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Percursos pedestres, caminhadas, pedestrianismo, trekking, trilhos, aventuras, viagens, passeios e descobertas!

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Passeio - Icnofósseis de Cabanas Longas - Arouca

20.08.16 | darasola

Desta vez, deixo aqui uma sugestão diferente que não corresponde sequer a uma caminhada, mas apenas a um pequeno passeio. Para quem vier a Arouca conhecer os passadiços do Paiva e ainda tiver forças para um pouco mais, fica a sugestão para conhecer os Icnofósseis de Cabanas Longas, mais um dos geossítios do Arouca Geopark.

Mas o que são icnofósseis? Se os fósseis correspondem a organismos que ficam preservados na rocha, os icnofósseis são vestígios desses organismos (pegadas, rastos) e que correspondem a vestígios da atividade desse organismos. Os icnofósseis de Cabanas Longas correspondem a pistas de cruzianas que fossilizaram e que aparecem agora expostas numa rocha vertical como se fosse uma parede. Para quem quiser saber mais podem consultar o site do geopark Arouca.

Foi inaugurada este ano um acesso ao local que veio facilitar a visita a todos. Por minha parte, já tinha ido ao local, mas o acesso fazia-se na altura monte acima e no meio de mato. Com a construção de uma escadaria e de plataformas elevas, o acesso ficou bastante facilitado. Para chegar ao local basta passar a zona do Areinho e da ponte sobre o rio Paiva e seguir em direção a Alvarenga. Poucas centenas de metros acima, numa curva em gancho de 180º, um corte surge em direção à aldeia da Paradinha. O local fica mesmo junto a essa estrada. Depois de descobrir o local, recomendo a visita à aldeia da Paradinha, com as suas casas de xisto e a praia fluvial.  Ficam as fotos do passeio.

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A escadaria de acesso junto à estrada.

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Quase a chegar ao topo.

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As plataformas e escadarias de acesso.

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A vista a partir da plataforma mais alta.

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Outra perspetiva

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Painel informativo sobre o geossítio.

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A parede com os icnofósseis.

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Bom passeio

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Trilho do Canhão do Vale do Poio - Pombal

09.08.16 | darasola

A proposta do grupo ANDAR era a visita ao Canhão do Vale do Poio, trata-se de um canhão fluviocársico constituído por vertentes escarpadas, que a água escavou e modelou na Serra de Sicó. O trilho foi desenhado pelos membros do ANDAR e levou-nos a percorrer o canhão, bem como alguns caminhos da serra em redor. O percurso foi iniciado na aldeia de Poios e foi feito no sentido contrário aos ponteiros do relógio. Depois de sairmos da aldeia, seguimos por caminho agrícolas, por entre campos, até entrarmos na parte mais larga do canhão. A sua largura e a altura das vertentes impressionam, sobretudo quando nos apercebemos que nos seu fundo corria apenas um pequeno ribeiro, para o qual bastava dar um salto para atravessar. As forças geológicas que por ali trabalharam durante milhares de anos criaram esta estranha formação sem pressas. Podemos observar alguma cavidades naturais formadas nas encostas, assemelhando-se a pequenas grutas. A vegetação era essencialmente composta por arbustos baixos, no entanto, em determinada parte do trilho, entramos num verdadeiro túnel de vegetação, que quase nos engole. Ali, a humidade e frescura eram elevadas, daí a presença de vários tipos de líquenes e musgos. Depois de sairmos do canhão, seguimos por caminhos rurais até às povoações de Mocifas de Santo Amaro e Covão das Favas. Pouco depois dessa segunda localidade, fomos até ao primeiro miradouro, onde fizemos uma foto de grupo. Finalmente, dirigimo-nos para a zona da capela da Sra da Estrela, onde um novo miradouro nos presenteou com vistas sobre a paisagem em redor. Não perdemos a oportunidade de registar em fotos a curiosa capela que se encontra cravada numa falésia calcária, formando um altar natural.

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O grupo na aldeia de Poios.

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A bifurcação no caminho: seguimos pela direita e voltaríamos pela esquerda para concluir o trilho.

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Por caminhos agrícolas.

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Início do trilho de pé posto para a entrada do canhão.

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Sinalética no início do trilho.

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A vista imponente para o canhão e as suas vertentes.

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O grupo seguindo em fila ao longo do trilho de pé posto.

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Não tive oportunidade de perceber qual era a Grande Rota que passava pelo canhão, mas sem dúvida que será um percurso bastante interessante.

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Observando uma das cavidades.

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Dentro da cavidade.

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Na zona onde a vegetação formava um túnel natural.

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Saindo do canhão para uma zona de campos agrícolas.

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Reflexos de um caminhante.

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Um gigante a observar o grupo.

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Zonas de vinha.

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O campos estão delimitados por muros de pedras calcárias bem características.

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O grupo no local do primeiro miradouro.

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O segundo miradouro, por cima da capela da Sra da Estrela.

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A vista.

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O miradouro e a capela cravada na encosta.

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Uma outra perspetiva da capela, onde se percebe a estranha cavidade natural junto ao edifício.

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Parece mesmo um altar natural.

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Descendo para voltar à aldeia de Poios.

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Monumento alusivo aos peregrinos locais.

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Regresso à bifurcação da aldeia de Poios.

 

Ficha técnica: 

Distância: cerca de 11 km

Tempo: 4h (+/- com paragens para fotos e almoço)

Tipo: circular

Dureza física: 2/5

Dificuldade técnica: 2/5

Beleza do Percurso: 3/5

Marcação: n/a

Informações sobre o percurso: aqui

Outros sites de relevo:

Panfleto oficial: n/a

Trilho GPX: n/a

Ponto positivos: o canhão do vale do poio, a capela da Sra da Estrela.

Pontos negativos: n/a

Trebilhadouro e Rôge - Vale de Cambra

05.08.16 | darasola

Este percurso não marcado foi realizado durante mais uma atividade do grupo ANDAR. Levou-me a revisitar a aldeia do Trebilhadouro, uma aldeia abandonada cujas casas foram recuperadas para um turismo de aldeia. O local fica na zona oeste da Serra da Freita, entre Arouca e Vale de Cambra. O trilho levou-nos até às gravuras rupestres encontradas a nordeste da aldeia. O trilho segue por um misto de caminhos florestais e rurais, por entre bosque e campos. Por ter sido feito no mês de novembro, as vinhas encontravam-se quase despidas, pois as vindimas já tinham terminado. Passamos pela aldeia de Função, onde fizemos uma pequena pausa no adro da capela da Senhora do Desterro, e seguimos até um dos locais mais bonitos do percurso: a barragem Engº Duarte Pacheco. Essa barragem foi construída entre 1930 e 1940 sobre o Rio Caima para irrigar os campos de Burgães. Espelho de água assim criado proporciona um local belíssimo para relaxar, tendo sido o local escolhido para a pausa almoço. Em seguida, encaminhamos-nos até à Igreja de Rôge, conhecida em especial pelo seu cruzeiro de 1762 e declarado monumento nacional em 1944. Dali regressámos à aldeia, onde pudemos visitar todas as casas, que se encontravam abertas para esse fim. Um percurso de 11 km com vários pontos de interesse para dar a conhecer esta zona de Vale de Cambra.

Ficam as fotos

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Trebilhadouro - aldeia de Portugal

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Entrada da aldeia.

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Uma parte da aldeia.

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Na zona das gravuras rupestres.

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Aspeto das gravuras

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Aspeto das gravuras

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Campos de Fuste

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Passagem no centro da aldeia de Fuste.

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Chegada ao adro da capela da Senhora do Desterro.

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Vista frontal da capela de Função.

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Cruzamos o ribeiro por entre a vegetação.

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O grupo já no lado de lá do rio.

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A ponte pedestre para cruzar o ribeiro.

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Na aproximação ao espelho de água da barragem Engº Duarte Pacheco.

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A passagem sobre a parede da barragem.

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Espelho de água.

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O grupo na travessia.

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A parede da queda de água.

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Vista para o dique a poente.

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O dique da barragem

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O trilho segue por uma pequena ponte de aspeto antigo.

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Seguindo as margens do rio Caima.

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A referida ponte.

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Para chegar até à igreja de Rôge, o trilho segue por uma escadaria pelo meio dos campos.

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A escadaria coberta pela videiras.

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Chegada à igreja.

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A beleza do cruzeiro da igreja de Rôge, monumento nacional.

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A vista para os campos e a barragem de onde viemos.

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Paragem junto à pequena capela de Sandiães.

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Regresso à aldeia de Trebilhadouro.

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Seguiu-se a visita ao interior de algumas das casas da aldeia.

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Ficha técnica: 

Distância: cerca de 11 km

Tempo: 4h30 (+/- com paragens para fotos e almoço)

Tipo: circular

Dureza física: 3/5

Dificuldade técnica: 2/5

Beleza do Percurso: 4/5

Marcação: n/a

Informações sobre o percurso:

Outros sites de relevo:

Panfleto oficial: n/a

Trilho GPX: n/a

Ponto positivos: aldeia de Trebilhadouro e as suas casas, a barragem Engº Duarte Pacheco, Cruzeiro de Rôge

Pontos negativos: n/a

 

Caminhada/saída micológica - Moldes - Arouca

05.08.16 | darasola

O outono não é apenas o tempo das vindimas e das castanhas, é também a época dos cogumelos. Por altura da Festa da Castanha, a CM de Arouca organizou uma saída micológica para encontrar e identificar os cogumelos. Convém recordar que existem inúmeras espécies de cogumelos nas nossas florestas e apenas alguns são comestíveis. Esta atividade foi orientada por especialistas e só assim se pode garantir a segurança para quem quiser consumir os cogumelos silvestres. A saída/caminhada micológica decorreu na encosta nordeste da Serra da Freita e proporcionou-nos cenários com as magníficas cores do outono.

Ficam as fotos da altura

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Uma das placas que identificam a área da serra da Freita.

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Levada de água.

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Colhendo o que a natureza oferece.

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Guia de campo sobre os cogumelos.

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As castanhas também estavam presentes.

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Velhos castanheiros de troncos rugosos e enormes.

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A colheita

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Magníficas cores de um souto de outono.

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Grilos

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Fantástico espécimen encontrado. Deixo a identificação para os especialistas.

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Boas caminhadas

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