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Rio Teixeira [S. Pedro do Sul] - Descida em Canyoning

20.09.12 | darasola

Já tinha feito a subida do rio Teixeira, um rio que nasce na Serra da Freita e desagua no Vouga, mas faltava conhecer uma parte pela qual é impossível passar. Se não dá para subir, nada como conhecer a descer. Aproveitei a oportunidade para regressar ao local para uma atividade de Canyoning. Embora de forma diferente é também uma atividade para "dar à sola".

O grupo seguindo equipado até ao acesso do rio.

Lá a baixo, embora não pareça, corria o Teixeira. Na encosta à direita, é possível ver o acesso ao túnel.

O acesso segue ao longo da conduta da água da mini-hídrica local e está quase tomado pelas silvas.

A já conhecida passagem pelo túnel da conduta. Depois dessa zona, iniciámos a verdadeira descida até ao leito do rio.

Depois de instalado o equipamento de segurança, faltava a descida do primeiro rappel.

A vista da mesma queda de água, agora com uma outra perspetiva, depois da minha descida.

Apesar de deslumbrante, a altura intimida um pouco.

A descida tem cerca de 25 metro.

Seguindo pelo leito do rio onde não parece correr nenhuma água. Na verdade, infiltra-se debaixo das rochas que cobriram o rio.

Uma última vista para a queda que ficava para trás.

No alto da 2ª queda de água. Mas onde está a água?

Toca a descer!

Esta queda de água é mais alta que a anterior, tem cerca de 35m de altura.

A descida foi um pouco mais complicada devido ao facto de a parede ser particularmente escorregadia.

Por brincadeira, era possível bloquear o curso de água com o próprio corpo. Quando alguém ia a meio da descida, lá vinha a enxurrada.

A chegada à maior e mais profunda lagoa do percurso.

Um spashhh, depois do salto de mais de 10 metros.

Uma outra perspetiva da mesma lagoa.

Seguindo para jusante, foram vários os locais paradisíacos onde passámos.

A últmia lagoa do percurso obriga a mais uma pequena descida em rappel (por segurança), embora seja possível saltar para o poço.

A descida para a última lagoa vista de jusante.

Continuamos até chegar à quinta dos escuteiro e aí chegou a pior parte: a da subida até ao local dos carros, carregados com os fatos e equipamento, com um calor intenso. Apesar da dureza dessa parte final, o dia foi fantástico, com uma grande dose de adrenalina e aventura.

Boas caminadas e descidas

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