Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


Depois de ter ficado encantado com os Açores quando descobri S. Miguel, a vontade de regressar ao este fantástico arquipélago foi imediata. O objetivo era conhecer outras ilhas e foi assim que aterrámos no Faial. A caminhada "must-do" da ilha é o trilho da caldeira que circunda pela cumeada a cratera do vulcão ao longo de 8 km. O ponto de partida é local de muita afluência de turistas de autocarro, mas aparentemente (e felizmente) regressam quase todos pelo asfalto. Assim, o trilho fica livre para podermos apreciar a sua beleza. Pena foi o nevoeiro ter feito das suas. Surgiu tão rapidamente e tão denso que mais de metade do percurso foi feito com uma visibilidade muito reduzida. Foi pena, mas mesmo assim valeu pela parte inicial em que pudemos apreciar tanto a beleza do fundo da cratera (um zona protegida de acesso restrito) como as vistas para o mar.

Azores_Faial_caldeirao_01.JPG

A estrada de acesso à cratera leva-nos a um largo sem saída (para automóveis) onde encontramos 3 painéis informativos dos percurso que ali passam.

Azores_Faial_caldeirao_02.JPG

O que nos interessava era o PR4 FAI

Azores_Faial_caldeirao_03.JPG

Existe um pequeno túnel escavado na parede da cratera...

Azores_Faial_caldeirao_05.JPG

... que nos leva a uma miradouro sobre o interior da caldeira.

Azores_Faial_caldeirao_06.JPG

Pena que o fundo estivesse completamente oculto no denso nevoeiro.

Azores_Faial_caldeirao_07.JPG

Voltamos então ao largo do estacionamento para iniciarmos o trilho...

Azores_Faial_caldeirao_08.JPG

... por uma pequena escadaria.

Azores_Faial_caldeirao_09.JPG

Por um lado ou pelo outro, o destino vem dar sempre ao mesmo local.

Azores_Faial_caldeirao_10.JPG

Vista para o ponto de partida, onde se consegue ver os carros e a pequena capela onde viríamos a terminar o percurso umas horas depois.

Azores_Faial_caldeirao_11.JPG

Um dos poucos momentos em que conseguimos vislumbrar o fundo da caldeira.

Azores_Faial_caldeirao_12.JPG

Marco geodésico com marcação do PR.

Azores_Faial_caldeirao_13.JPG

Mais uma espreitadela ao fundo da caldeira.

Azores_Faial_caldeirao_14.JPG

No sentido em que seguimos, o percurso tem uma desnível bastante acentuada.

Azores_Faial_caldeirao_15.JPG

O desnível serviu para aquecer pois estava uma ventania enorme.

Azores_Faial_caldeirao_16.JPG

A minha esperança era que o vento fizesse desaparecer o nevoeiro e permitisse apreciar em pleno a beleza do percurso. Bem me enganou!

Azores_Faial_caldeirao_17.JPG

Sobe, sobe...

Azores_Faial_caldeirao_18.JPG

O trilho não chega sequer a ter um caminho definido tendo apenas algumas estacas marcadas a servir de orientação.

Azores_Faial_caldeirao_19.JPG

Marco de cimento com marcação. O trilho é bastante irregular.

Azores_Faial_caldeirao_20.JPG

Chegado ao alto das antenas, podemos seguir pela estrada ou pelo trilho que segue em paralelo alguns metros abaixo.

Azores_Faial_caldeirao_21.JPG

Azores_Faial_caldeirao_22.JPG

Os outros percurso que são comuns a este local: o GR1 do Faial (Costa a costa) e o dos 10 vulcões (PR6 FAI)

Azores_Faial_caldeirao_23.JPG

Nalgumas zonas existem proteções de segurança devido ao declive das paredes da caldeira. Como não conseguíamos ver nada, nem tínhamos bem a noção do risco.

Azores_Faial_caldeirao_24.JPG

Morango silvestre, uma constante ao longo do percurso.

Azores_Faial_caldeirao_25.JPG

Este marco no chão assinala a vista para a ilha da Graciosa. Escusado será dizer que não vimos rigorosamente nada.

Azores_Faial_caldeirao_26.JPG

O denso nevoeiro e o forte forte obrigaram a tirar os impermeáveis para proteger da humidade.

Azores_Faial_caldeirao_27.JPG

Chegada ao ponto de partida com a pequena capela a servir de marco.

Azores_Faial_caldeirao_28.JPG

Aspeto da capela, que pouco mais é do que um pequeno altar com uma figura pintada em azulejos.

Azores_Faial_caldeirao_29.JPG

Para quem quiser saber as distâncias quando se está no meio do Atlântico.

Boas caminhadas

@darasola

Autoria e outros dados (tags, etc)

O GR 28 é o maior percurso do concelho de Arouca e, com um extensão oficial de 90 km (a oficiosa é um pouco inferior), liga vários PR da rede de percursos do concelho, bem como vários geossítios do Arouca Geopark. O percurso já está implementado desde 2009 e até houve uma "inauguração", mas pelos vistos não foi oficial (ou então vai ser inaugurado outra vez). Já o percorri integralmente há uns anos, na altura de BTT, mas nunca o fiz a pé. Esta oportunidade surgiu em conversa, mas de forma faseada e consoante a disponibilidade de cada um. Assim, no passado mês de Novembro, iniciámos a 1ª etapa que nos levou do centro de Arouca, junto ao museu municipal até ao planalto da Freita, mais precisamente à aldeia do Merujal, onde concluímos o percurso. A manhã estava bem fria, mas todo o percurso era uma subida pelo que não faltaram momentos para aquecer. Ao longo desta etapa cruzamo-nos ou percorrermos troços do PR2 - caminhos do Vale do Urtigosa, do PR4 - Cercanias da Freita e PR15 - Viagem à pré-história. 

 Ficam as fotos:

Painel informativo junto ao ponto de partida.

Passando entre o largo da Feira e o parque musical.

Campos agrícolas numa manhã fria.

Sombras e luz.

Espigueiro.

Atenção "Piso escorregadio".

Mais gelo na estrada.

Casa brasonada em Eiriz.

Casa antiga com capela em anexo.

Gelo formado na erva molhada por um sistema de rega.

Passagem debaixo do viaduto da variante à EN 326.

Tons de outono.

Quando não há sinalização oficial, arranjam-se outros sistemas.

Passamos por uma zona de soutos cheios de folhas de castanheiros.

Vista para a Srª da Mó.

Em Santa Maria do Monte, um outro painel informativo do GR28.

Zona central de Santa Maria do Monte.

Partilhamos este trilho com o PR4.

Cabides!

Encontramos então o PR2.

Passagem no centro de Souto Redondo, junto à capela.

Ainda havia uvas americanas esquecidas nas videiras.

Ponte antiga em cima de uma linha de água.

Caminhos antigos cheios de água.

A vista para o vale. Ao fundo, ao centro da freguesia de Rossas.

Alminhas marcadas.

Uma das subidas mais íngremes no centro do lugar de Póvoa.

Um tapete de folhas cobria as nossas pernas quase até ao joelho.

O percurso segue então por uma zona algo complicada, seguindo pelas rochas que ladeiam uma linha de água. A vegetação é densa e a passagem pode ser complicada.

Monumento funerário em pleno monte.

Travessia da estrada de acesso ao planalto da Freita.

Continua a ascensão.

Alcançámos então o percurso da antiga Via Romana Viseu - Porto, também conhecida como Caminho dos burros.

O Merujal, término da nossa caminhada, estava já próximo.

Vista para Oeste, terras de Vale de Cambra.

Caminho dos burro.. e do cão.

Finalmente terminaram as subidas.

Passagem pelo pequeno lugar de Venda Nova.

Merujal à vista.

Serra da Freita.

Concluímos a caminhada no centro da aldeia do Merujal, junto ao painel informativo.

Foram quase 16 km do centro da Vila de Arouca até aqui. A próxima terá obviamente início neste mesmo local.

Uma nota negativa para a quantidade de fita dos Bombeiros de Arouca deixadas pela organização de algum evento. Assim não dá! Fiz a minha parte e apanhei as que pude, mas cabe às organizações tratarem desta tarefa depois de concluído o evento. É vergonhoso deixarem estas nódoas para trás.

 

Ficha técnica: 

Distância: cerca de 15 km

Tempo: 5h30 (+/-)

Tipo: linear

Dureza física:

Dificuldade técnica:

Beleza do Percurso:

Marcação:

Informações sobre o percurso: n/a

Outros sites de relevo: n/a

Panfleto oficial: n/a

Trilho GPX: Wikiloc darasola

Ponto positivos: Serra da Freita e ass vistas, aldeias tradicionais, paisagens rurais

Pontos negativos: n/a

 

A próxima etapa não tem ainda data para realizar-se, mas aglo me diz que será em 2014 :-)

Bom ano 2014.

Boas caminhadas

darasola

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)


Pesquisar

  Pesquisar no Blog

Siga o darasola no Instagram

Instagram

Copyrights

A reprodução de todo ou qualquer texto, fotografia ou conteúdo é expressamente PROIBIDA sem autorização por escrito do autor. A reprodução não autorizada é punida por lei. O eventual uso de conteúdos deste blog deve ser SEMPRE acompanhado da referência ao mesmo (de preferência com link). Para contacto: dar.a.sola@sapo.pt

Facebook



Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2012
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2011
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2010
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2009
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2008
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2007
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2006
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D