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Percursos pedestres, caminhadas, pedestrianismo, trekking, trilhos, aventuras, viagens, passeios e descobertas!

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Adeus Sapo... nova morada

19.01.26, darasola

O sapo Blogs vai ser descontinuado em junho de 2026 e esta que foi a casa durante muitos anos do darasola vai fechar.

Embora o blog já não tenha atualizações por força das circunstâncias da vida, o arquivo vai manter-se e passar para outra morada neste endereço: 

https://blogdarasola.blogspot.com/

Poderá ser temporário ou não, mas para já foi a solução encontrada para manter o histórico de caminhadas.

Também continuarão a existir o @darasola no Instagram e no X.

Obrigado a todos os que visitaram esta casa e um bem-haja.

 

Boas caminhadas

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Passadiços e cascatas do Rio Gresso - Sever do Vouga

07.01.26, darasola

O rio Gresso é afluente do Vouga e tem origem no cimo da serra do Arestal, a quase 800 metros de altitude. Este rio percorre, na sua descida para a foz, pouco mais de 7 km, tendo um desnível total de mais de 700 metros. É, por isso, um rio de montanha com muitas cascatas e quedas de água com pouco caudal no verão, apenas enchendo com as chuvas de inverno. São duas as cascatas que se destacam no seu percurso, uma abaixo de Sanfins acessível pelo PR10 – Trilho do Gresso, e a segunda a montante da ponte entre Sanfins e Mouta. A cascata do Gresso, ou as cascatas do Gresso, são as menos conhecidas em Sever do Vouga, e levam-nos à descoberta de um rio sombrio, com uma galeria ripícola muito fechada e particular.

 

Fonte: RAP

 

Castro de Romariz - Stª Maria da Feira

07.01.26, darasola

Na freguesia de Romariz, concelho de Stª Maria da Feira, encontra-se um monumento digno de se visitar para quem gosta do património arqueológico do país e não só: o castro de Romariz. Este constitui uma das estações arqueológicas mais expressivas da região de Entre Douro e Vouga (EDV). É um povoado fortificado datado do século V a.c. com níveis de ocupação até ao século I d.C. e os trabalhos arqueológicos aqui realizados permitiram identificar as diversas fases de ocupação proto-histórica e romana deste povoado.

O seu espólio é constituído por numerosas espécies de cerâmicas, vidros, metais, moedas e epígrafes, destacando-se um expressivo conjunto de cerâmica indígena, púnica, grega e romana e dois tesouros monetários, indicador da ergologia indígena, dos intercâmbios regionais e de longa distância que referenciam a riqueza do quadro cronológico e cultural do povoado, permitindo reconhecer a sua importância no contexto da cultura castreja do Noroeste Peninsular.

Note-se que o local está normalmente fechado ao público e que é necessário efetuar a marcação para visitar. Podem encontrar esses dados no link abaixo.

Fontes e contactos: C.M. Stª Maria da Feira

Também podem ver este documentário, muito interessante por sinal, sobre o mesmo castro.