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Percursos pedestres, caminhadas, pedestrianismo, trekking, trilhos, aventuras, viagens, passeios e descobertas!

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Fisgas de Ermelo - PR3 - Mondim de Bastos - Parque Natural do Alvão

18.01.19 | darasola

A ida a Mondim de Bastos até às Fisgas de Ermelo não era propriamente uma descoberta, pois em 2004 já tinha feito uma caminhada nas redondezas desta maravilha da natureza. Contudo, na altura a caminhada tinha ficado a saber a pouco, pois as quedas de água ficavam demasiado longe do miradouro natural (que é por sinal acessível a qualquer um de carro) para poderem ser apreciadas em toda a sua grandeza. Felizmente o município de Mondim de Bastos teve a feliz ideia de criar um percurso pedestre oficial para nos levar a descobrir as quedas de água das Fisgas de Ermelo num trilho que nos leva a admirá-las de mais perto. O percurso é variado e passa por bosques de carvalhos, áreas de pinheiros, sobe e desce por encostas íngremes, cruza rios, mas acima de tudo leva-nos a percorrer uma e outra margem do rio Olo, permitindo-nos contemplar toda a sua beleza e grandeza.

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Iniciamos o percurso circular na aldeia de Ermelo, onde encontrámos esta manifestação artística de um entusiasta local.

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O dia de outono prometia excelentes condições para a caminhada, mesmo se nesta zona de montanha o tempo podia mudar rapidamente.

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Bosques de carvalhos e castanheiros.

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Uma antiga casa em ruínas.

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Passagem de um afluente do rio Olo formado pela união das ribeiras da Corga e da Fervença.

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Pouca água corria debaixo da ponte.

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Mas mesmo assim o local tinha um encanto especial.

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Há realmente gente tão estúpida que não merece aquilo que lhes é dado de bandeja. Acharam uma excelente ideia rabiscar este painel informativo.

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Foram colocadas cordas numa zona de acesso que passa em cima de rochas escorregadias.

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Para cima é o caminho.

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Mais uma ruína pelo percurso, que nos leva a concluir que esta zona já foi em tempos "domesticada" pelo homem.

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Iniciámos então a longa e dura subida que nos levariam até ao topo das quedas de água. Quando aqui chegamos ainda não estávamos com o aquecimento feito e por isso não foi fácil vencer a montanha.

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Alcançamos sensivelmente o meio da subida, onde encontrámos um painel informativo com um leitor de paisagem.

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Daqui já podíamos apreciar as forças tectónicas que moldaram a paisagem.

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Contemplação.

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Mal se nota, mas já dava para ver a zona do topo da queda de água.

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Mais um painel vandalizado. Enfim...

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Cuidado para não escorregar.

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Um pouco mais próximos do abismo.

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O que para nós era uma descoberta, era para outros o local de trabalho do dia-a-dia, por onde conduzem o rebanho a procura dos melhores locais para pastar.

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No horizonte, o monte Farinha com a Sra da Graça no topo.

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Camadas sobre camadas. Seguíamos por um trilho estreito de pé posto.

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Por esta altura ainda parecíamos estar bem distantes das quedas de água, mas o caminho alargou facilitando a progressão.

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Chegamos então ao primeiro miradouro do percurso - o Miradouro do Alto da Cabeça Grande.

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O local foi preparado para a segurança dos caminheiros.

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As vistas são fantásticas e nenhuma fotografia consegue transmitir a imponência da paisagem.

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Painel informativo.

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Mais uma foto onde é bem visível a queda de água e as suas lagoas naturais.

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Continuando a subir e olhando para trás para a zona do miradouro onde acabávamos de passar.

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O caminhante a dominar a paisagem.

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Já quase no topo da subida, começámos a encontrar um pinhal onde era extraída a resina dos pinheiros. Cruzámo-nos com um grupo divertido de caminheiros, que seguiam em sentido contrário para uma travessia em autonomia de 2 dias. Tiveram a gentileza em partilhar connosco um reforço energético e fortificante - leia-se aguardente com mel.

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Foi criado um verdadeiro varandim para a segurança no trilho.

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Outra perspetiva do alto da queda de água.

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A dimensão das Piocas de cima.

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É a partir deste alto que tudo começa.

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Mais uma lagoa das Piocas de cima com uma queda de água.

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Uma lagoa natural recomendada para banhos... mas não nesta época do ano.

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No alto da serra, o rio Olo era nitidamente uma pálida amostra do seu potencial de inverno.

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Este foi o local escolhido para a travessia a vau.

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Já na outra margem do rio, iniciámos a longa descida.

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Não há como perder-se.

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O monte Farinha estava já tão próximo que era possível ver a capela da Sra da Graça.

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Leitor de paisagem

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Chegámos então ao miradouro que toda a gente que visita as Fisgas conhece por ser acessível de carro.

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Painel explicativo das formação das Fisgas.

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A "tradicional" vista das Fisgas.

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Continuamos a descida serra abaixo.

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Chegámos perto da capela da zona do Fojo, sem no entanto ir até à estrada que ali passa.

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Seguimos na direção das Piocas de baixo.

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Medronhos.

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Aspeto do percurso.

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Bosque de carvalhos.

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Um muro antigo coberto de musgo.

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Uma belíssima zona de bosque, com um belo tapete natural.

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A passagem numa zona de lajedo escorregadio.

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Alcançámos a ponte da Abelheira.

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O rio Olo pouca água levava, mas mesmo assim não perdia o seu encanto.

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Aspeto da ponte da Abelheira.

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Alcançámos finalmente os campos e lameiros que circundavam a aldeia de Ermelo, onde demos por terminado o percurso pedestre de 12,5 km em círculo.

Boas caminhadas

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