broa quentinha para acompanhar com presunto, mel, azeitonas, vinho e bagaço com mel e as pessoas não se fizeram rogadas.

O percurso culminou com a chegada ao "prado dos moinhos", onde encontrámos uma série de moinhos (alguns em ruínas) numa zona particularmente bonita e que agradou bastante.

Uma pedra com um estranho corte retilíneo.

A partir daí o regresso iniciou-se de volta a Arouca, passando pela capela de Figueiredo e pela Igreja do Burgo, onde seguimos ao longo do GR28 até ao museu.

Vista para a Senhora da Mó.

Um muro de sustentação da estrada com uma levada incorporada.

Cruzeiro do S. Aleixo.

Espigueiro ou canastro.

Chegada ao Museu municipal.

Foto final de grupo.

Uma pequena caminhada de 7 km que serviu essencialmente para conviver e aproveitar as tréguas dadas pelo tempo instável.

Boas caminhadas

Darasola

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