Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

darasola

Percursos pedestres, caminhadas, pedestrianismo, trekking, trilhos, aventuras, viagens, passeios e descobertas!

darasola

Percursos pedestres, caminhadas, pedestrianismo, trekking, trilhos, aventuras, viagens, passeios e descobertas!

GR 28 - Por montes e vales de Arouca [4ª etapa]

30.03.15 | darasola

Mais uma etapa do GR28 que pouco a pouco se vai completando (etapa 1, etapa 2, etapa 3). O objetivo nunca foi fazer este percurso o mais rapidamente possível, mas antes tentar juntar um grupo de amigos para ir fazendo aos poucos este percurso, pelas paisagens que tão bem conheço. A etapa anterior tinha terminado na aldeia de Silveira, pelo que nesta parte do percurso teríamos que "enfrentar" uma parte do percurso comum à Rota das Tormentas, o PR5 de Arouca. Esta zona tem uma beleza selvagem impressionante, mas é também bastante exigente fisicamente pelos constantes altos e baixos do relevo. Este trilho leva-nos a aldeias recônditas, escondidas no meio dos vales, como a de Cortegaça, onde chegar é mesmo uma aventura, quer seja a pé ou carro. Chegados ao Alto das Tormentas, a elevação que dá nome ao percurso de pequena rota, iniciámos uma longa descida até à aldeia de Meitriz e finalmente alcançámos o rio Paiva. A travessia faz-se pela ponte que liga ao lugar de Além do Barco, um nome muito sugestivo que provavelmente alude à travessia do rio que ali se fazia. A praia fluvial que ali existe é um encanto e não nos fizemos rogados para escolher este local como ponto de paragem para o almoço. Era necessário recuperar forças e energias para a longa subida pelo troço sem sabor do percurso que segue pela estrada de alcatrão em direção ao lugar de Sobral. Pelo caminho, a vegetação é essencialmente eucalipto, mas ficamos surpreendidos por encontrar um enorme olival recentemente plantado. Por uma questão de logística, terminámos o percurso ali, no meio do nada, mas junto à estrada onde a nossa boleia nos viria recolher. A aventura não acabou por aqui, pois a viagem de regresso foi bem divertida. Ficam algumas fotos do percurso.

GR_28_01.JPG

Início do PR5 na aldeia de Silveiras, percurso que coincide com o GR28.

GR_28_02.JPG

Para a ocasião fomos brindados com uma lembrança alusiva à aventura do GR28 - Um agradecimento ao artista Ferrisant.

GR_28_03.JPG

A vista para o Alto das Tormentas.

GR_28_04.JPG

O percurso segue o caminho antigo que ligava as duas aldeia: Silveiras e Cortegaça.

GR_28_05.JPG

A imponência do vale.

GR_28_06.JPG

Travessia da Ribeira da Mourinha, que estava praticamente seca.

GR_28_07.JPG

A subida é por aqui.

GR_28_08.JPG

Ao longe, um fogo no Montemuro.

GR_28_09.JPG

GR_28_10.JPG

A descida e a vista para Cortegaça.

GR_28_11.JPG

Vista sobre a aldeia.

GR_28_12.JPG

GR_28_13.JPG

Na chegada a Cortegaça.

GR_28_14.JPG

Um bom exemplo de recuperação.

GR_28_15.JPG

Direção Meitriz pelo PR5...

GR_28_16.JPG

... e pelo GR28.

GR_28_17.JPG

O rio Paiva e a travessia lá bem no fundo do vale.

GR_28_18.JPG

"Selfie" no início da descida.

GR_28_19.JPG

GR_28_20.JPG

Quase a chegar a Meitriz.

GR_28_21.JPG

Uma localização curiosa para este canastro (ou espigueiro).

GR_28_22.JPG

Outro exemplo de canastro.

GR_28_23.JPG

A ponte da travessia à vista.

GR_28_24.JPG

A travessia do rio Paiva.

GR_28_25.JPG

As águas corriam geladas e cor uma tonalidade verde e azul.

GR_28_26.JPG

A praia fluvial e as mesas de merenda no local.

GR_28_27.JPG

GR_28_28.JPG

Este local é lindíssimo.

GR_28_29.JPG

Ainda deu tempo para apreciar mais uns recantos junto ao Paiva...

GR_28_30.JPG

Antes de iniciarmos a subida.

GR_28_31.JPG

Meitriz, Além do Barco e o Paiva já tinham ficado para trás.

GR_28_32.JPG

Para variar, foi uma surpresa encontrar um olival enorme recentemente plantado nesta zona.

GR_28_33.JPG

Chegada ao lugar de Sobral.

GR_28_34.JPG

Apenas algumas construções e não vimos vivalma. Desconheço se há realmente quem viva neste local.

GR_28_35.JPG

GR_28_36.JPG

A Fonte Tinta era o próximo destino, mas ficaria para outra oportunidade.

GR_28_37.JPG

Por aqui terminamos mais uma etapa do GR28.

 

Ficha técnica: 

Distância: cerca de 11 km

Tempo: 5h (+/-)

Tipo: linear

Dureza física: 4/5

Dificuldade técnica: 3/5

Beleza do Percurso: 5/5

Marcação: 4/5

Informações sobre o percurso: n/a

Outros sites de relevo: n/a

Panfleto oficial: n/a

Trilho GPX: Wikiloc darasola

Ponto positivos: Serra da Arada, aldeias tradicionais (Silveiras, Cortegaça, Meitriz, Além do Rio), paisagens rurais e serranias, Praia fluvial do rio Paiva, Rio Paiva

Pontos negativos: desníveis constantes e parte do percurso a partir de Além do Rio por alcatrão.

 

Trilho das Eiras (V. N. Famalicão)

23.03.15 | darasola

O trilho das Eiras é um percurso circular não marcado, que leva a percorrer o Monte das Eiras, uma área florestal a nordeste de Vila Nova de Famalicão. Percorre essencialmente estradões florestais, ligando alguns locais de interesse, nomeadamente do ponto de vista arqueológico e alguns miradouros naturais que permitem contemplar as paisagens em redor. Nesta zona do Monte das Eiras é possível encontrar um grande concentração de vestígios castrejos. Três castros de grandes dimensões ocupam toda a cabeceira do monte: o Castro de Santa Cristina, o Castro de Vermoim e o Castro das Eiras. Num planalto do monte, é também possível encontrar as 4 mamoas de Vermoim, bem como os vestígios do Castelo Medieval de Vermoim e a Calçada Medieval. Ficam as fotos do percurso.

Trilho_Eiras_Famalicao_01.JPG

Trilho_Eiras_Famalicao_02.JPG

Caminhos florestais junto a muros antigos.

Trilho_Eiras_Famalicao_03.JPG

Trilho_Eiras_Famalicao_04.JPG

Trilho_Eiras_Famalicao_05.JPG

Trilho_Eiras_Famalicao_06.JPG

Trilho_Eiras_Famalicao_07.JPG

Trilho_Eiras_Famalicao_08.JPG

Posto de vigia.

Trilho_Eiras_Famalicao_09.JPG

Um calvário com uma cruz de Cristo no meio da floresta.

Trilho_Eiras_Famalicao_10.JPG

Trilho_Eiras_Famalicao_11.JPG

Vestígios de danos do fogo.

Trilho_Eiras_Famalicao_12.JPG

As vistas sobre as serras em redor de Famalicão cobertas de névoas.

Trilho_Eiras_Famalicao_13.JPG

Painel informativo do Castro de Santa Cristina.

Trilho_Eiras_Famalicao_14.JPG

Infelizmente, se não fosse pelo painel informativo, nem saberia que ali havia vestígios castrejos, pois a vegetação cobriu tudo em redor.

Trilho_Eiras_Famalicao_15.JPG

Uma zona com uma vegetação diferente do habitual eucalipto.

Trilho_Eiras_Famalicao_16.JPG

Um prado enorme.

Trilho_Eiras_Famalicao_17.JPG

Trilho_Eiras_Famalicao_18.JPG

Um carvalho enorme.

Trilho_Eiras_Famalicao_19.JPG

O trilho passa junto a uma ruína de uma casa imponente.

Trilho_Eiras_Famalicao_20.JPG

A subida do percurso.

Trilho_Eiras_Famalicao_21.JPG

A primeira das mamoas da zona.

Trilho_Eiras_Famalicao_22.JPG

Trilho_Eiras_Famalicao_23.JPG

Trilho_Eiras_Famalicao_24.JPG

Aspeto geral da mamoa IV Mar-de-água.

Trilho_Eiras_Famalicao_25.JPG

Vista mais em detalhe.

Trilho_Eiras_Famalicao_26.JPG

Trilho_Eiras_Famalicao_27.JPG

Um marco com uma designação "SC" que não consegui perceber a que corresponde.

Trilho_Eiras_Famalicao_28.JPG

Trilho_Eiras_Famalicao_29.JPG

Mamoa III Mar-de-água.

Trilho_Eiras_Famalicao_30.JPG

Trilho_Eiras_Famalicao_31.JPG

A Mamoa II Mar-de-água.

Trilho_Eiras_Famalicao_32.JPG

Sinalética das mamoas.

Trilho_Eiras_Famalicao_33.JPG

Ainda deu para subir até ao alto das Eiras onde está o marco geodésico da zona.

Trilho_Eiras_Famalicao_34.JPG

No Alto das Eiras.

Trilho_Eiras_Famalicao_35.JPG

Um passagem estreita do percurso entre dois penedos imponentes.

Trilho_Eiras_Famalicao_36.JPG

Chegada à zona do Castelo de Vermoim. O castelo não passa de um aglomerado rochoso colocado num ponto estratégico, mas que faz lembrar uma fortificação.

Trilho_Eiras_Famalicao_37.JPG

A disposição das rochas fazem lembrar corredores e portas naturais.

Trilho_Eiras_Famalicao_38.JPG

No alto do monte, uma cruz domina a paisagem.

Trilho_Eiras_Famalicao_39.JPG

A vista lá do alto.

Trilho_Eiras_Famalicao_40.JPG

O bloco rochoso é impressionante.

Trilho_Eiras_Famalicao_41.JPG

O trilho segue então por uma calçada antiga.

Trilho_Eiras_Famalicao_42.JPG

Trilho_Eiras_Famalicao_43.JPG

Chegamos então a uma enorme zona de vinha, entre a qual se destaca o Palácio da Igreja Velha, uma imponente casa senhorial da zona.

Trilho_Eiras_Famalicao_44.JPG

Outra perspectiva da área do vinhedo, antes de prosseguir caminho até encontrar  início do trilho.

 

Ficha técnica: 

Distância: cerca de 10,5 km

Tempo: sem registo

Tipo: circular

Dureza física: 2/5

Dificuldade técnica: 2/5

Beleza do Percurso: 1/5

Marcação: n/a

Informações sobre o percurso: n/a

Outros sites de relevo: n/a

Panfleto oficial: n/a

Trilho GPX: wikiloc

Ponto positivos: aspetos arqueológicos do percurso (mamoas, vestígios castrejos)

Pontos negativos: percurso monótono, caminhos florestais, muito eucalipto

 

Rota do ouro negro - PR8 - Arouca

07.03.15 | darasola

Fica o vídeo (possível) de mais um regresso ao PR8 de Arouca - a Rota do ouro negro - que liga a aldeia de Rio de Frades a Fuste. Ao longo do percurso é possível conhecer a antiga aldeia mineira de Rio de Frades, onde os alemães exploraram a riqueza em volfrâmio destas serras. O vídeo não retrata essa parte da aldeia, mas apenas a parte do percurso que nos leva pelas antigas minas da Pena Amarela e a travessia da ribeira com o mesmo nome. A beleza natural do percurso é fantástica e sentimo-nos bem pequenos perante tamanha grandeza da natureza.

 

 

Ficha técnica: 

Distância: cerca de 6km

Tempo: sem registo

Tipo: linear

Dureza física: 3/5

Dificuldade técnica: 2/5

Beleza do Percurso: 4/5

Marcação: 5/5

Informações sobre o percurso: aqui

Outros sites de relevo: aqui

Panfleto oficial: aqui e aqui

Trilho GPX: por contacto

Ponto positivos: aldeias do percurso (rio de frades em especial), a passagem pela ribeira da Pena Amarela, as minas da Pena Amarela

Pontos negativos: o facto de ser um percurso linear

 

Boas caminhadas

darasola

Blogs Portugal