Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

darasola

Percursos pedestres, caminhadas, pedestrianismo, trekking, trilhos, aventuras, viagens, passeios e descobertas!

darasola

Percursos pedestres, caminhadas, pedestrianismo, trekking, trilhos, aventuras, viagens, passeios e descobertas!

Passeio - Passadiços de Fiães - Lobão (S. M. Feira)

31.03.14 | darasola

Quem diria que entre Fiães e Corga do Lobão está a crescer um agradável percurso sobre passadiços de madeira, ao longo das margens do rio Uíma? O primeiro troço já existe ha alguns anos, mas desenvolvia-se unicamente a  sul da EN. 326 e já tinha tido oportunidade de o conhecer em 2012. No entanto descobri recentemente que foram construídas mais zonas de passadiços nesta zona e acrescentadas outras a norte da mesma estrada nacional que assim divide o percurso. Estes passadiços dão-nos a conhecer uma área essencialmente pantanosa e bastante arborizada, com uma grande beleza natural. É possível encontrar pequenas represas e canais, onde a água flui em abundância ao longo do ano. Também foi edificada uma torre de observação de aves para os amantes de birdwatching. Do lado norte, ainda estavam em construção áreas de apoio aos visitantes, possivelmente zonas para merendar. Atrevo-me a dizer que este local tem imenso potencial, cabendo às entidades locais desenvolvê-lo e zelar pela sua proteção, podendo tornar-se numa atração ao nível de outros locais do género, como por exemplo as lagoas de Bertiandos.

Ficam as fotos.

Início pelos passadiços a sul da estrada, logo junto ao estacionamento criado para os visitantes.

As zonas pantanosas.

Nesta zona ainda não foi concluído o passadiço, pelo que se segue por um caminho de terra junto aos campos rurais.

Todos estes passadiços correspondem à 1ª fase deste projeto, já existindo há alguns anos.

Uma pequena queda de água.

Estes passadiços já correspondem à parte mais recente.

Curvas a perder de vista.

Chegada à zona da torre observação de aves.

Todo esta zona, inclusive a torre, está construída sobre as águas e terras alagadas.

Continuação para além da torre.

Campos alagados.

Chegada ao estacionamento na ponta sul. Regressei sobre os meus passos até voltar ao ponto de partida.

Passagem pela EN 326, que divide os percursos a meio.

Aspeto da zona nova, a norte da EN 326.

Estes pisos de segurança servirão provavelmente para colocar mobiliário urbano de apoio aos visitantes (parque infantil, parque de merendas ou parque de manutenção?)

Estruturas de abrigo.

Pontos de observação de fauna.

Ponte de madeira construída sobre a ribeira.

O percurso a norte da EN 326 leva-nos até à zona da ponte da Tabuaça.

Regresso ao ponto inicial, junto ao estacionamento na EN 326.

Esta zona é ótima para quem for de perto, permitindo fazer a sua caminhada diária num local bem agradável. Vale também uma visita para descobrir os encantos deste percurso com cerca de 4 km no total.

 

Ficha técnica: 

Distância: cerca de 4 km

Tempo: 45 min (+/-)

Tipo: linear

Dureza física:

Dificuldade técnica:

Beleza do Percurso:

Marcação: não se aplica

Informações sobre o percurso: não disponível

Outros sites de relevo: não se aplica

Panfleto oficial: não se aplica

Trilho GPX: Wikiloc darasola

Ponto positivos: beleza do percurso, tranquilidade ao ouvir a água

Pontos negativos: ainda se encontra algum lixo pelo percurso e o facto de não estar ainda concluído (embora não seja bem um facto negativo)

Passeio - Parque Oriental do Porto

26.03.14 | darasola

Para quem quiser caminhar / passear na cidade do Porto, para além do muito conhecido Parque da Cidade entre a Av. da Boavista e a circunvalação, existe um outro parque menos conhecido: o Parque Oriental da Cidade do Porto. Situado, como o nome indica, na parte oriental da cidade, junto às margens do Rio Tinto, o projeto prevê uma área de 53 ha, no entanto apenas possui para já uma área de 10 ha. A sua visita permite encontrar semelhança com o outro parque da cidade no que diz respeito à arquitectura e isso é normal uma vez que o o projeto é do mesmo arquitecto paisagista que projetou o Parque da Cidade: Sidónio Pardal, bem como muitos outros (Parque do Rio Ul em S. João da Madeira, Parque de Ovar, Parque da Cidade da Póvoa de Varzim, etc.). Pelos seus caminhos é possível fazer um pequeno circuito suficiente para manter a forma e aclarar as ideias e lutar contra o stress.

Ficam as fotos:

 

Boas caminhadas

darasola

GR 28 - Por montes e vales de Arouca [2ª etapa]

14.03.14 | darasola

Mais uma etapa do GR28 de Arouca que aos poucos vai sendo feito. Desta vez, fez-se a etapa mais fácil do percurso, toda ela no planalto da Serra da Freita. Pouco mais de 15 km que ligaram o Merujal, onde tínhamos terminado a etapa anterior, até ao Candal, uma aldeia que fica já no concelho vizinho de S. Pedro do Sul, mas onde esta rota faz uma pequena incursão. Ao longo do percurso, fomos passando pelo parque de campismo da Freita, por Albergaria da Serra, pela zona da Portela da Anta, e ainda outras aldeias como Tebilhão e Cabreiros. Esta parte, pelo facto de ter poucas variações de relevo, é sem dúvida a mais fácil do GR.

Ficam as fotos:

Ao subir para a Freita, o nevoeiro nos vales.

Merujal.

Nesta placa antiga, ainda se encontra o topónimo "Mijarela" para referir a "Mizarela".

Parque de campismo da Freita.

Vários percursos se cruzam neste local: PR15 - Viagem à pré-história; PR16 - Caminhada Exótica e GR28.

Num troço de calçada em direção a Albergaria da Serra.

Vista sobre os campos.

Já à saída da aldeia, junto ao coreto...

... e ao espelho de água.

Antigas alminhas com símbolos pagãos junto ao cemitério de Albergaria da Serra.

Vacas de raça arouquesa.

Por aqui corre o rio Caima.

Ponte tradicional em lajes de pedra.

Monumento pré-histórico da Portela da Anta.

O caminho mais parecia um rio.

As eólicas em pano de fundo.

Antiga casa da florestal, agora reabilitada.

Paragem de autocarro.

Vista para o viaduto da estrada de Cabreiros.

Aqui se começa a descida para o canyoning do rio de Frades superior.

Alminhas à entrada da aldeia de Tebilhão.

Aqui encontramos o PR6 - Caminho do Carteiro.

Vista para a aldeia de Cabreiros.

Um pequeno altar na parede de uma das casas de Tebilhão.

Caminho por entre campos agrícolas.

Ponte sobre o rio Pequenino.

Uma outra linha de canyoning.

O rio não ia assim tão pequenino fruto das chuvadas deste inverno.

Já na aldeia de Cabreiros.

Casario antigo da aldeia.

Depois de sair da aldeia chegamos à encruzilhada de cinco caminhos.

Chegada à igreja de Candal onde terminamos esta etapa.

Vista da Igreja local com Póvoa das leiras em fundo.

 

Ficha técnica: 

Distância: cerca de 15 km

Tempo: 4h30 min (+/-)

Tipo: linear

Dureza física:

Dificuldade técnica:

Beleza do Percurso:

Marcação:

Informações sobre o percurso: n/a

Outros sites de relevo: n/a

Panfleto oficial: n/a

Trilho GPX: Wikiloc darasola

Ponto positivos: aldeias da serra da Freita (Merujal, Albergaria da Serra, Tebilhão, Cabreiros e Candal), paisagens do planalto.

Pontos negativos: uma lixeira ilegal na passagem junto ao viaduto antes de Tebilhão.

Trilho da Pedra Moura - PR8 - Sever do Vouga

03.03.14 | darasola

Desta vez parti em direção a Sever do Vouga para descobrir um novo percurso pedestre: o trilho da Pedra Moura. O percurso oficial inicia-se no lugar de Couto de Esteves ligando os lugares de Catives e Cerqueira. O seu nome fica a dever-se ao monumento megalítico da Anta da Cerqueira, que também é conhecido por pedra moura. Por uma questão de logística, iniciamos o trajeto junto a esse monumento particularmente bem conservado, mas ainda passamos por outros locais de interesse como a Capela da Nª Srª da Boa Viagem, em Cerqueira, o largo da Capela da Srª da Boa hora em Catives (a vista panorâmica é lindíssima). Uma outra atração da caminhada é a passagem ao longo de uma levada, no entanto o caudal do rio local não nos permitiu a travessia. Na localidade de Couto de Esteves, a igreja local também se destaca. Refira-se que a partir do largo da igreja de Couto de Esteves é possível iniciar três percursos pedestres distintos: o PR8 aqui descrito, o PR6 - Trilho de Amiais e o PR7 - Trilho da Agualva.Ficam as fotos:

Anta da Cerqueira.

Alminhas junto a plantação de mirtilo.

Pequena capela em resultado de uma promessa.

Junto à capela da N. Srª da Boa Viagem.

Vista da capela.

Antes de chegar à aldeia de Cerqueira, cortámos por caminhos rurais e florestais.

Muita água pelos trilhos.

Flor, giesta ou cogumelo?

Chegada ao largo da capela da Nª Srª da Boa Hora.

Vista para o largo da capela.

Aldeia de Catives.

Pelos caminhos da aldeia.

Acho que não era preciso a legenda...

Espigueiros.

Descida por uma escadaria à saída da aldeia, com vista sobre o vale do rio da Corga do Fojo.

Travessia da estrada local.

Vista para o vale.

Chegado ao ribeiro, a corrente forte impediu-nos de atravessar em segurança pelo que optamos por voltar à estrada, pela qual seguimos até reencontrar o trilho mais adiante.

Lavadouro público sobre uma represa.

Um belo azulejo numa fonte no centro da pequena localidade de Couto de Esteves.

Painel informativo do PR8.

Igreja de Couto de Esteves.

Interior da igreja.

No largo central, junto à casa da cultura e ao cruzeiro / pelourinho.

Painel informativo com os três PR que ali se iniciam.

A partir de Couto de Esteves, iniciamos a parte da subida.

Pêra ou limão?

Uma estranha fruta...

Alguém sabe o nome?

Reflexos de um final de dia de inverno.

Chegada ao centro da aldeia de Cerqueira.

Um céu fantástico.

Início do ramal que nos leva até à anta onde iniciamos o PR.

 

Ficha técnica: 

Distância: cerca de 9 km

Tempo: 3h30 min (+/-)

Tipo: circular

Dureza física:

Dificuldade técnica:

Beleza do Percurso:

Marcação:

Informações sobre o percurso: site oficial

Outros sites de relevo: n/a

Panfleto oficial: mapa e detalhes

Trilho GPX: n/a

Ponto positivos: Anta da Cerqueira, Capela da Srª da Boa Viagem, Capela da Srª da Boa Hora, a levada

Pontos negativos: Nas alturas em que o caudal do rio é mais forte, a passagem na zona da levada de Catives pode ser impossível.

 

Boas caminhadas

darasola

Blogs Portugal