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Senhora da Lapa [Vieira do Minho]

por darasola, em 08.10.13

Esta não é bem uma caminhada, mas antes um passeio de descoberta de um local único e singelo do nosso belo Portugal. As minhas andanças levaram-me a Vieira do Minho, onde realizei um PR (cujo relato podem ver aqui), mas não me fiquei por aqui. Tinha visto na net referências à capela da Srª da Lapa, uma construção que me intrigou pela sua originalidade. O local faz parte do roteiro turístico local, mas para o encontrar (mesmo com GPS) ainda foi meia aventura.

Chegados ao santuário, fomos brindados com a presença de uma manada de garranos, com algumas crias.

Fomo-nos aproximando com os devidos cuidados, pois a presença das crias podia torná-los mais agressivos.

A capela é muito original e toda zona do santuário é bastante agradável com sobreiros centenários.

A capela foi construída debaixo de um enorme penedo de granito.

Parece quase ter o penedo às costas, quando na verdade é precisamente o contrário.

O penedo serve de teto à própria capela.

O interior da capela com o altar e os bancos.

É possível contornar a capela e passar por esta fenda.

A partir daqui começamos a subir pela serra acima.

A verdade é que não é bem uma serra, mas antes um enorme penedo, que forma o monte Penamourinho.

Foi criado um percurso construído por travessas de madeira (como as das linhas de comboios) para subir ao alto da serra, onde existe um miradouro.

Não é engano! É mesmo por ali, pela fenda!

A passagem!

Foi mesmo por ali que passei!

Por dentro é assim.

A subida continua...

De patamar em patamar, lá fomos em direção ao alto.

O miradouro com a sua cruz e a original bandeira (ou muito me engano ou é uma toalha de mesa que alguém aproveitou para essa finalidade).

As vistas eram espetaculares!

O pitoresco caminho de ascensão.

A vista e o horizonte.

No topo do mundo!

Como sempre, o que sobe acaba por ter de descer.

Um pequeno passeio a um local, que vale sem dúvida alguma o desvio e a descoberta.

Boas caminhadas

darasola

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Nunca tinha caminhado em Vieira do Minho. Já que estava de passagem, nada como escolher um trilho entre a oferta local. A nossa escolha recaiu sobre o trilho da costa dos castanheiros pela sua curta distância e por permitir tomar contacto com a Serra da Cabreira. O mais complicado foi mesmo chegar lá pelos estradões de terra que servem de avesso. Depois de ultrapassada essa dificuldade, pudemos desfrutar da beleza da vegetação deste percurso. Ao longo de praticamente toda a extensão, caminhamos por entre uma densa vegetação verdejante. No entanto, sensivelmente a meio do mesmo, existe uma zona menos arborizada e onde foram cortadas árvores, retirando-lhe o interesse. De resto, pode-se dizer que não é um percurso com grandes vistas, dado que a vegetação não permite. Para qualquer botânico, o percurso deve ser um êxtase, tal a diversidade da flora. Refira-se que as marcações não são as ideais, visto que são pouco frequentes e deixam dúvidas e determinados cruzamentos. Não é um percurso com grandes pontos de destaque, mas é bastante agradável pelo contacto com a natureza.

Painel informativo do percurso, a informação é bastante llimitada em relação ao que é usual.

Ponto de partida e chegada: a casa florestal.

Aspeto do trilho.

Um pequeno curso de água.

As marcações do percurso são, infelizmente, poucas.

O percurso é feito praticamente sempre ao longo de caminhos florestais largos.

Desvio para o Talefe (seguir pela direita).

Vimos marcações de percursos para BTT.

Placa para o Talefe.

Passagem junto a uma represa.

Aspeto da vegetação das rochas.

Os liquens pendurados nas árvores.

Vista para as eólicas no alto da serra. Esta é a vista a partir do ponto mais alto do percurso.

Nas descida, a caminho do ponto de partida.

Serpenteando serra abaixo.

Voltamos a uma zona mais arborizada.

E sem dar por isso, estávamos no ponto de partida.

 

 

Ficha técnica: 

Distância: cerca de 7 km

Tempo: 2h +/-

Tipo: circular

Dureza física:

Dificuldade técnica:

Beleza do Percurso:

Marcação:

Informações sobre o percurso: aqui

Outros sites de relevo:

Panfleto oficial: aqui

Trilho GPX: aqui (um registo que não é meu, mas que corresponde aproximadamente ao que foi feito).

Ponto positivos: a vegetação e a tranquilidade ao longo do percurso

Pontos negativos: a falta de pontos de interesse assinaláveis

 

Boas caminhadas

darasola

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