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Percursos pedestres, caminhadas, pedestrianismo, trekking, trilhos, aventuras, viagens, passeios e descobertas!

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Descida da Ribeira da Pena Amarela - Arouca [Canyoning]

15.12.12 | darasola

A Ribeira da Pena Amarela é um pequeno curso de água que nasce na serra da Freita, passando junto à aldeia do Cando, descendo centenas de metros até desaguar no rio Paivó. O seu percurso é extremamente acidentado e desconhecia-o por completo. Quando surgiu a oportunidade de o percorrer praticando Canyoning, nem hesitei. Descobri locais praticamente intocados, onde apenas os praticantes desta modalidade conseguem aceder. Ao longo do seu curso foram 10 as zonas onde foi necessário recorrer a técnicas de rapel, para vencer desníveis de 30 a 40m de altura. A progressão foi a possível para um grupo de mais de uma dezena de pessoas e a verdade é que foi um dia inteiro passado dentro de água, com entrada no rio às 8h da manhã e saída perto das 17h40. Pelo meio, tivemos direito a uma paragem para reabastecimento, em que fomos abastecidos com sandes, frutas e sumos para termos forças para continuar. Foi exausto, mas muito satisfeito que alcancei a estrada que liga a Rio de Frades. Para quem nunca fez canyoning este percurso será talvez demasiado exigente, mas para aqueles que já descobriram os encantos da modalidade, vale a pena conhecer este belo local.

Ficam as imagens...

A vista para o vale de Arouca, com o nevoeiro ao longe, durante a subida à Freita.

Abandonando a estrada junto à aldeia do Cando, o grupo dirige-se para a ribeira.

Uma ribeira tão pequena que ninguém dá por ela...

Junto a esta ponte, o grupo entrou na água, bem gelada por sinal.

O 1º patamar.

A vista para o vale escavado pela ribeira até ao rio Paivó.

A aldeia de Bouceguedim ao longe.

Olhando para baixo, a altura impressiona.

O 1º desafio, a 1ª descida em rapel com um desnível de mais de 30 metros.

Já em baixo, a perspetiva era esta.

Ao longo do percurso as pequenas lagoas são muitas.

Por vezes, as cordas atrapalham e é necessário seguir deslizando pelas rochas.

Esta descida particular faz-se por um canal em jeito de escorrega criado pela erosão.

No final da descida, uma pequena marmita de gigante.

Mais uma descida imponente.

Noutras situações, a solução é mesmo saltar para as lagoas.

Mais um rapel

O grupo espalha-se nas zonas em que a progressão é feita sem recurso a cordas, mas volta a reagrupar-se antes de cada descida.

Nesta zona, cruzámo-nos com o PR8 de Arouca - A rota do Ouro Negro -  e neste mesmo local o grupo de reabastecimento veio trazer-nos o almoço que nos deu forças para continuar até ao fim.

Um escorrega natural por onde deslizámos.

Novo rapel.

Chegada ao final, a saída do rio faz-se pelo acesso da ponte metálica ali existente.

 

Distância: cerca de 3 km

Tempo: 6h30 (+/-)

Tipo: linear

Dureza física:

Dificuldade técnica:

Beleza do Percurso:

Marcação: inexistentes

Informações sobre o percurso: (não disponível)

Panfleto oficial: (não disponível)

 

Ponto positivos: as quedas de água, as vistas, a natureza intocada

Pontos negativos: perigo e dureza física

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