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Percursos pedestres, caminhadas, pedestrianismo, trekking, trilhos, aventuras, viagens, passeios e descobertas!

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Ilha das Berlengas - Trilho da ilha velha

20.11.11 | darasola

Situada a noroeste do cabo carvoeiro, a Reserva Natural das Berlengas abrange o arquipélago das Berlengas e os ilhotes das estrelas e Farilhões/Forcada, bem como a zona marítima envolvente.

São conhecidas pela qualidade das suas águas para a prática de mergulho e como zona de nidificação de aves marítimas por excelência ou ainda como ponto de passagem de aves migradoras.

Vista aérea da ilhaBerlengas_mapa

Mapa

A viagem iniciou-se no porto de Peniche onde embarcámos em direção à ilha.

A vista para o forte de Peniche, uma antiga prisão política, onde Álvaro Cunhal esteve preso e de onde conseguiu escapar a nado.

A vista para o Cabo Carvoeiro e o seu farol.

A chegada à enseada que serve de porto das Berlengas. É a única zona habitacional da ilha, onde existe um bairro de pescadores, um restaurante e algumas estruturas de apoio (posto da cruz vermelha, etc.)

Painel informativo da reserva natural das Berlengas.

A viagem faz-se a bordo do navio Cabo Avelar Pessoa, que faz duas vezes ao dia a ligação entre a ilha e o continente. Para além do transporte de passageiros, faz igualmente o transporte de mercadorias.

O acesso à ilha faz-se por esta íngreme subida até ao planalto.

Olhando para trás, a perspectiva sobre o porto.

Nessa mesma subida, surge pela direita o início do trilho da "ilha velha", um pequeno percurso com cerca de 1,5 km.

Saindo do caminho cimentado, o percurso passa a ser na sua totalidade por um carreiro estreito e com pedras soltas, algo traiçoeiro nas descidas e pouco aconselhado a calçado de verão.

A vista para os ilhéus à volta, as Estelas.

E outros ainda: os Farilhões.

A vista para Este, onde se pode avistar o continente e o cabo Carvoeiro.

Uma estranha estrutura, possivelmente algo relacionado com um antigo instrumento de navegação.

Ao longo do percurso surgem estas placa com os nomes referentes a cada um dos pontos de pesca ali existentes. O acesso é reservado apenas a pescadores autorizados para proteger o espaço de nidificação das aves.

A continuação do trilho.

Acesso ao ponto das Figueiras.

Pouco a pouco o trilho dá a volta e segue em direção ao ponto de partida. A aves, especialmente as gaivotas, são uma presença constante e os seus gritos são quase ensurdecedores.

Uma gaivota gigante? Ou um anão?

Acesso ao ponto do Capitão.

Já se avistava o caminho de partida. A volta é rápida e já estávamos quase de regresso.

A vista para a enseada do porto da ilha.

Já de regresso ao ponto de partida.

Daqui seguimos subindo até ao planalto onde continuámos a percorrer o resto da ilha no Trilho da Berlenga.

Podem encontrar o percurso todo das Berlengas na conta wikiloc do darasola.

O KM vertical

10.11.11 | darasola

Foi através do Facebook que tive notícias sobre uma modalidade que desconhecia: o Km vertical. O post em questão ligava a um vídeo onde podia ver a prova existente na Suíça, onde um grupo de atletas tentava vencer um desnível de 1 km vertical (ascensão de 1000 m) ao longo de um percurso com 1,9 km de distância. As imagens são impressionantes e por isso não quero deixar de partilhar.

Depois de uma pequena pesquisa no google, verifiquei que existe uma prova semelhante na ilha da Madeira: o km vertical do Fanal (Funchal), organizado pelo Clube Aventura da Madeira.
Deixo o vídeo da prova nacional.
Há menos gente presente, o que facilmente se entende por não ser (falo por mim) algo tão amplamente conhecido como será provavelmente na Suíça, mas as paisagens da Madeira são excelente.
Boas subidas...
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Palácio da Pena, uma das 7 maravilhas de Portugal

10.11.11 | darasola

Continuando o périplo por Sintra, aproveitei por conhecer uma das 7 maravilhas de Portugal: o Palácio da Pena.

Segundo as informações do site da CM de Sintra: o Palácio da Pena constitui o mais completo e notável exemplar de arquitectura portuguesa do Romantismo. Edificado a cerca de 500 metros de altitude, remonta a 1839, quando o rei consorte D. Fernando II de Saxe Coburgo-Gotha (1816-1885), adquiriu as ruínas do Mosteiro Jerónimo de Nossa Senhora da Pena e iniciou a sua adaptação a palacete. Para dirigir as obras, chamou o Barão de Eschwege, que se inspirou nos palácios da Baviera para construir este notável edifício. Extremamente fantasiosa, a arquitectura da Pena utiliza os "motivos" mouriscos, góticos e manuelinos, mas também o espírito Wagneriano dos castelos Schinkel do centro da Europa. Para mais informações, veja o site oficial.

Realmente o aspeto do palácio não deixa dúvidas quanto à mistura de estilos na aquitetura.

O portão de entrada para o primeiro pátio.

A vista para a zona mais urbanizada de Sintra.

Passagem pela pequena ponte...

... antes de chegar ao templo das colunas.

Subindo em direção a sul, encontrei, num alto, a estátua do guerreiro, que dizem representar o rei guardião da sua obra.

A mesa da rainha, um dos locais preferidos da rainha D. Amélia.

O trilho é bastante exigente no que diz respeito ao piso. Para além das pedras serem irregulares, o facto de o parque ser bastante sombrio e húmido, torna o conjunto bastante escorregadio. Não deviam ser nada fáceis as caminhadas da rainha...

No alto de S. Catarina, surge o trono da rainha...

... de onde se pode gozar a beleza desta vista!

O castelo em todo o seu esplendor.

Continuação do trilho, com uma passagem "subterrânea".

Chegada à gruta do monge.

A entrada da gruta do monge.

Um dos paineis da sinalética do percurso. Seguimos sempre a subir em direção à cruz alta.

O trilho bem agradável num dia quente de verão, só que este verão de 2011 foi um bocado atípico. Felizmente o sol estava presente neste dia.

A subida final...

... até chegar à Cruz alta...

... colocada no ponto mais alto da serra de Sintra, a 529 m de altitude.

A cruz alta e o palácio da Pena em pano de fundo.

A partir daqui, o trilho foi sempre a descer, por vezes de forma bastante acentuada e escorregadia.

A vista a partir do miradouro para a costa de Sintra.

Descendo...

... até chegar à fonte da preta.

O trilho continua por entre o denso ambiente vegetal.

O verde é sempre a cor dominante.

Continuei em direção aos lagos.

Encontrei vários exemplares de fetos arbóreos.

Alguns deles bem grandes!

A fonte dos passarinhos, com o seu inabitual estilo islâmico.

Uma das originalidade vegetais do parque: as tuias gigantes, uma árvore natural da América do norte cuja particularidade é a estranha forma dos ramos inferiores, que crescem junto ao solo e formam raízes próprias.

Seguimos à esqueda, para os lagos.

A estátua alusiva a D. Fernando II, que esteve por detrás desta pequena revolução, que transformou o alto da serra, uma zona quase sem vegetação, num belo parque verdejante.

Chegada à pateira.

O lago principal com o seu torreão.

Uma bela zona de repouso com uma vista privilegiada: um convite ao descanso.

Um curioso a observar uns caminheiros na esperava de receber algum pedaço de pão.

Eis um belo percurso para apreciar a beleza desta maravilha nacional

Positivo: para além do palácio da Pena, a beleza do percurso, as sombras e as espécies naturais que por lá se podem observar

Negativo: o piso em algumas zonas é bastante traiçoeiro. Como se trata de um destino tipicamente turístico, muitos poderão não estar equipados com um calçado adequado.

Podem encontrar o mapa interativo oficial aqui.

Boas caminhadas

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