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Açores - Flores - Poço do bacalhau

por darasola, em 19.06.17

Na ilha das Flores, recomendo a visita a (mais um) local fantástico: o Poço do Bacalhau. Esta queda de água impressionante tem um enquadramento lindíssimo e situa-se junto à localidade da Fajã Grande, a localidade mais a oeste do território português. Já agora, jantar no "restaurante" Maresia é também uma experiência... inesquecível.

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A vista para a zona da Fajã Grande.

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A vista lateral sobre a parte superior da cascata. No local, existe uma casa de alojamento local. Boa sorte para conseguirem vaga para lá ficar. Eu não consegui.

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Finalmente a vista sobre toda a cascata a partir da estrada.

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Aqui e ali, uns moinhos aparentemente abandonados mantêm as paredes ao alto, junto ao curso de água.

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Este zona faz parte do PR3 das Flores.

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Sinalética junto à estrada.

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Seguindo em direção à queda de água.

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A queda de água é tão alta que a água parece desaparecer à medida que se despenha das alturas.

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Na base da queda de água, existe uma lagoa onde é aparentemente possível tomar banho.

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Um dos moinhos aparentemente abandonado.

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Uma dica: se seguirem em direção à Ponta da Fajã (o pequeno lugar com a capela bem visível), poderão encontrar outras quedas de água monumentais. Não são tão belas como a do Poço do Bacalhau, mas não deixam de valer a pena.

Boas caminhadas

darasola

 

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Sintra - PRS3 - Rota do Castelo dos Mouros

por darasola, em 07.10.11

Já passaram uns anos desde a minha última visita a Sintra. Desta vez, aproveitei a disponibilidade para conhecer o local através do PR3 - Percurso do Castelo.

Comecei o percurso no centro no pitoresco centro de Sintra, junto ao Palácio Nacional de Sintra, que se destaca pelas suas imponentes chaminés. Em pleno verão, os turistas (tal como nós) eram muitos, mas calculo que poucos teriam os mesmo planos que nós.

Seguimos pela rua das padarias, onde se encontra...

... a pastelaria Piriquita, conhecida pelo fabrico do travesseiros e queijadas de Sintra.

Passagem junto à Fonte da Pipa.

Lá no alto ficava o nosso destino: o Castelos dos Mouros.

A marca ao cimo das escadinhas.

No início da rampa da Pena, começaram a surgir os primeiros "Chalets".

O mais conhecido será talvez este: o chalet Biester.

O grande senão deste percurso é o facto de seguir ao longo da referida rampa da Pena, partilhada com os carros. Esta estrada não possui sequer passeios o que, aliado às curvas fechadas, torna muito perigoso este troço, em especial se forem em grupo. Por isso, recomendo grandes cuidados.

Em alguns locais é possível cortar caminho nas curvas mais apertadas, seguindo por trilhos marcados pela passagem de outras pessoas. Acaba por ser uma solução mais segura que permite evitar um pouco o perigo dos carros.

As marcas já não são recentes, mas conseguem facilmente identificar-se.

Chegada a uma curva de 180º, tornada única por este muro.

Mais um atalho para cortar caminho pela EN 247-3.

Chegados ao alto da rampa, começámos a encontrar estes painéis informativos interativos, que servem para indicar os locais de estacionamento livres.

O percurso passa então a ser pela calçada antiga da Pena. A partir daqui, podemos observar o Palácio da Pena, lá no alto.

Chegámos então à zona da bilheteira de entrada do Castelo dos Mouros. A realização deste percurso não obriga a entrar na zona sujeita a entrada paga, mas como queria muito conhecer o local, aproveitei e comprei o bilhete.

A entrada e continuação do trilho é mesmo por aqui.

Aliás, são vários os percurso que seguem por aqui: PR2, PR3 e GR11.

A representação gráfica do local.

Depois de passar a entrada, este é o aspeto do trilho.

A vista para o centro urbano de Sintra.

Mais um pórtico.

Já do lado de lá.

Este estranhos buracos são vestígios de antigos silos onde os árabes guardavam alimentos.

Os painéis informam-nos sobre os detalhes destes silos.

Mais adiante fiquei boca-aberta pela o cenário desta capela em ruínas no meio da vegetação. Um cenário lindíssimo que parece saído de uma história encantada.

Trata-se da Igreja de S. Pedro de Canaferrim.

Um raro momento em que não estava nenhum turista a passar frente à máquina ou parado em pleno campo da fotografia.

O local tem um aspeto estranho, carregado de misticismo. Se fosse num dia de nevoeiro, acho que teria de olhar em redor se não aparecia nenhum espírito vagueando :-)

A partir deste portão, a entrada é paga. É aí que se valida o bilhete, no entanto, tal como já disse, para realizar o percurso não é preciso entrar. Mas, já que lá estava, aproveitei para conhecer e garanto que vale bem o desvio. Diria mesmo, que é quase um crime não entrar, tal é a beleza do local e das suas vistas.

As paisagens do alto das muralhas do Castelo dos Mouros são fantásticas. Nesta foto, é possível avistar o Palácio da Pena.

A vista para outro flanco da muralha.

Uma das íngremes escadarias do castelo. Nem quero imaginar como seria fazer o caminho de ronda na altura em que os soldados ocupavam o local.

O Palácio Nacional de Sintra lá em baixo, de onde saímos no início do percurso e onde haveríamos de voltar.

Mais uma perspectiva sobre a linha de defesa do castelo.

Foi por esta vertente coberta de densa vegetação que fizemos a primeira parte do percurso.

São várias as bandeiras hasteadas nas muralhas, numa evidente referência aos vários momentos de ocupação do local.

Uma mini-muralha da China? Não! Esta é mesmo portuguesa... ou será moura?

Em contraluz, com destaque para a ventania que se fazia sentir.

Depois de feita a visita ao interior do castelo, regressámos à entrada/saída do mesmo para continuar seguindo as marcações. A partir daqui, foi sempre a descer.

Todos para baixo!

A vegetação densa e as sombras são novamente a tonalidade forte desta parte do percurso.

Uma sequoia existente no local. Não será como as dos Estados-Unidos, mas é sempre impressionante. Curioso é facto de estar indicado em vários locais que o monte da serra de Sintra, também conhecido como monte da Lua, era, no século XIX, um local praticamente desprovido desta vegetação. Apenas com o início do movimento romântico e sob a orientação de D. Fernando II é que o local ganhou esta riquíssima variedade florestal.

Graças a este painel, descobri que os restos mortais de Ferreira de Castro, um escritor dos séc. XIX da zona de Oliveira de Azeméis/Vale de Cambra, terão sido inumados na serra de Sintra, por ter sido esta a sua vontade.

A partir do início da descida, foram poucos os turistas que vimos, pois preferem usar o carro e não se afastam muito das estradas. Ficam eles a perder, pois não descobrem estes recantos de Sintra.

Tal como na entrada, voltamos a encontrar um torniquete para sair.

A partir daqui já só são dois os percursos nesta direção.

Mais um facto que desconhecia: Hans Christian Andersen, autor de inúmeros contos que povoam as minhas recordações de infância (O patinho feio, O soldadinho de chumbo, A pequena sereia, A pequena vendedora de fósforos, entre outros) viveu em Sintra. Fez com certeza uma boa escolha.

Passagem frente à Igreja de Santa Maria, fundada por D. Afonso Henriques, mas com alterações no séc XIII e XIV.

A descida pela calçada dos Clérigos...

... levou-nos diante da fonte da Sabuga, de origem medieval e reconstruída no séc. XVIII.

A vista sobre o palácio nacional de Sintra a partir ...

... do miradouro da Ferraria.

O percurso é mesmo por aqui!

Voltámos a encontrar sinalização de outro percurso o PR1 de Sintra e este painel é o único ao longo de todo o percurso que dá informação sobre o nosso percurso do PR3. É manifestamente pouco para um local tão turístico como Sintra.

Voltámos a encontrar o PR1, que seguimos em direção ao centro, o nosso ponto de partida inicial.

Cá está a azáfama da rua das padarias.

O referido painel do percurso. Podia ser de melhor qualidade.

Os dados do GPS indicavam um total de 6,6 km para uma ascenção de pouco mais de 270m em 1h40 em andamento (+ 1h30 parado nos vários pontos de visita). É uma excelente forma de conhecer Sintra, no entanto peca pela parte inicial que é bastante perigosa por ser ao longo da estrada.

Boas caminhadas

darasola

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