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Percursos pedestres, caminhadas, pedestrianismo, trekking, trilhos, aventuras, viagens, passeios e descobertas!

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Percursos pedestres, caminhadas, pedestrianismo, trekking, trilhos, aventuras, viagens, passeios e descobertas!

Próxima caminhada - 1ª etapa do GR28 Arouca

28.11.13 | darasola

Está prevista a realização da 1ª etapa do GR 28 de Arouca, por um pequeno grupo de caminhantes (no qual me incluo) no próximo sábado (30/11/13), com partida no largo da feira quinzenal (junto ao Museu Municipal onde está o painel informativo que marca o início do percurso) às 9h.

Esta etapa é a primeira de várias que pretendem percorrer o GR28 em toda a sua extensão. Para já, o objectivo é ligar a vila de Arouca ao Parque de Campismo Refúgio da Freita e tem como distância prevista 15 km (pode eventualmente passar para 21 km até à zona do Vidoeiro se o grupo / andamento permitir)

O transporte é feito nos veículos próprios e a logística para o regresso será organizada no local conforme o número de participantes e carros. O material necessário é o habitual para caminhadas deste tipo: botas de caminhada, roupa confortável (e quente visto que as previsões apontam para frio nesse dia), comida e bebida para cada um, bastões de caminhada, ...

Os interessados deverão confirmar a sua participação através do mail do blogue: dar.a.sola@sapo.pt

NOTA:

Este evento não é nenhuma atividade oficial, mas sim um convívio para caminhar. Como tal não existe seguro e cada um é responsável pelos seus atos, sendo que o "darasola" declina qualquer responsabilidade por qualquer acidente ou incidente que possam ocorrer.

Serra Devassa [S. Miguel - Açores]

26.11.13 | darasola

E como tudo o que é bom, acaba depressa, eis o último trilho percorrido na fantástica ilha de S. Miguel: o PRC5SMI da Serra Devassa. O percurso começa perto da lagoa do canário e leva-nos a descobrir múltiplas pequenas lagoas e a descobrir novos miradouros com vistas fabulosas. A curiosidade deste percurso foi a presença de nevoeiro "intermitente", que tanto aparecia ocultando tudo à nossa volta, como desaparecia e revela-nos paisagens fabulosas. O percurso é bastante concorrido, pois cruzámo-nos com bastantes pessoas pelo trilho, mas também pela quantidade de carros estacionados no local de partida. Talvez seja pela reduzida distância a percorrer, ou porque nos foi recomendado pelo funcionário do posto de turismo do aeroporto (a nós e a muita gente, provavelmente). A parte inicial do trilho leva-nos a uma zona praticamente sem árvores, com vegetação rasteira, onde seguimos por cumeadas de pequenas elevações. No ponto mais alto, encontrámos um miradouro com vista para várias lagoas como a lagoa do pau pique, a lagoa do Éguas, a lagoa rasa. De seguida, iniciamos uma descida pelo meio de uma paisagem estranha que parecia o resultado de uma tempestade. Chegámos então à margem da lagoa rasa e fomos observar uma construção que parecia ser um sistema de captação de água. Aqui, a vegetação revela sua beleza com várias coníferas e hortênsias em todo o lado. Depois de contornarmos a lagoa, retomamos a direção do ponto de partida por um um trilho muito estreito até chegarmos ao final.

O painel do início do trilho está afastado da estrada e do local de estacionamento.

Painel informativo.

Em direção às cumeadas.

Outros caminhantes seguindo pela linha da cumeada.

Na linha da cumeada em direção ao céu.

Serra Devassa

É por ali - direção lagos

Escadinha improvisada.

O nevoeiro a permitir-nos espreitar o mar.

Continuando a subida até ao marco 

Parece um paisagem no meio dos Andes (pelo menos, é assim que a imagino).

A lagoa do Éguas.

O pequeno miradouro de onde não se "mirava" nada...

... até o nevoeiro desaparecer e presentear-nos com esta vista.

Vista para a lagoa rasa.

O percurso passa ali em baixo.

Iniciando a descida.

Uma paisagem estranha, quase apocalíptica.

Uma estranha construção coberta pela vegetação. Não percebi a sua função.

Chegada à lagoa rasa.

Sistema de captação de água.

Contornando a lagoa, as hortênsias surgem ladeando os caminhos.

Uma zona lindíssima.

Vista da lagoa rasa entre a vegetação.

Início do trilho mais estreito.

A vegetação é mais densa e abriga-nos da ventania que se fazia sentir no topo.

Regresso às escadinhas iniciais.

A vista sobre o antigo aqueduto conhecido como o muro das nove janelas, que já tinha descoberto neste percurso.

Regresso ao estacionamento junto à estrada de acesso às Sete cidades.

 

Ficha técnica: 

Distância: cerca de 4,5 km

Tempo: 1h (+/-)

Tipo: circular

Dureza física

Dificuldade técnica

Beleza do Percurso

Marcação

Informações sobre o percurso: aqui

Outros sites de relevo: 

Panfleto oficial: PRC5SMI aqui e aqui

Trilho GPX: aqui

Ponto positivos: as vistas a longo do trilho e no alto do miradouro, a lagoa rasa e a sua vegetação.

Pontos negativos: n/a

Rota do Chá Gorreana [S. Miguel - Açores]

19.11.13 | darasola

Os Açores são o único local da Europa onde é possível produzir chá e se, no séc. XIX, esta era uma indústria florescente com várias fábricas implantadas nas ilhas, hoje em dia restam pouquíssimas. A fábrica de chá Gorreana é uma das poucas resistentes. Sempre quis conhecer o local e quando vi a possibilidade de aliar a visita a um percurso pedestre, claro que nem hesitei. Por momento, parecia que estava num destino exótico como a Índia, o maior produtor de chá, percorrendo os socalcos cobertos dos arbustos de chá. Junto à fábrica da Gorreana, encontramos a proposta de um PR relativamente simples, com cerca de 6 km de extensão, que nos leva a percorrer as plantações de chá até à cota máxima de 480 m onde existe uma construção abandonada que funciona como miradouro. A vista estende-se pelos campos em redor até ao mar. Para terminar o passeio, nada como provar o gelado artesanal produzido no local e comprar alguns produtos na loja. Ainda deu para uma visita ao interior da fábrica e a descoberta das maquinarias e processos usados praticamente inalterados desde a sua fundação.

 

A entrada da fábrica.

A vista das plantações de chá a partir do estacionamento frente à fábrica.

Painel informativo do percurso pedestre.

Sinalética e hortênsias.

O único senão deste percurso é a travessia da estrada regional que obriga a um cuidado redobrado, em especial com grupo numerosos ou crianças.

A entrada dos terrenos de cultivo do chá.

As linhas desenhadas pelas plantações criam  uma paisagem em "socalcos" que faz lembrar um pouco os terrenos das encostas do Douro.

Um veículo 4x4 que leva as rações aos animais que pastam nos prados, com a cisterna para a recolha do leite.

Vegetação luxuriante e vistas lindíssimas.

Chá e mar! Lindo!

Os operários encontravam-se a trabalhar no local, recolhendo folhas de chá.

A apanha era tradicionalmente feita manualmente, no entanto atualmente existem máquinas que permite cortar e "aspirar" as folhas superiores, mais recentes e valiosas, para sacos, facilitando assim esta árdua tarefa.

Quase chegando ao miradouro.

Este edifício em ruínas corresponde ao local do miradouro.

Lá, somos brindados com estas fantásticas vistas.

Estranho local para colocar a sinalética.

Já na descida.

Com a estrada regional e a fábrica em pano de fundo.

As vistas das plantações de chá são mesmo algo único.

Regresso ao ponto de partida.

A maquinaria do séc. passado na visita ao interior da fábrica.

A loja da fábrica.

Várias máquinas usadas no processo de fabrico do chá.

No piso acima, os tabuleiros de secagem do chá, antes do mesmo ser processado.

 

Ficha técnica: 

Distância: cerca de 6 km

Tempo: 1h30 (+/-)

Tipo: circular

Dureza física:

Dificuldade técnica:

Beleza do Percurso:

Marcação

Informações sobre o percurso: aqui

Outros sites de relevo:

Panfleto oficial: PR28SMI aqui

Trilho GPX: aqui

Ponto positivos: a paisagem das plantações de chá, a visita à fábrica Gorreana, as vistas dos alto do "miradouro"

Pontos negativos: a travessia da estrada regional que requer algum cuidado

Lagoa das Sete Cidades [S. Miguel - Açores]

15.11.13 | darasola

Esta caminhada foi delineada com base numa sugestão da revista itinerante, na sua edição das maravilhas naturais de Portugal, que falava numa rota de miradouros em redor da lagoa das sete cidades. O percurso é tecnicamente muito simples, pois basta circundar as lagoas pelos caminhos da cumeada. O "esqueleto" deste trajeto assenta em dois percursos pedestres locais: o PR3SMI (Vista do Rei - Sete Cidades) e o PR4SMI (Mata do Canário - Sete Cidades) mas é necessário efetuar uma ligação por estrada entre o início de um e o final do outro. O dia começou muito bonito, mas à medida que nos deslocávamos até à zona da cratera, a nebulosidade ia aumentando, o que não agourava nada de bom. Acabamos por iniciar o percurso junto ao famoso miradouro do rei. Ficamos impressionados pela negativa com a quantidade de carros no local e sua falta de ordenamento (é um salve-se quem puder para estacionar), mas mais ainda com o enorme mamarracho do hotel abandonado ali ao lado. Não se percebe como puderam construir um edifício daquele tamanho num local tão especial como este. O seu aspeto abandonado são um cancro para a beleza do local e não se percebe como não foi ainda demolido. Depois dos registos fotográficos da praxe iniciámos o percurso pelo caminho que mais não do que um estradão de terra batida por onde passam carros (até passa ali o rally dos Açores!!!). Não gostei muito da convivência com os carros que nos iam fazendo companhia. Mesmo andando relativamente devagar devido ao piso de terra, acabava por ser incómodo e uma preocupação desnecessária. Felizmente, as vistas eram motivo suficiente para nos fazer esquecer esse incómodo, mas até aí não tivemos a sorte esperada. Depois de percorrer cerca de 1/4 do percurso, a bruma instalou-se, impedindo-nos de desfrutar em pleno deste trajeto. Pouco depois, a chuva surgiu e finalmente, foi com um vento forte e desagradável que passámos na zona do Pico da Cruz, junto radar da NAV. Felizmente, o mau tempo acalmou e pudemos fazer a ligação entre trilhos sem chuva. Gostava de poder dizer mais sobre as vistas, mas pelo relato anterior, deu para perceber que não tivemos muita sorte, mas não foi um passeio em vão, antes pelo contrário! E o banho revigorante nas águas quentes da Ferraria ajudaram a recuperar das mazelas dos 21 km em círculo.

Ficam as fotos

A vista a partir do miradouro do rei.

Painel em azulejo no local.

Outro painel leitor da paisagem.

Painel informativo que marca o início do PR3SMI.

O aspeto do trilho que mais não é do que um estradão de terra batida.

As hortênsias a ladearem o caminho davam um encanto tipicamente açoreano.

Vista para a costa oeste da ilha.

A vista para o interior da cratera.

O nevoeiro a surgir.

... e a engolir o resto da paisagem.

Hortênsia

A vista para um curioso cemitério no interior da cratera.

Cruzamento perto do miradouro da Lomba do Vasco.

Seguimos pela berma da estrada durante umas centenas de metros. Achei esta zona algo perigosa para fazê-lo, no entanto trata-se do traçado do PR3SMI.

Nalgumas zonas dava para seguir pelo talude de terra, mas noutras tínhamos mesmo de ir pela valeta de cimento ou pelo alcatrão.

Mais adiante, abandonamos a estrada e o PR3SMI para apanhar um corte à esquerda que nos levaria novamente a um estradão de terra batida.

A partir daqui o nevoeiro, o vento e a chuva miúda não pararam mais.

Este deveria ser o miradouro de Santa Bárbara de onde se pode apreciar a vista oposta à do miradouro da Vista do Rei. Infelizmente, o mau tempo não permitiu.

Encontramos uma zona em piso de cimento, junto ao Pico da Cruz, o ponto mais elevado da cumeada em redor da caldeira da lagoa das sete cidades.

Alcançámos então então uma zona de bosques, em que uma parte parecia ter sido varrida por uma tempestade. Todas as árvores estavam cortadas e os lenhadores ainda ali trabalhavam para as retirarem.

Chegámos então à zona mais densa, onde o nevoeiro deu um ar fantasmagórico à paisagem.

Chega-se então junto às ruínas de um antigo aqueduto - conhecido como o muro das nove janelas - que serviu em tempos para levar água para Ponta Delgada.

O aqueduto entre o nevoeiro.

Encontrámos o ponto de partida do PR4SMI.

Depois de seguirmos por estrada, voltámos a encontrar a vista para a cratera e fomos presenteados com um belo arco íris.

Seguindo por estada.

Chegada ao miradouro do rei, onde o 1º impacto é este que se pode ver na foto: um enorme edifício em ruínas.

 

Ficha técnica: 

Distância: cerca de 21 km

Tempo: 4 h (+/-)

Tipo: circular

Dureza física:

Dificuldade técnica:

Beleza do Percurso:

Marcação: n/a

Informações sobre o percurso: www.itinerante.pt

Outros sites de relevo:

Panfleto oficial: PR3SMI aqui e PR4SMI aqui

Trilho GPX: Wikiloc do darasola

Ponto positivos: a beleza do trilho e as vistas dos miradouros (se o tempo permitir)

Pontos negativos: o facto de parte do percurso ser feito ao longo da estrada e a chuva miudinha que nos acompanhou.

Parque Terra Nostra [S. Miguel - Açores]

06.11.13 | darasola

Tal como referido no post anterior, optámos por não fazer o PRC6SMI na totalidade, deixando o parque Terra Nostra de fora, para poder dedicar-lhe um post exclusivo. Para quem não sabe, este parque tem mais de dois séculos, visto que a sua origem remonta a 1780. O então Cônsul dos Estados Unidos da América, Thomas Hickling, decidiu ali construir a sua residência de verão. A propriedade foi mudando de proprietário e crescendo em área e interesse até termos hoje um dos mais belos jardins dos Açores, com espécimes de vários pontos do mundo, devidamente organizados ao longo de um fantásticos percurso. A entrada custa 5€ por pessoa e dá direito a ir a banhos na lagoa de águas férreas e à descoberta dos jardins. Não fiquei com o registo do percurso no GPS, mas o trajeto demorou cerca de uma hora.

Fica aqui o mapa do jardim com o percurso recomendado:

Mapa

Entrada do parque

Painel informativo com o mapa.

A vegetação luxuriante é de uma beleza ímpar.

O tanque de água termal.

A casa do parque.

Uma das lagoas na parte de trás da casa com uns fetos arbóreos em destaque.

Lindo!

O jardim de flores.

O vale das Cycas.

A alameda das Gingko Biloba. Nunca tinha visto árvores desta espécie tão grandes.

Azulejo que representa a dita alameda.

Memória aos Viscondes da Praia.

Um curioso coreto: o mirante "O Açucareiro".

... com uma bela vista.

Umas curiosas esculturas recobertas por vegetação.

Uma bela alameda de palmeiras.

Uma pequena varanda por cima de uma gruta onde era possível entrar e sair de barco.

O lago dos cisnes negros.

A referida gruta por onde entram as águas do lago.

As poldras de pedras sobre o lago eram muito procuradas para fotos. É muito estranho ver as águas vulcânicas deste lago a borbulharem.

As águas desta pequena lagoa tinham uma cor férrea.

Como facilmente se percebe, a visita a este parque é algo a não perder na visita às Furnas / S. Miguel, em especial pela beleza natural do local.

 

Ficha técnica: 

Distância: depende do percurso escolhido mas o panfleto fala em 2,9 km

Tempo: depende do percurso escolhido

Tipo: circular

Dureza física:

Dificuldade técnica:

Beleza do Percurso:

Marcação: n/a

Informações sobre o percurso: www.parqueterranostra.com

Outros sites de relevo:

Panfleto oficial: aqui e aqui

Trilho GPX: n/a

Ponto positivos: a beleza e organização do parque, os espécimes da vegetação

Pontos negativos: n/a (a não ser a chuva miudinha que nos acompanhou e o nevoeiro)

Lagoa das Furnas [S. Miguel - Açores]

01.11.13 | darasola

Continuando o périplo pelos Açores, um dos locais a visitar é a Lagoa das Furnas! A curiosidade de ver onde e como se faz o famoso cozido à portuguesa das furnas que, para quem não sabe, é cozido pelo calor da própria terra, leva centenas de pessoas a este local único. São inúmeros os turistas que chegam ao local pouco antes do meio-dia, por ser aí a altura certa para ver os funcionários dos restaurantes locais a retirar as enormes panelas de buracos fumegantes. O desvio vale obviamente a pena para ver tão singela manifestação geotérmica e o seu aproveitamento único, mas obviamente que não queria ficar por ali. Decidi aproveitar o percurso local - PRC6SMI - como base para uma caminhada em redor de mais uma lagoa. Esse percurso marcado faz um desvio até ao centro da vila das Furnas, passando junto ao Parque Terra Nostra, mas optámos por fazer apenas a parte que dá a volta à lagoa. Apenas fizemos um pequeno desvio por um caminho que parecia levar-nos numa viagem no tempo até ao período dos dinossauros, para visitar um antigo casarão em ruínas. Voltando ao trilho inicial acabamos por descobrir locais de grande interesse como o centro de monitorização e investigação das Furnas, os seus curiosos edifícios e as árvores estátuas, uma das maiores araucárias do mundo e a Ermida de Nossa Senhora das Vitórias que parece caída do céu com a sua arquitetura gótica do Séc. XIX.

A magnífica lagoa das Furnas.

O locais das caldeiras onde se confecciona o afamado cozido das Furnas.

As fumarolas com as suas nuvens de vapor servem de chamariz para toda a gente.

Os monticulos cobrem cada um dos buracos usados para albergar duas panelas grandes bem recheadas de iguarias.

O momento da retirada do cozido.

Antes ...

... e depois.

A vista sobre a lagoa a partir da zona das caldeiras.

Parque de merendas

Um habitante do local.

Seguimos então o trilho e as marcações do PR que nos levam ao longo da margem...

... com direito a travessia improvisada. A chuva miudinha dos Açores brindou-nos com a sua presença, sem incomodar muito.

As imponentes árvores que ladeavam o trilho.

Seguimos então por um pequeno trilho que se desvia do percurso marcado...

e nos levou a um local com uma vegetação luxuriante.

Este trilho é de uma beleza fabulosa.

O casarão abandonado que era o destino do desvio.

A construção, apesar de estar profundamente arruinada, continua a ser imponente e revelar a beleza que em tempos terá tido.

A vegetação tomou conta do lugar e vê-se as raizes das árvores a cobrir e trepar pelas paredes. Fantástico!

De regresso ao trilho original, seguindo os ponteiros do relógio à volta da lagoa.

O nevoeiro começou a cobrir as águas da lagoa. Só faltava surgir um monstro tal o do Loch Ness.

Marcação do percurso.

Morangos silvestres ao longo do percurso.

Aspeto do trilho.

Um portão de uma quinta local bem original.

Uma floresta de bambus.

Chegamos a uma zona onde o caminho de terra batida passa a calçada portuguesa.

Encontrámos então uma série de troncos secos que, em vez de serem simplesmente cortados, tinham sido transformados em esculturas muito originais.

Estranho edifício...

Um baloiço no meio da chuva.

Sinalética para uma das maiores araucárias do mundo.

Cá está ela. Nem cabia na máquina.

Mais uma escultura.

Fiquei a saber que se tratava do centro de monitorização e investigação das Furnas.

Os edifícios têm uma arquitetura moderna e que faz lembrar um vulcão.

Chegada à Ermida de Nossa Senhora das Vitórias.

A sua construção gótica nada tem a ver com as outras construções religiosas que se pode ver em toda a ilha.

continuação do percurso...

Mais outra estátua.

De referir que o acesso a esta zona é limitado à circulação automóvel. Aqui, chegamos ao cruzamento com a estrada de acesso às lagoas.

Seguimos então ao longo da estrada, sempre em segurança pela margem.

A vista para a Ermida de Nossa Senhora das Vitórias que ia desaparecendo com a bruma.

Um pequeno cais / ancoradouro de pedra na margem da lagoa.

Passando junto ao corte para Lagoa Seca. O PR original segue por ali, no entanto optamos por seguir em frente até ao ponto de partida.

Chegada ao cruzamento de acesso às caldeiras.

Painel de azulejo com informações sobre a Lagoa das Furnas.

Uma curiosa marcação em azulejo do caminho certo do percurso pedestre com um símbolo e uma mensagem dos Açores.

Neste local, podíamos ver a água a borbulhar, sinal de que a atividade vulcânica não se faz sentir apenas no local das caldeiras, mas existe em redor. Por sinal, o estacionamento junto às caldeiras tem fumarolas em pleno pavimento de alcatrão.

Chegada ao ponto de partida, junto às caldeiras da Furnas.

 

Ficha técnica: 

Distância: cerca de 7,5 km

Tempo: 2h30 +/- (contando com paragens para fotos e contemplação e incluindo o desvio até ao casarão abandonado)

Tipo: circular

Dureza física:

Dificuldade técnica:

Beleza do Percurso:

Marcação: (bem marcado na parte correspondente ao percurso oficial)

Informações sobre o percurso: www.trails-azores.com

Outros sites de relevo:

Panfleto oficial: n/a

Trilho GPX: wikiloc darasola

Ponto positivos: a beleza natural de todo o cenário, a singularidade do cozido feito pelo calor da terra, a Ermida de Nossa Senhora das Vitórias, a vegetação e a lagoa

Pontos negativos: n/a (a não ser a chuva miudinha que nos acompanhou e o nevoeiro)

 

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