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Varzigueto - Fisgas de Ermelo [Alvão]

por darasola, em 09.05.14

Regresso às caminhadas mais uma vez com o grupo ANDAR, para regressar a uma zona do país de que gosto muito: o parque natural do Alvão, onde se encontra uma das mais impressionantes quedas de água: as fisgas do Ermelo. O objectivo desta caminhada era mesmo esse, ligar a aldeia de Varzigueto ao miradouro das Fisgas do Ermelo. O percurso foi relativamente curto, com cerca de 8 km por caminhos florestais não marcados. O trilho tem essencialmente duas partes: uma descida longa e acentuada e uma subida curta mas muito íngreme. Apesar de já conhecer anteriormente a zona do miradouro, fiquei a conhecer uma perspectiva diferente com vista directa para o "tobogã" natural formado na rocha, algo que não se vê do miradouro "oficial". Contudo, ainda não foi desta que fui às Piocas tomar banho. Acho que terei de voltar mais uma vez ao Alvão. Estou certo que será um prazer.

Ficam as fotos.

À entrada da aldeia de Varzigueto.

Seguindo pela estrada junto à aldeia.

Chegados à ponte sobre o rio Olo, abandonamos o asfalto e seguimos pela margem do rio.

Passando pelo lavadouro existente junto ao rio.

A vista sobre a aldeia de Varzigueto.

O caminho é relativamente fácil e segue o rio, por entre um pinhal de pinheiros mansos.

O topo da queda de água das fisgas.

No horizonte, o monte Farinha com a Sr.ª da Graça no seu topo.

Cruzamos uma estrada alcatroada, para iniciar a íngreme descida.

E que descida...

O dia estava espectacular.

Casa em ruínas.

Chegada à casa florestal da zona do Fojo.

Cruzamento para as fisgas.

Uma singela capela com um aspeto pouco comum.

Depois de almoçar, o grupo dirigiu-se finalmente para o miradouro.

Painel informativo.

A zona do miradouro natural.

As vistas a partir do miradouro com a famosa queda de águas.

Com mais zoom. A primeira vez que vim cá, senti uma certa decepção por não ver grande parte da efectiva queda de água, pois o seu curso está ocultado atrás das rochas e é necessário circundá-la para vê-la de vários pontos.

O início da subida faz-se por este caminho...

... mas rapidamente o abandonamos para iniciar uma dura subida monte acima.

A partir daqui, conseguimos uma perspectiva única sobre a queda de água.

Finalizada a subida pelo monte, alcançámos o caminho por onde tínhamos vindo inicialmente.

A ideia era atravessar o rio por aqui, mas não houve vontade para molhar o pezinho.

O rio ainda levava bastante água e ninguém se mostrou muito interessado.

Encontramos uma passagem improvisada mais a montante que nos pareceu muito mais simples.

O grupo atravessando o rio Olo.

Vista sobre o grupo caminhando ao longo do rio, em direção à aldeia de Varzigueto.

Vista para o rio e a ponte onde passámos no início do percurso.

Passagem pelas ruelas da aldeia de Varzigueto.

 

Ficha técnica: 

Distância: cerca de 8 km

Tempo: 4 (+/-) com paragens para almoço e admirar a paisagem.

Tipo: circular

Dureza física:

Dificuldade técnica:

Beleza do Percurso:

Marcação: n/a

Informações sobre o percurso: n/a

Outros sites de relevo: n/a

Panfleto oficial: n/a

Trilho GPX: Wikiloc darasola

Ponto positivos: a beleza da serra do Alvão, as fisgas do Ermelo, o rio Olo

Pontos negativos: n/a

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Rota da Levada de Canadelo [Amarante]

por darasola, em 30.08.13

Canadelo é uma pequena aldeia do concelho de Amarante, situada na Serra do Marão e desloquei-me lá para descobrir uma rota traçada que me levou a descobrir os seus encantos, em especial a pequena levada, que aproveita as águas de várias linhas de água para irrigação dos campos. Confesso que o percurso não é bem o que eu pensava que fosse, sendo que apenas uma parte final do trajeto se faz ao longo da levada. Grande parte do percurso faz-se simplesmente em caminhos florestais, não impedindo que as vistas e a paisagem sejam agradáveis. Chegados ao centro da aldeia, junto à igreja local, estacionamos o carros e começamos logo ali o percurso. O mesmo começa com uma subida até ao alto do lugar, onde abandonamos o casario para seguir pelos caminhos de acesso aos montes.

Caminho de saída da aldeia.

Inicia-se então a zona exclusivamente de caminhos florestais.

Vista do percurso pelas encostas da serra.

Umas alminhas perdidas no meio do monte.

A vista para o monte Farinha, mais conhecida por Senhora da Graça.

Grande parte do percurso é bastante exposta ao sol.

Felizmente, nesse dia, o vento poupou-nos ao intenso calor.

Passámos então por uma zona mais arborizada, com ruínas de construções, que pelo que percebi pertenciam a antigos fornos de cal.

A vegetação mais exótica permitiu-nos uma agradável pausa à sombra, junto de uma pequena linha de água que encontrámos num vale.

O tomilho florido!

Vista para trás, para a zona das ruínas dos fornos de cal e da vegetação em redor.

Mais adiante, um enorme tanque para abastecimento na luta contra os incêndios.

A vista para a vizinha aldeia de Campanhó, onde não chegamos a passar.

Chegamos então a uma das zonas mais bonitas do percurso, um bosque frondoso de árvores variadas, onde se destacavam castanheiros enormes.

Esta parte foi bastante agradável, mas acabou por saber a pouco.

Antes de chegar ao vale da encosta, o trilho leva-nos monte abaixo, em direção à linha de água que ali corre.

A progressão não foi nada fácil.

Castanheiro seculares!?

Encontrámos então o trilho de pé posto que nos levou a atravessar a linha de água, que se encontrava parcialmente seca.

Depois de cruzar um bosque de cedros, seguimos pela encosta em direção ao poste de alta tensão e a uma afloramento de rochas negras.

O "caminho de cabras" segue pela encosta exposta e com vistas sobre o vale do "Olo".

A encosta estava florida com a flor rouxa da urze.

Depois de descer a encosta, encontrámos finalmente a levada, toda ela construída em pedra.

Subimos o seu curso para descobrir a sua origem nesta pequena represa.

O percurso continua então sempre ao longo da levada.

Pelo caminho ainda deu para apanhar um ramo enorme de orégãos para usar na comida.

Seguindo o curso da levada...

... chegamos a outra linha de água que se junta à levada.

A poucos metros da aldeia de Canadelo, a levada começa a ladear campos agrícolas e em seguida encaminha-se para uma zona mais arborizada.

Libélula.

Um canal adjacente à levada.

As árvores morrem de pé!

Percurso final antes de chegar à aldeia.

Na chegada à aldeia, o canal leva a água até uma represa enorme.

A reserva de água.

O término da caminhada é num patamar superior ao do nosso estacionamento e podíamos apreciar a vista panorâmica sobre a aldeia.

Bastou-nos descer uma longa escadaria para alcançar o ponto de partida.

 

Ficha técnica: 

Distância: cerca de 14 km

Tempo: entre 3 e 4h +/-

Tipo: circular

Dureza física:

Dificuldade técnica:

Beleza do Percurso:

Marcação: inexistentes, visto que não é um percurso marcado

Informações sobre o percurso: indisponível

Panfleto oficial: indisponível

Trilho GPX: aqui (Wikiloc darasola)

 

Ponto positivos: a parte da levada e as vistas sobre o vale do Olo

Pontos negativos: muito estradão florestal sem grande interesse e com pouca vegetação

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