Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

darasola

Percursos pedestres, caminhadas, pedestrianismo, trekking, trilhos, aventuras, viagens, passeios e descobertas!

darasola

Percursos pedestres, caminhadas, pedestrianismo, trekking, trilhos, aventuras, viagens, passeios e descobertas!

GR 28 - Por montes e vales de Arouca [1ª etapa]

31.12.13 | darasola

O GR 28 é o maior percurso do concelho de Arouca e, com um extensão oficial de 90 km (a oficiosa é um pouco inferior), liga vários PR da rede de percursos do concelho, bem como vários geossítios do Arouca Geopark. O percurso já está implementado desde 2009 e até houve uma "inauguração", mas pelos vistos não foi oficial (ou então vai ser inaugurado outra vez). Já o percorri integralmente há uns anos, na altura de BTT, mas nunca o fiz a pé. Esta oportunidade surgiu em conversa, mas de forma faseada e consoante a disponibilidade de cada um. Assim, no passado mês de Novembro, iniciámos a 1ª etapa que nos levou do centro de Arouca, junto ao museu municipal até ao planalto da Freita, mais precisamente à aldeia do Merujal, onde concluímos o percurso. A manhã estava bem fria, mas todo o percurso era uma subida pelo que não faltaram momentos para aquecer. Ao longo desta etapa cruzamo-nos ou percorrermos troços do PR2 - caminhos do Vale do Urtigosa, do PR4 - Cercanias da Freita e PR15 - Viagem à pré-história. 

 Ficam as fotos:

Painel informativo junto ao ponto de partida.

Passando entre o largo da Feira e o parque musical.

Campos agrícolas numa manhã fria.

Sombras e luz.

Espigueiro.

Atenção "Piso escorregadio".

Mais gelo na estrada.

Casa brasonada em Eiriz.

Casa antiga com capela em anexo.

Gelo formado na erva molhada por um sistema de rega.

Passagem debaixo do viaduto da variante à EN 326.

Tons de outono.

Quando não há sinalização oficial, arranjam-se outros sistemas.

Passamos por uma zona de soutos cheios de folhas de castanheiros.

Vista para a Srª da Mó.

Em Santa Maria do Monte, um outro painel informativo do GR28.

Zona central de Santa Maria do Monte.

Partilhamos este trilho com o PR4.

Cabides!

Encontramos então o PR2.

Passagem no centro de Souto Redondo, junto à capela.

Ainda havia uvas americanas esquecidas nas videiras.

Ponte antiga em cima de uma linha de água.

Caminhos antigos cheios de água.

A vista para o vale. Ao fundo, ao centro da freguesia de Rossas.

Alminhas marcadas.

Uma das subidas mais íngremes no centro do lugar de Póvoa.

Um tapete de folhas cobria as nossas pernas quase até ao joelho.

O percurso segue então por uma zona algo complicada, seguindo pelas rochas que ladeiam uma linha de água. A vegetação é densa e a passagem pode ser complicada.

Monumento funerário em pleno monte.

Travessia da estrada de acesso ao planalto da Freita.

Continua a ascensão.

Alcançámos então o percurso da antiga Via Romana Viseu - Porto, também conhecida como Caminho dos burros.

O Merujal, término da nossa caminhada, estava já próximo.

Vista para Oeste, terras de Vale de Cambra.

Caminho dos burro.. e do cão.

Finalmente terminaram as subidas.

Passagem pelo pequeno lugar de Venda Nova.

Merujal à vista.

Serra da Freita.

Concluímos a caminhada no centro da aldeia do Merujal, junto ao painel informativo.

Foram quase 16 km do centro da Vila de Arouca até aqui. A próxima terá obviamente início neste mesmo local.

Uma nota negativa para a quantidade de fita dos Bombeiros de Arouca deixadas pela organização de algum evento. Assim não dá! Fiz a minha parte e apanhei as que pude, mas cabe às organizações tratarem desta tarefa depois de concluído o evento. É vergonhoso deixarem estas nódoas para trás.

 

Ficha técnica: 

Distância: cerca de 15 km

Tempo: 5h30 (+/-)

Tipo: linear

Dureza física:

Dificuldade técnica:

Beleza do Percurso:

Marcação:

Informações sobre o percurso: n/a

Outros sites de relevo: n/a

Panfleto oficial: n/a

Trilho GPX: Wikiloc darasola

Ponto positivos: Serra da Freita e ass vistas, aldeias tradicionais, paisagens rurais

Pontos negativos: n/a

 

A próxima etapa não tem ainda data para realizar-se, mas aglo me diz que será em 2014 :-)

Bom ano 2014.

Boas caminhadas

darasola

 

 

Rota das aldeias das margens do Rio Vizela - PR2 - Fafe

18.12.13 | darasola

Juntei-me pela 1ª vez a um outro grupo de caminheiros, os solas rotas, para mais uma caminhada. Desta vez, o destino recaiu sobre as zona de Fafe, uma região com muitos e bons trilhos, para realizar o PR2 - a Rota das aldeias das margens do rio Vizela. Tal como o nome indica, o percurso liga as aldeias de Lagoa, Pedraído, Felgueiras e Gontim e numa determinada parte do trajeto segue junto ao rio Vizela, que ainda corre tranquilo e com águas transparentes. O PR segue por caminhos tradicionais, muitos dos quais ainda conservam as marcas gravadas na pedra da inúmeras passagens de carros de bois carregados. A paisagem outonal acolheu-nos com cores a condizer, muita água pelos trilhos e muitos cogumelos.

Ponto de encontro no adro da Igreja de Nossa senhora das Neves.

Painel informativo da localidade e do percurso.

A igreja.

Os edifícios anexos ao local de culto.

As vistas para sudeste, onde se distingue o monte Farinha, conhecido pelo Santuário da Senhora da Graça.

Cruzeiro.

Briefing inicial pela organização.

Marcações.

Caminho em calçada antiga.

Trilhos alagados.

Foi necessário improvisar em algumas zonas.

Cogumelos.

Trilho por um carreiro de pé posto.

Descendo em direção ao rio.

Ponte da Pereirola.

A vista para o vale.

Era dia de caça e passamos por vários caçadores.

Antes de Pedraído, visitamos um atelier de artesanato onde existia um moinhos de linho.

Escola primária abandonada.

Um tear de linho.

Linho colhido.

O grupo em volta do moinho de linho.

Vendedor de pão ao domicílio.

Lagoa já ficava a 5km para trás.

Depois da foto de grupo em Pedraído, o grupo voltou ao caminho.

Painel informativo na aldeia de Pedraído.

Passagem junto à igreja.

O trilho desce junto ao cemitério.

Um imponente espigueiro.

Por caminhos agrícolas.

O grupo foi descendo até uma zona de "lameiros" junto ao rio.

O rio Vizela correndo límpido e transparente.

Todos na apanha da castanha.

Para mim, esta foi a zona mais bonita do percurso. 

Um belo espelho de água natural.

O caminho bifurca junto a um velho moinho (moinho do Carvalho) e, depois de passar uma pequena ponte, inicia-se a subida para a aldeia de Felgueiras. 

Rio no outono.

Gado em liberdade pelos campos.

Ruínas da casa do Capitão.

Paragem para almoço junto à capela de Felgueiras.

Fonte de S. Silvestre que, diz a lenda, teria poderes milagrosos e levava as pessoas a lavarem nas suas águas as crianças enfezadas.

Um moinho todo em pedra.

Painel em Gontim

Moinho de Casca.

Painel informativo da rota do património industrial do Vale do Ave.

As ruínas do moinhos de casca. Estas cascas de carvalhos alvarinhos eram tratadas e depois vendidas para as industrias de curtumes de Guimarães e do Porto.

Um pequeno parque de merendas ao cimo da aldeia de Gontim.

Uma bela esplanada...

... com esta vista.

Paisagens rurais.

O grupo disperso por caminhos entre campos.

Descida para a ponte das águas de Gontim.

Seguiu-se uma subida um pouco acentuada.

Uma estranha formação rochosa junto ao caminho.

Já no regresso à aldeia de Lagoa, passamos por aquela que deve ser a casa mais estreita da aldeia.

Voltamos ao ponto de partida junto à igreja de Lagoa.

 

Ficha técnica: 

Distância: cerca de 15 km

Tempo: 6 (+/-)

Tipo: circular

Dureza física:

Dificuldade técnica:

Beleza do Percurso:

Marcação

Informações sobre o percurso: aqui

Outros sites de relevo: www.solasrotas.org

Panfleto oficial: aqui

Trilho GPX: wikiloc darasola

Ponto positivos: as águas límpidas do rio Vizela, as paisagens campestres, o museu de casca

Pontos negativos:

Trilho da floresta - PR1 - Ovar

09.12.13 | darasola

O PR1 de Ovar é um trilho relativamente simples que se desenvolve pelo pinhal entre a EN 327 e a estrada atlântica. A sua distância é relativamente pequena (cerca de 7 km) e inicia-se junto ao campo de tiro de Ovar. Na minha opinião, este percurso é um pouco monótono, visto que não nos leva a nenhum ponto de interesse particular, a não ser a extensa mancha florestal de pinheiro bravo. Oferece-nos uma paisagem típica de uma mata atlântica, com os seus musgos e líquenes no chão e nos troncos das árvores. Olhando para o percurso no mapa, saltam a vista as longas retas e as viragens de 90º, que acabam por criar longos corredores a perder de vista por entre os troncos. A meio do percurso encontramos uma instalação militar (provavelmente um antigo posto de radar/telecomunicações). É um percurso interessante para quem quiser caminhar por desporto, mas não para quem quiser juntar uma parte cultural a uma caminhada.

Ficam as fotos:

Início junto à antiga casa do guarda florestal e às instalações do campo de tiro de Ovar.

Início do trilho com a EN 327 em fundo. Neste local, já existiu um painel informativo que infelizmente deve ter sido vandalizado.

Uma das longas retas a perder de vista.

O trilho está em geral bem sinalizado, bastando estar atento às marcações.

A colocação deste sinal deixou-me com dúvidas. Fiquei sem saber se era realmente uma zona de perigo de tiro. Avancei cautelosamente...

Encontrei outros sinais corretamente colocados. Afinal, não se pode passar do trilho para a direita, mas pode-se avançar à vontade pelo caminho, que deve encontrar-se no limite  de segurança da zona de tiro.

Finalmente um painel informativo.

Marcações com sinais de chumbo.

Uma zona de vegetação diferente.

Chegada à instalação militar.

Painel junto ao local.

Planta de camarinheira.

Chegada à zona da estrada da floresta.

Este painel encontrava-se arrancado e encostado a um pinheiro.

 "Esta é a sua casa: cuide-a!"

Cogumelos ao longo do percurso.

Mais trilhos a perder de vista em direção ao ponto de partida.

 

Ficha técnica: 

Distância: cerca de 6,5 km

Tempo: 1h30 (+/-)

Tipo: circular

Dureza física:

Dificuldade técnica:

Beleza do Percurso:

Marcação

Informações sobre o percurso: aqui

Outros sites de relevo: n/a

Panfleto oficial: aqui

Trilho GPX: wikiloc darasola

Ponto positivos: o extenso pinhal e a sua vegetação, a tranquilidade ao longo do percurso.

Pontos negativos: poucos pontos de interesse

Rota dos aromas - PR 10 - Espiunca [Arouca]

02.12.13 | darasola

No passado dia 26 de outubro, o município de Arouca alargou a sua vasta oferta pedestrianista ao inaugurar o PR10 - Rota dos Aromas, com início na localidade de Espiunca. Idealizado por uma associação cultural local, este percurso liga as aldeias de Espiunca, Serabigões e Vila Cova. O panfleto sugere que se inicie nesta última aldeia, no entanto, por uma questão prática, a organização decidiu iniciar o percurso na Espiunca, onde se reuniu um grupo de cerca de 300 amantes de caminhadas, o que prova que Arouca é, sem sombra de dúvidas, um excelente local para caminhar. O trilho segue por um misto de percursos florestais, rurais e estradas secundárias, ladeia o ri oPaiva e leva-nos a contactar com várias plantas aromáticas e medicinais, que acabam por dar nome a este trilho. Algumas das aldeias visitadas ainda possuem pontos de interesse como os moinhos de linho (Espiunca) e o núcleo de xisto das casas de Sarabigões, junto à capela de Nª Srª dos Enfermos. Uma nota também para a passagem de um ribeiro antes de Vila Cova com uma ponte em madeira, que, pela sua envolvência, foi um dos locais mais agradáveis do percurso. A organização brindou os presentes com o habitual mata-bicho (aguardente com mel) acompanhado de broa com mel. Ainda foi possível provar chá de várias ervas aromáticas como urtiga, carqueja, alecrim, barbas de milho, ... e no final: porco no espeto para todos! Uma manhã bem passada, sem dúvida!

 

Discurso de boas vindas do presidente da Câmara de Arouca aos participantes.

Igreja de Espiunca, no largo da qual se reuniram os participantes.

Direção Sarabigões.

O moinho de linho recuperado em Espiunca.

O aspeto do seu interior.

Um detalhe.

Para lá dos campos, o rio Paiva corria com força.

 

Perspetiva sobre o rio a montante...

... e a jusante.

Um mar de caminhantes!

Início da subida.

Na chegada a Sarabigões.

O grupo diante do adro da capela da N. Srª dos Enfermos.

A comissão de boas vindas!

Abandonando Sarabigões entre as casas de xisto.

Algumas construções em xisto bem interessantes.

Cruzeiro à saída da aldeia.

Pelo caminho, encontramos esta vala aberta. Pelas explicações que me foram dadas, a mesma foi aberta depois do percurso ter sido traçado e, apesar dos avisos, os responsáveis não cobriram os canos que ali passam. Certamente que esta situação será posteriormente resolvida.

O trilho na encosta da serra.

Descida em escada, nada fácil para os amigos de quatro patas.

A travessia de um ribeiro numa ponte de madeira.

Cenários rurais I.

Cenários rurais II.

Paragem para prova de chá.

A paisagem com a serra do Montemuro no horizonte.

Iniciámos então a descida para Espiunca.

Mais uma paragem para chá de alecrim e flor de laranjeira.

Escola básica de Melres.

Regresso ao ponto de partida, onde o porco no espeto aguardava os mais famintos.

 

Ficha técnica: 

Distância: cerca de 11 km

Tempo: 3h (+/-)

Tipo: circular

Dureza física:

Dificuldade técnica

Beleza do Percurso:

Marcação

Informações sobre o percurso: n/a

Outros sites de relevo: www.cm-arouca.pt

Panfleto oficial: Não disponível

Trilho GPX: wikiloc darasola

Ponto positivos: as aldeias e as suas paisagens, núcleo de xisto em Sarabigões, o vale do Paiva.

Pontos negativos: poucos pontos de interesse

Blogs Portugal