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Desta vez parti em direção a Sever do Vouga para descobrir um novo percurso pedestre: o trilho da Pedra Moura. O percurso oficial inicia-se no lugar de Couto de Esteves ligando os lugares de Catives e Cerqueira. O seu nome fica a dever-se ao monumento megalítico da Anta da Cerqueira, que também é conhecido por pedra moura. Por uma questão de logística, iniciamos o trajeto junto a esse monumento particularmente bem conservado, mas ainda passamos por outros locais de interesse como a Capela da Nª Srª da Boa Viagem, em Cerqueira, o largo da Capela da Srª da Boa hora em Catives (a vista panorâmica é lindíssima). Uma outra atração da caminhada é a passagem ao longo de uma levada, no entanto o caudal do rio local não nos permitiu a travessia. Na localidade de Couto de Esteves, a igreja local também se destaca. Refira-se que a partir do largo da igreja de Couto de Esteves é possível iniciar três percursos pedestres distintos: o PR8 aqui descrito, o PR6 - Trilho de Amiais e o PR7 - Trilho da Agualva.Ficam as fotos:

Anta da Cerqueira.

Alminhas junto a plantação de mirtilo.

Pequena capela em resultado de uma promessa.

Junto à capela da N. Srª da Boa Viagem.

Vista da capela.

Antes de chegar à aldeia de Cerqueira, cortámos por caminhos rurais e florestais.

Muita água pelos trilhos.

Flor, giesta ou cogumelo?

Chegada ao largo da capela da Nª Srª da Boa Hora.

Vista para o largo da capela.

Aldeia de Catives.

Pelos caminhos da aldeia.

Acho que não era preciso a legenda...

Espigueiros.

Descida por uma escadaria à saída da aldeia, com vista sobre o vale do rio da Corga do Fojo.

Travessia da estrada local.

Vista para o vale.

Chegado ao ribeiro, a corrente forte impediu-nos de atravessar em segurança pelo que optamos por voltar à estrada, pela qual seguimos até reencontrar o trilho mais adiante.

Lavadouro público sobre uma represa.

Um belo azulejo numa fonte no centro da pequena localidade de Couto de Esteves.

Painel informativo do PR8.

Igreja de Couto de Esteves.

Interior da igreja.

No largo central, junto à casa da cultura e ao cruzeiro / pelourinho.

Painel informativo com os três PR que ali se iniciam.

A partir de Couto de Esteves, iniciamos a parte da subida.

Pêra ou limão?

Uma estranha fruta...

Alguém sabe o nome?

Reflexos de um final de dia de inverno.

Chegada ao centro da aldeia de Cerqueira.

Um céu fantástico.

Início do ramal que nos leva até à anta onde iniciamos o PR.

 

Ficha técnica: 

Distância: cerca de 9 km

Tempo: 3h30 min (+/-)

Tipo: circular

Dureza física:

Dificuldade técnica:

Beleza do Percurso:

Marcação:

Informações sobre o percurso: site oficial

Outros sites de relevo: n/a

Panfleto oficial: mapa e detalhes

Trilho GPX: n/a

Ponto positivos: Anta da Cerqueira, Capela da Srª da Boa Viagem, Capela da Srª da Boa Hora, a levada

Pontos negativos: Nas alturas em que o caudal do rio é mais forte, a passagem na zona da levada de Catives pode ser impossível.

 

Boas caminhadas

darasola

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Rota da Levada de Canadelo [Amarante]

por darasola, em 30.08.13

Canadelo é uma pequena aldeia do concelho de Amarante, situada na Serra do Marão e desloquei-me lá para descobrir uma rota traçada que me levou a descobrir os seus encantos, em especial a pequena levada, que aproveita as águas de várias linhas de água para irrigação dos campos. Confesso que o percurso não é bem o que eu pensava que fosse, sendo que apenas uma parte final do trajeto se faz ao longo da levada. Grande parte do percurso faz-se simplesmente em caminhos florestais, não impedindo que as vistas e a paisagem sejam agradáveis. Chegados ao centro da aldeia, junto à igreja local, estacionamos o carros e começamos logo ali o percurso. O mesmo começa com uma subida até ao alto do lugar, onde abandonamos o casario para seguir pelos caminhos de acesso aos montes.

Caminho de saída da aldeia.

Inicia-se então a zona exclusivamente de caminhos florestais.

Vista do percurso pelas encostas da serra.

Umas alminhas perdidas no meio do monte.

A vista para o monte Farinha, mais conhecida por Senhora da Graça.

Grande parte do percurso é bastante exposta ao sol.

Felizmente, nesse dia, o vento poupou-nos ao intenso calor.

Passámos então por uma zona mais arborizada, com ruínas de construções, que pelo que percebi pertenciam a antigos fornos de cal.

A vegetação mais exótica permitiu-nos uma agradável pausa à sombra, junto de uma pequena linha de água que encontrámos num vale.

O tomilho florido!

Vista para trás, para a zona das ruínas dos fornos de cal e da vegetação em redor.

Mais adiante, um enorme tanque para abastecimento na luta contra os incêndios.

A vista para a vizinha aldeia de Campanhó, onde não chegamos a passar.

Chegamos então a uma das zonas mais bonitas do percurso, um bosque frondoso de árvores variadas, onde se destacavam castanheiros enormes.

Esta parte foi bastante agradável, mas acabou por saber a pouco.

Antes de chegar ao vale da encosta, o trilho leva-nos monte abaixo, em direção à linha de água que ali corre.

A progressão não foi nada fácil.

Castanheiro seculares!?

Encontrámos então o trilho de pé posto que nos levou a atravessar a linha de água, que se encontrava parcialmente seca.

Depois de cruzar um bosque de cedros, seguimos pela encosta em direção ao poste de alta tensão e a uma afloramento de rochas negras.

O "caminho de cabras" segue pela encosta exposta e com vistas sobre o vale do "Olo".

A encosta estava florida com a flor rouxa da urze.

Depois de descer a encosta, encontrámos finalmente a levada, toda ela construída em pedra.

Subimos o seu curso para descobrir a sua origem nesta pequena represa.

O percurso continua então sempre ao longo da levada.

Pelo caminho ainda deu para apanhar um ramo enorme de orégãos para usar na comida.

Seguindo o curso da levada...

... chegamos a outra linha de água que se junta à levada.

A poucos metros da aldeia de Canadelo, a levada começa a ladear campos agrícolas e em seguida encaminha-se para uma zona mais arborizada.

Libélula.

Um canal adjacente à levada.

As árvores morrem de pé!

Percurso final antes de chegar à aldeia.

Na chegada à aldeia, o canal leva a água até uma represa enorme.

A reserva de água.

O término da caminhada é num patamar superior ao do nosso estacionamento e podíamos apreciar a vista panorâmica sobre a aldeia.

Bastou-nos descer uma longa escadaria para alcançar o ponto de partida.

 

Ficha técnica: 

Distância: cerca de 14 km

Tempo: entre 3 e 4h +/-

Tipo: circular

Dureza física:

Dificuldade técnica:

Beleza do Percurso:

Marcação: inexistentes, visto que não é um percurso marcado

Informações sobre o percurso: indisponível

Panfleto oficial: indisponível

Trilho GPX: aqui (Wikiloc darasola)

 

Ponto positivos: a parte da levada e as vistas sobre o vale do Olo

Pontos negativos: muito estradão florestal sem grande interesse e com pouca vegetação

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